sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

CARTAS DO PROFESSOR ANTONIO MUNHOZ LOPES

Tela Pe. Fúlvio Giuliano (Acervo Fernando Canto)

Macapá, 09 de junho de 2007
Caríssimo Tito(*):
Estou triste, pois acabo de perder um grande amigo: num hospital de Gênova, morreu o padre Fúlvio Giuliano. Conheci-o quando chegou aqui no dia de São Pedro, em junho de 1962. Numa entrevista ao “Correio Popular” em 19 de outubro de 1985, confessou que foi em Santana, “o primeiro chão brasileiro em que pisei”.
Na travessia para o Brasil, que durou 16 dias, pintou diversas telas em pleno Oceano. Em 1963, lembra do convite que fiz para que participasse do I Salão de Artes Plásticas do Amapá, levando-o também ao I Salão de Artes Plásticas da Universidade do Pará, recebendo Menção Honrosa com a tela “Arraial de Nazaré em Macapá”, hoje perdida. Também participou do II Salão, em 1966, com apenas duas telas, incluindo um magnífico “São Carlos”. No III Salão, cujo vernissage foi em 13 de setembro de 1967, ele contribuiu com três obras: “Escada de Jacó”, que pertenceu ao Dr. Marcelo Cândia, e hoje faz parte da minha coleção, “Lava Pés” e “Passagem do Mar Vermelho”. Também marcou presença no I Salão de Artes Plásticas do Colégio Amapaense, com 14 quadros da Via-Sacra.
Um ponto alto foi a retrospectiva que fiz da sua obra no então Conservatório Amapaense de Música, onde eu era o diretor. O primeiro quadro que pintou para mim, uma das maravilhas do meu acervo é o “São João Crisóstomo”, depois vindo o “Santo Antônio”, de 09 de dezembro de 1983, presente dos alunos do Seminário São Pio X, onde fui professor.
Outro quadro maravilhoso é o ícone “Redemptoris Mater”. Inesquecível, por ser único é o “Auto – Retrato”, pintado em Nervi, no dia 06 de abril de 2004, é como ele diz no verso: “Doado ao amigo professor Antônio Munhoz Lopes”.
Também não se pode esquecer “O desastre”-, de 1963.
Na última foto que mandou, na carta de 14 de maio (último), aparece com o tríptico do Batistério para a nova Catedral. E me diz: “Como falei nas cartas anteriores, as forças para trabalhar vão cada vez mais diminuindo”. Numa outra, afirmava: “Depois que regressei do hospital, não sou mais o mesmo de antes”.
Embora levasse uma vida santa, de oração e trabalho, como artista era também sonhador, acreditando que a beleza salvará o mundo.
Antônio Munhoz Lopes
(*) Tito Dominguez Nuñez

ANTÔNIO MUNHOZ LOPES – “O MESTRE” *

 Parque dos Poetas. Escultura do  Mário de Sá-Carneiro, do escultor Francisco Simões em 29.07.2008.

Por Bellarmino Paraense de Barros**

Neste mundo eivado por constantes notícias no seu grau mais acentuado de perversidades e de acontecimentos anticristãos, falar, ler e ouvir sobre o cidadão Antônio Munhoz Lopes, vale como retemperar a crença em nós mesmos, de que o mundo não conseguiu derrear este jovem quase setentão pelo entulho hediondo dos males que perturbam o viver das populações que se movem sobre face da terra.

Como advogado, Munhoz exerceu no ex-Território do Amapá, o difícil cargo de primeiro Delegado da Divisão de Ordem Política Social (DOPS). As funções não convinham a essa criatura que fez opção pelas posturas mansas, doutrinadas no Seminário Metropolitano Nossa Senhora da Conceição e Seminário Santo Antônio onde fez o curso de Filosofia, recebendo a batina no dia 08 de Dezembro de 1950.

Com toda essa bagagem cultural e religiosa, Munhoz optou pela sagrada missão de ensinar, aliás, ensinar é plasmar caráteres jovens para a penosa missão de servir o próximo nesse confuso mundo da convivência social. O mundo, todavia, não é aparelho, principalmente no campo da cultura.

 O Professor Munhoz carrega em sua mente uma bagagem valiosa representada por sua cultura por sua formação moral. Pessoas existem mourejando pela vida, que apresentam as mais ricas expressões de ignorância e de santidade.

Nos bairros do Trem e do Laguinho, o então Governo Territorial mandou construir duas unidades, uma em cada bairro, que foram nomeadas de banheiro público. Ali se banhavam os trabalhadores enquanto que as senhoras lavavam roupas em vários tanques ali postos para essa finalidade.

Como político do bairro, arranjei a vaga de zeladora do bairro do Trem, para a minha comadre Ercília, que apesar de ser portadora da deficiência física, era, além de eficiente em suas funções, respeitada pelo atrevimento que usava para garantir o bom desenvolvimento do seu trabalho.

Certa ocasião, várias usuárias do banheiro público se desavieram com repercussões espalhafatosas. Para prevenir a irreversível reprimenda do Governador do então Território do Amapá, mandei chamar minha comadre Ercília e cobrei-lhe satisfações sobre o ocorrido. Logo minha comadre Ercília justificou-se: - Compadre, isso aconteceu, porque eu não estava lá na hora porque se eu "tassi" as brigonas iam se arrepender. Quase beijei a minha comadre pela pérola que ela usou para se defender e mandei-a embora perdoadíssima.

Manoel Esperidião Ramos, duas vezes meu compadre pela sua escolha para que minha esposa e eu batizássemos seus filhos Cosme e Damião, era um carpinteiro dos bons, que comigo serviu na então Olaria Territorial e devoto fervoroso de Santa Luzia, costumava comercializar o suco de açaí, como subsídio para o sustento de sua família. Um dia meu compadre Esperidião compareceu ao escritório do órgão, e timidamente foi logo informando de sua presença ao me propor; - Compadre, lá em baixo tem uma peça de acapu que eu vou precisar para preparar uma falca para a minha canoa que transporta açaí, e eu pago quinze cruzeiros pela mesma. E eu respondi: - Compadre, aceitamos porque essas peças vão acabar queimadas porque não servem mais pra nada. Meu compadre Esperidião ouviu minha informação e exclamou: - Meu Santíssimo Deus, se eu advinha-se não tinha "dizido" quinze cruzeiros!

Comovido com esta inesperada reação do meu compadre, respondi a ele que não tinha ouvido ele dizer quinze cruzeiros, mas sim, obrigado. E disse a ele: - Compadre, leve todas essas peças de madeira, aproveite para isso o caminhão dirigido pelo compadre Major.

Um dos trabalhadores da Olaria, estava com sua esposa possuída por uma cruel dor nos intestinos. Encaminhei-o ao meu amigo médico Mano Barbosa, que determinou lhe: - Vá correndo à farmácia e compre uma lavagem, o atormentado trabalhador dirigiu-se como um louco a farmácia Serrano e foi logo dizendo: - Eu quero uma lavagem para a minha esposa.

O Sr. Serrano, atencioso, informou ao afobado cliente: - Temos três tipos de lavagem: estomacal, intestinal e vaginal; qual o senhor deseja? O pobre trabalhador respondeu; - Nenhuma, mas espere aí, o senhor não tem nenhuma cuzal? Para mim eu daria nota dez para nosso ignorante trabalhador, pela sua boa fé em acudir sua padecente esposa.

Nos primeiros anos de administração territorial não existiam agências funerárias, e então, todas as urnas fúnebres eram preparadas na Olaria Territorial. Certo dia ingressou no meu escritório, aos prantos, uma pobre mulher que havia perdido sua filha e se encaminhava até ali para encomendar o respectivo caixão. A chorosa senhora vinha a ser minha comadre, e sua filha minha afilhada, e em decorrência, sua dor foi assimilada por mim que também me senti penalizado.

Minha comadre no quadro doloroso de sua dor me disse: - Compadre, o senhor está lembrado daquela boneca que o senhor deu quando ela completou o seu primeiro aninho? Era sua alegria, amiga inseparável. Hoje de manhã notei uma palidez que me deixou desanimada. Para testar a gravidade de sua doença eu lhe perguntei: - Minha filha, você quer sua boneca? Compadre, ela nem se mexeu. Aí eu deduzi essa não vai querer mais! Como de fato ela não se animou e parou para sempre.

 A cidade do Amapá, poeirenta nos primórdios do ex-Território, também não possuía casa funerária, e os caixões eram feitos de marupá, preferida por ser leve e dócil nas mãos dos marceneiros. Certo dia, várias pessoas procediam ao enterro do corpo de uma senhora um tanto quanto obesa, acomodada em um caixão de marupá confeccionado por um operário curioso nesse metier. Não havia neste “envoltório”; alças de metal, mas peças de couro nele afixadas, sendo três de um lado e três de outro. Uma corda forte traspassada nas alças possibilitava tecnicamente para que dois homens transportassem aquela finada, motivo daquele cortejo fúnebre.

Notava-se um pranto ostensivo cometido por algum dos acompanhantes do enterro. A cidade do Amapá, na época, era dotada de vias poeirentas, que infernizavam seus habitantes sem contar com as ondulações que danificavam os veículos que por ali passavam. Aconteceu que neste caminhar descadenciado, as alças do caixão arrebentaram. Então as tábuas do fundo da urna se despregaram e o corpo da inditosa senhora despencou com mortalha, flores e pedaços de vela no caminho poeirento na cidade do Amapá.

Diante deste infausto acontecido as pessoas mais atentas tratavam de amarrar o caixão repondo no seu derradeiro lugar o corpo empoeirado da defunta enquanto os acompanhantes apresentavam uma forma impossível de reprimir.

Esses são alguns trágicos e cômicos que ocorreram no nosso amado Amapá, que a história silencia, e que eu introduzo nesta humilde crônica que sua prodigiosa cultura desconhece.

Não pretendi fazer humor invocando fatos tristes do nosso querido Amapá, todavia o mestre Munhoz sabe que o humor nada mais é do que o impacto do inesperado no nosso subconsciente. Sua história repleta de grandes feitos nas letras que lhe deram louros em seu mestrado. Seu cabedal de conhecimentos foi premiado pelas viagens empreendidas por vários países e continentes, diploma de Honra ao Mérito expedido pela Câmara Municipal de Macapá, além do colar do Mérito Judiciário e outras honrosas concessões. Meu caro Mestre Antônio Munhoz, receba através dessa crônica um valioso abraço fraternal deste velho batalhador do Amapá.

( * ) Edição de 21 de novembro de 1999- Jornal do Dia
(**) Cronista do Jornal do Dia

Aniversário do Professor Munhoz

PETITES (*)
            Em Macapá, hoje, um bom amigo está contando tempo: Antônio Munhoz. Mestre dos mais benquistos, figura humana do maior quilate e das mais cultas que conhecemos, além de crítico de arte, e homem de imprensa, Munhoz não vai chegar para os abraços dos inúmeros amigos que tão bem soube conquistar e merecer em sua segunda terra. Daqui, com o registro vão as felicitações do colunista.
(*) COLUNA DO EDVALDO MARTINS – A Província do Pará, 5ª feira, 10 de fevereiro de 1977. Belém – PA

MUNHOZ (*)
O professor Antônio Munhoz está sempre presente nos acontecimentos sociais e culturais do Estado. Ele é detentor de uma enorme bagagem de conhecimentos à custa de inúmeras viagens internacionais. O professor Antônio Munhoz é um dos componentes do Conselho de Cultura do Amapá. É um cidadão admirável.
(*) Coluna de LEONAI GARCIA, no Diário do Amapá. Agosto de 2004.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Zunidor - VÁSSIA SILVEIRA

A jornalista Vássia Silveira vem à Macapá este ano. Possivelmente lançará o seu último livro de crônicas que publicou em Rio Branco – AC, onde mora atualmente. Em 2012 vai publicar mais um livro, mas ainda está indecisa se será de contos ou de poesias. Vássia transita bem em todos os gêneros que escreve. Tem um estilo impecável. Acesse seus blogs: www.todaquinta.blogspot.com ; www.anaesuasmulheres7.blogspot.com e www.oblogsavassia.blogspot.com . Ou reler sua crônica sobre o trapiche Eliezer Levy na coletânea lançada por ocasião de sua reinauguração com bondinho e tudo.

Inderê! Volto zunindo antes do aniversário da cidade.

Zunidor - MARCELO DIAS

O título foi solicitado pelo vereador Marcelo Dias, que também é músico e sensível à produção musical do Município de Macapá.  Parabéns aos novos “Cidadãos de Macapá”, ao vereador Marcelo Dias, e à toda a Câmara de  Vereadores.

Zunidor - MERECIMENTO

Grupo Pilão: Orivaldo Souza, Juvenal Canto, Eduardo Canto, e Bi Trindade

No dia 03 de fevereiro a Câmara de Vereadores do Município outorga o diploma de “Cidadão de Macapá” a diversas personalidades. Entre elas estão meus irmãos Juvenal e Eduardo Canto e meu parceiro e amigo Bi Trindade, que juntos fundamos o Grupo Musical Pilão há aproximadamente 37 anos. Juvenal e Eduardo nasceram em Óbidos-PA. Benedito Trindade, o Bi, nasceu em Abaetetuba (Terra da Cachaça). É sobrinho do mais importante músico do Estado e compositor do Hino do Amapá, Mestre Oscar Santos, irmão do famoso trompetista Assumpção e primo de Beto Oscar, Lúcia Uchôa (Ex- Diretora da Escola de Música da UFPA) Fátima (professora de piano e canto coral), Socorro Santos e Neuma Santos (atual e ex-diretora da Escola de Música Walquíria Lima). O contemplado com o título também é formado em Letras pela UNIFAP e pós-graduado em Língua Francesa em Nice, França. É fundador da Escoça de Língua Francesa Dannielle Miterand, além de cantor e compositor. Eduardo é funcionário público federal da CEA, Técnico em Edificações, Administrador de Empresas e cursa o 10º semestre de Direito na FAMA. É percussionista, compositor e cantor. Juvenal é Estatístico, funcionário público federal. Foi membro do Conselho Territorial de Cultura e Diretor do Teatro das Bacabeiras, entre inúmeros cargos públicos que já exerceu. É cantor e instrumentista.
Fico feliz por eles, pois o trabalho de pesquisa que desenvolveram nesses anos todos, redundou num franco crescimento demandado às temáticas musicais locais e com isso à elevação da auto-estima amapaense. Já recebi esse título e sei o quanto ele pesa. Agradeço do fundo do coração ao meu amigo e ex-vereador laguinense Alceu Filho, que me outorgou na década de 1990.

Zunidor - KUBALANÇA

O Bloco Kubalança, do Morro do Sapo localizado ali no Laguinho, está bombando com a realização de promoções. Na sua sede provisória na Rua São José. Todos os domingos, Jorginho do Cavaco faz a diferença com apresentação do seu grupo de pagode que só tem fera.

CD FELIZ CIDADE

Com 12 músicas gravadas será lançado no dia 04 de fevereiro o CD “Feliz Cidade”, comemorativo aos 254 anos de Macapá, sob a chancela da Prefeitura. O disco traz músicas inéditas de diversos compositores, como Nivito Guedes, Manoel Cordeiro, Mauro Guilherme, Cleverson Baía,  Ana Martel, Osmar Júnior, Juliele e Fernando Canto, além de um samba de Vicente Cruz. Os arranjos são de Manoel Cordeiro.

Zunidor - RENATO VIANNA

 Há cerca de um mês viajou para a eternidade o funcionário público dedicado, aos 85 anos, Renato Vianna. Fica aqui na coluna o registro de sua partida e os pêsames à família enlutada. Meu amigo Carlos Vianna contou-me que Renato, além de boêmio que gostava de cantar e tocar violão com o pessoal da seresta em Macapá, também foi presidente da Boêmios do Laguinho.

Zunidor - RESULTADO

Infelizmente não gostei do resultado. Agora é samba no pé e a soma dos quesitos que farão da minha escola a campeã. De novo.

Zunidor - POROROCA

Deve-se louvar a dedicação do grande maestro Bababá, que regeu a bateria Pororoca, a Furiosa, comandando os percussionistas bem treinados que honram a nossa escola, como diz o samba de Vicente Cruz e Ademir do Cavaco: 
Um caso de amorOrgulho e paixãoCantar e revoar desta nação”. 

Zunidor - FESTIVAL DE SAMBA ENREDO

 O Sambódromo ficou pequeno para tanta gente que circulou acompanhando as apresentações das Escolas no concurso de Sambas de Enredo do Carnaval 2012. Achei impressionante a performance dos concorrentes, mas sobretudo  a apresentação impecável de Macunaíma e intérpretes dos Boêmios.

Zunidor - RODRIGO

O carnavalesco Rodrigo Siqueira, um dos responsáveis pela chamada revolução estética do carnaval amapaense e figurinista exclusivo da Associação Universidade de Samba Boêmios do Laguinho, está a mil por hora no incansável trabalho de orientar os operários do samba e até mesmo pegar no pesado, nos barracões da Universidade. Promete um visual para ninguém esquecer.

Zunidor - FORTALEZA

No bojo das comemorações, o DETUR, juntamente com o Departamento de Desenvolvimento Cultural da Secretaria de Educação e Cultura realizou, em conjunto, uma grande e memorável festa popular para reverenciar o Bicentenário da Fortaleza de São José de Macapá, no dia 19 de março de 1982.
O arquiteto Chikahito Fujishima foi quem retirou a rampa de acesso à fortificação e projetou a escada de madeira que ali ficou também por longos anos, até a restauração efetuada pelo governo Capiberibe.

Zunidor - CARTAZ DE ANIVERSÁRIO

 Depois de trinta anos a equipe que fez o primeiro cartaz alusivo ao aniversário de Macapá reuniu-se para uma foto. Liderados pelo jovem publicitário Walter Júnior do Carmo, o arquiteto Chikahito Fujishima, o administrador Carlos Vianna , o jornalista Paulo Oliveira e o sociólogo Fernando Canto, reuniram-se na época para elaborar ao peça publicitária institucional denominada “Adelantado de Nueva Andaluzia”, primeiro nome dado às terras amapaenses.
Foi um trabalho de peso que fez mudar o rumo das comemorações e até da economia da cidade, visto que nessa data (04 de fevereiro) há um grande movimento comercial em torno da festa.
Lembro que naquela semana (1982) a SEPLAN/DETUR realizou a programação que constava até de uma palestra sobre a data, proferida pelo saudoso historiador, professor Estácio Vidal na Praça da Bandeira, com transmissão ao vivo pela Rádio Difusora de Macapá.

Prefeitura de Macapá lança CD em homenagem a cidade

A Prefeitura de Macapá lança no dia 4 de fevereiro, durante show no Mercado Central, com início às 19h, o CD “Macapá, Feliz Cidade – 254 anos”. São doze músicas de amor a cidade de Macapá, compostas e interpretadas pelos maiores nomes da música popular amapaense.

Dentre os artistas convidados estão Patrícia Bastos, Ana Martel, Juliele, Cleverson Baia, Bebeto Nandes, Manoel Cordeiro, Osmar Junior, Miquéias Reis, Nivito Guedes, dentre outros.

Todos os artistas que participaram do CD estarão no show de aniversário da cidade, que ocorre no Mercado Central, mas que terá prévias em pelo menos cinco pontos da cidade: Praia da Fazendinha, Rua Claudomiro de Moraes próximo a Feira Maluca, Marabaixo I e Entrada da Rodovia do Curiaú.

A Prefeitura mandou prensar dez mil cópias, que serão distribuídas ao longo de fevereiro.


Prefeitura de Macapá
Coordenadoria de Comunicação


Contatos para entrevistas
Miqueias Reias - 9128 3322

Deu na FOLHA DE ÓBIDOS

Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012, 13h37
Tem obidense sendo homenageado no carnaval de Macapá
A escola de samba Universidade de Samba Boêmios do Laguinho homenageia nesse carnaval o obidense Fernando Canto e Osmar Júnior. O tema que a agremiação vem para o carnaval desse ano é: “Laguinho, África Minha: Canto e Revoadas de Dois Poetas Geniais”. Esse enredo irá contar na avenida a história musical desses artistas, que tem o bairro como fonte de inspiração.

Boêmios do Laguinho é a atual campeã do carnaval macapaense e promete surpreender  público e jurados, mais uma vez, apostando na sua criatividade, ousadia e beleza plástica.

Segundo a assessoria da escola, a proposta é valorizar as raízes e a cultura do bairro a ser a fonte da Boêmios. O presidente da Universidade do Samba, explica que continua investindo na inovação do carnaval amapaense introduzindo novos elementos tanto na abordagem como na construção temática, apelo estético e visual.

Não é a primeira vez que Fernando Canto é homenageado no carnaval de Macapá, mas esse ano está tendo um gostinho diferente. “Por ser uma escola do meu bairro (O bairro do Laguinho é o mais tradicional bairro de Macapá. É o bairro do Samba e do Marabaixo - folclore negro daqui), fiquei muito feliz pelo reconhecimento, em função da música e da literatura que faço sobre as coisas daqui.

Já fui homenageado por outra escola do Laguinho (Piratas Estiliados) em 1995 e por outra do bairro do Buritizal em 2004. Só sei que é uma coisa que bate muito no emocional. É preciso se cuidar muito”, revelou Fernando.

Fernando Pimentel Canto é professor, sociólogo, escritor, poeta e membro da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO), nasceu em Óbidos-PA. Chegou em Macapá no ano de 1962, com 8 anos de idade Sua paixão pelo Laguinho foi exposta logo cedo, sua primeira composição, feita aos oito anos, chama-se “Laguinho, Laguinho, Laguinho”. Depois dela dezenas de obras gravadas em discos e publicadas em livros sem perder de vista o Laguinho.

Osmar Júnior, nasceu no Laguinho e de lá saiu para cantar o bairro. Também personagem de valor da história do bairro e do Amapá, Osmar foi do rock ao samba embalado pela percussão de caixas e tambores. Juntos ou formando outras parcerias, Fernando e Osmar imprimem sua paixão pelo bairro onde que estejam, e Boêmios presta a merecida homenagem  aos astros Laguinenses.

O sabor e o saber (*)

MILHO, “A PLANTA BASTARDA”
Por Fernando Lokschin (**)
                                                                                
           Na geografia do alimento, a Ásia é arroz, a Europa é o trigo e a América antiga e moderna, é o milho.

A múmia de juanita, menina sacrificada pelos incas ao deus da montanha, tinha no estômago uma sopa de verduras com milho, sua última ceia. Junto a seus objetos de adorno, havia um pote de chicha, aguardente de milho, e um prato com espigas de milho. E foi aos pés dos Andes, jazigo de Juanita, que Darwin coletou amostras fósseis de milho, ele mesmo um dos primeiros a sugerir a origem americana do grão.
Na geografia do alimento, a Ásia é arroz, a Europa, trigo, a África é inhame, e a américa antiga e moderna, o milho. O primeiro vegetal cultivado na América foi um ancestral da abóbora, uma “avóbora”, mas há 7 mil anos já havia milharais nas áreas do Peru e do México. A cultura do milho foi uma das causas do fim do nomadismo e início da organização social no continente. Maias, incas e astecas se constituíram em torno do milho, comparavam-se a grãos reunidos num sabugo, numa união que fazia a força, força que fazia a união.
De pai desconhecido, o milho é chamado de a “planta bastarda”. Parece ter nascido no sul do México, num cruzamento do teosinto, gramínea que é praga nas plantações. O milho é uma grama gigante, há variedades de 5 metros. As espigas têm um número sempre par de fileiras de grãos recobertos de um envoltório de membranas. Os grãos não se liberam espontaneamente, deixados ao natural apodrecem sem germinar. O milho não se reproduz por si, sua existência depende da mão humana.
Até 11 centímetros no dia, o milharal cresce rápido – há quem jure ver o desenvolvimento da planta. O milho é um vegetal que emite sons; o deslocamento das folhagens produz estalos, murmúrios e a mítica de deuses invisíveis nas plantações.
Colombo teria sido o primeiro europeu a comer milho; o seu diário (05/11/1492) cita a planta “que alimenta as gentes daqui” com “espigas do tamanho de um braço”... “repleta de grãos semelhantes a ervilhas”... “de ótimo sabor seja cozidos grelhados ou reduzidos a pasta”. Diego, seu irmão, registrou um cultivo sem precedentes: caminhou 29 km em meio a uma única plantação.
Naquela época já havia variedades adaptadas a cada clima do continente. Os ameríndios aprenderam que sacudindo a flor masculina de um pé sobre a flor feminina de outro, a fecundação do pólen borrifado criava novas plantas com atributos mesclados. Meio milênio dessa engenharia genética transformou o milho numa superplanta que maturava em 90 dias, suas espigas cresceram de um para 20 centímetros e tornaram-se capazes de dar tanto o sustento como uma sobra para troca, o alicerce do capitalismo local.
Cabral não encontrou milho em seus dez dias em Porto Seguro, nas na descrição da passagem de Fernando de Magalhães pelo litoral brasileiro (1519), Pigafetta registrou o termo miglio. O milho que foi para a África e China saiu do Brasil. A palavra tupi para milho, abati, deriva de aba, “cabelo, pena”, e invoca as sedas da espiga. A palavra foi aproveitada quando os índios conheceram o arroz, abati-i (‘milho d’água’) e o trigo, abatinga (‘milho branco’).
Colombo levou para a Espanha o milho que, no decorrer de uma geração,se espalhou pelo mundo. Carlos X proibiu que o milho alimentasse cristãos, era comida pagã e selvagem. No Gerard Herbarium (1957), “... não conhecendo nada melhor, os índios bárbaros gostam do milho, porque transformaram a necessidade em virtude”. Diferentemente do tomate e da batata, o grão nunca caiu no gosto europeu, seu destino era o animal. O exemplo é a Irlanda famélica devido a uma praga nas batatas, recusando o socorro do milho, e a exceção é a polenta italiana, onde o milho substituiu todos os grãos europeus.
É preciso um casal para nascer uma criança, mas basta uma planta para brotarem muitas. Os nomes dos cereais decorrem desta fertilidade: de um grão de trigo germinariam três, do centeio, uma centena, e do milho, nada menos que mil. o nome não exagera, cada grão gera até quatro espigas que podem reunir, cada uma, até mil grãos. A palavra milho é neta de mil e filha de milhete (L. millet), o sorgo, forragem animal Maiz, o termo espanhol, significa “o que nos dá o sustento” em aruaque haitiano.
Para os nativos, o milho, a abóbora e o feijão eram “as três irmãs”, nasciam e cresciam juntas. Este trio trabalha em equipe a favor do solo e do homem. A abóbora impede o crescimento de ervas daninhas, e o feijão fixa o nitrogênio nas raízes. O milho é pobre em vitamina B, mas os nativos não sofriam de pelagra como os povos que dele se tornariam depois dependentes: a abóbora (e o preparo nas cinzas) dava a vitamina, e o feijão, a proteína. Sem as irmãs, o milho não poderia ter sido a base alimentar dos povos americanos.
O aproveitamento extra-alimentar do milho se iniciou cedo: o grão era conta de adorno, a folha, rica em glicose, goma de mascar, e a palha, a matéria prima de esteiras, roupas, cestas, chapéus, sapatilhas e colchões – no colchão de palha (de milho) do inca passaram a dormir os conquistadores, daí o palhaço de roupas feitas do forro. O europeu logo encontrou novas utilidades: forçava o herege a engolir grande quantidade de grãos com água e amarrava-o nu ao sol para que a barriga explodisse. Ajoelhar sobre grãos de milho foi um recurso educacional até a poucas décadas.
O sabugo é cachimbo, rola, bóia, escova, esfregão e papel higiênico – “eficiente e confortável”, assegura um texto de 1921. O índio ensinou o caboclo a fazer bonecos de sabugo: no Sítio do Pica-Pau Amarelo, o Visconde de Sabugosa era escolhido para as missões suicidas porque poderia ser reconstruído.
Os maias se consideravam “filhos do milho” – uma verdade, até sua astronomia e calendário eram centrados na planta. O milho foi adorado como um deus em toda a América; ritos e danças invocam a liturgia do plantar e colher. Os jesuítas se queixavam que para o índio a eucaristia não estava na missa, mas na roça. A safra inca se iniciava quando a chincha, a mesma de Juanita, junto às virgens que a prepararam, eram oferecidas ao chefe. O plantio, como toda a germinação era obra feminina. Cabeças de peixe eram enterradas junto às sementes – tradições míticas a serviço da adubação com fósforo. Os astecas se sentiam “milhos ambulantes” – sua palavra para ”milho”, toneuhcayotl, quer dizer “nosso corpo” – e ficaram estupefatos com os espanhóis alimentando cavalos com os grãos. O mexicano  honra a tradição Asteca e se considera um subproduto biológico e cultural do milho: só de tortilhas, consome 180 kg ao ano e até o  huitlacoche (‘excremento de corvo’), o fungo da espiga, é recheio. O milho foi o pano de fundo das rebeliões de Pancho Villa e a Emiliano Zapata – Sin maiz no hay pais.
O corpo e alma do México é o bolso dos Estados Unidos, onde 14% do território é ocupado por milharais, o dobro da área do Texas. O destino principal do milho é industrial. O milho faz tudo o que o petróleo faz, são mais de três mil produtos: colas, tintas, lápis, plásticos, congelados, óleos, sucos, concentrados, etc. A doçura dos sorvetes e refrigerantes dietéticos ou não, vem do milho. Se as folhas antes eram cobertura e isolamento os modernos revestimentos de papeis de parede usam os grãos na estrutura, cor, brilho, impermeabilização e cola. Na indústria do papel, só não recebe milho o papel-jornal e o papel higiênico, uma ironia, visto o uso histórico na toalete dos índios e conquistadores.
A maizena (< maiz) surgiu numa fabrica de tecido e hoje é pertence a Unilever, corporação nascida no sabão. A Colgate começou como empresa agrícola: pasta de dentes, sabonetes, xampus e cremes são ricos em milho.
“O que é que da um pulo e se veste de noiva?” pipoca é uma palavra tupi, os índios estouravam grãos de milho no braseiro; pipocar significa surgir aqui e acolá tal a pipoca aos pulos. O pulo da pipoca em um incêndio acidental fuga do espírito do grão espantado pelo calor do fogo, foi o salto inaugural de toda agricultura no continente.  A pipoca tornou-se “grande droga familiar americana” graças a recessão (passatempo do bolso vazio), guerra, (racionamento do açúcar, confeitos e chocolates) e televisão (o ver junto ao comer). A pipoca passou da frente para dentro do cinema na Grande Recessão, quando o público encolheu e tudo teve de ser feito pra diminuir prejuízos. O Americano come o seu peso em pipoca de microondas, um concentrado de gordura hidrogenada – o que inclui o cinema da coca e pipoca como um risco a saúde (e ao bom gosto). Pode-se dizer que o tabaco, a cocaína e a pipoca constituem a vingança tardia de um continente derrotado.
A cozinha nacional herdou a tradição afro-indigena do milho no angu, pão de milho, broa, cubu, mingau e canjiquinha, antes o arroz do pobre, e a imigração italiana trouxe a polenta. Antes da pizza e pasta, a Itália pré-romana já comia a polenta feita do grão disponível: centeio, espelta ou sorgo. O milho de fertilidade tão maior que os cereais europeus, assumiu a polenta tornando-a o sustento do italiano do norte, os polentoni. A polenta era o alimento quase único na época, região e classe social dos italianos que imigraram para o Brasil. Num texto de 1886, tais disobbligati” (diaristas) “trabalhando 14 horas por dia comem pão com sopa uma vez por semana”... “sobrevivem da polenta a qual adicionam, às vezes, cebolas e mau queijo”, sendo que no inverno “as refeições podem se reduzir a uma”. Não é à toa que pelagra é uma palavra italiana. Mais posses, mais guarnições menos pelagra: cebola, mau queijo, bom queijo, ossobuco, manteiga, alhos figos nozes, trufas, cogumelos, mortadela e inclusive bacalhau complementam a polenta. Tal o nosso galeto, era tão comum a polenta com aves que os venezianos chamavam a pura de polenta e osetiiti escapai, “Polenta e passarinho que escaparam”... Mas a polenta dá com tudo há até o apelido de Traviota, tal Violeta, uma cortesã que acasala com o disponível. E contam da bonita veneziana que costumava passear de gôndola com Lord Byron, mantendo sua polenta bem aquecida entre os seios. O Byron, poeta, degustava in loco ...



RECEITA DA “POLENTA VIOLETA”

500 ml de caldo de ralo de galinha com água mineral e manteiga
80 g de farinha de polenta
20 g de parmesão recém-ralado
Sal e pimenta
5 fatias de gorgonzola
Modo de fazer:  ferva o caldo, vá  despejando a farinha mexendo sempre até o ponto de forma (40 minutos). Acrescente o parmesão, sal e pimenta. Despeje em pratos individuais, ponha a fatia de gorgonzola no topo. Decore com ramos de verdes e sirva como entrada.

(*) Publicado na Revista Estilo Zaffari. S.d.
(**) Fernando Lokschin é médico e gourmet (fernando@vanet.com.br)

BANDA LARGA: GEA E OI ASSINAM CONVÊNIO PARA IMPLANTAÇÃO DE FIBRA ÓTICA

*
Um convênio entre o Governo do Estado e a empresa de telefonia Oi foi assinado no dia  25 passado, quando foi também lançando o Programa Estadual de Banda Larga que vai permitir a construção do linhão de fibra ótica do município de Calçoene até Oiapoque. O empreendimento é binacional e a empresa Guaiacom trabalha com o mesmo objetivo na Guiana Francesa colocando a fibra de Caiena até Saint George, a interconexão será feita na Ponte Binacional.   
O presidente do Prodap, Alípio Júnior, explicou que o trecho entre Macapá e Calçoene já existe a infraestrutura de responsabilidade da Eletronorte. O  segmento que faltava no Amapá e na Guiana para que a estrutura de fibra ótica e a Banda Larga esteja completa será construída a partir desse convênio. Além de Macapá e Santana, Oiapoque, Calçoene, Tartarugalzinho, Amapá, Porto Grande, e Ferreira Gomes terão a cobertura de internet avançada. Nesses municípios moram cerca de 85% da população do Estado.
O investimento que está sendo feito é de aproximadamente R$ 30 milhões divididos entre a Oi e o Governo do Estado. Atualmente o serviço de internet prestado no Amapá é via rádio e satélite, a conexão mais veloz atende a um número restrito de pessoas pelo custo considerado alto. Com a fibra ótica além do serviço de qualidade, o preço vai reduzir cerca de 70%. Outra vantagem é a movimentação da economia e aumento da arrecadação do Estado.
O Programa Estadual de Banda começou a ser pensado de maneira a se tornar viável em 2011.  Durante o ano inteiro aconteceram diversos encontros entre representantes do GEA e de empresas interessadas em trazer a Banda Larga para o Amapá. Em dezembro o Programa Amapá Conectado foi decretado para incentivar empresas que queiram se instalar e construir redes de fibra ótica garantindo isenção de R$ 12,5 milhões por ano para isenção do Imposto Sobre Circulação de Mercadoria (ICMS).
Com o Programa Estadual de Banda Larga o Amapá começa atende ainda a demanda de empresas européias que tentavam entrar no Brasil através do Estado. A Oi vai interligar colocar 400 km de fibra ótica. O prazo para construção do linhão é de 180 dias (Fonte: Mariléia Maciel).

ENSAIOS TÉCNICOS DAS ESCOLAS COMEÇAM NO DIA 07

Nos Ensaios Técnicos as escolas têm a oportunidade de fazer a marcação do tempo na avenida e definir espaço de alas, carros, destaques  e outros  componentes de um desfile de escola de samba. As escolas têm o tempo de 01hora e 20 minutos para fazer o ensaio. Por dia duas escolas ensaiam. O horário de entrada e saída deverá ser obedecido sob pena de pagamento de três salários mínimos. A coordenação da Liesa também tem o ensaio técnico como um teste final dos profissionais que irão trabalhar para que desfile ocorra sem problemas de qualquer ordem.

ORDEM DE APRESENTAÇÃO E HORÁRIO DO ENSAIO TÉCNICO

DIA: 07/02 – TERÇA FEIRA
21:00 – 22:20 – Emissários da Cegonha
22:30 –  23:50 – Piratas Estilizados
DIA: 08/02 – QUARTA FEIRA
21:00 – 22:20 – Unidos do Buritizal
22:30 –  23:50 -  Império do Povo
DIA: 09/02 – QUINTA FEIRA
21:00 – 22:20 – Cidade de Macapá
22:30 –  23:50 – Boêmios do Laguinho
DIA: 10/02 – SEXTA FEIRA
21:00 – 22:20 – Piratas da Batucada
22:30 –  23:50 - Solidariedade
DIA: 11/02 – SÁBADO
21:00 – 22:20 – Império da Zona Norte
22:30 –  23:50 – Maracatu da Favela
Fonte: Assessoria de Comunicação-LIESA
Mais informações: 8116-6687/9125-6015/8807-7152

ENCONTRO DE GESTÃO INTEGRADA DA UNIFAP 2012

UNIVERSIDADE DE COIMBRA ANUNCIA CANDIDATURA A PATRIMÔNIO MUNDIAL DA UNESCO

A proposta é justificada por ser o mais antigo centro de ensino português e uma das mais antigas da Europa.

 Coimbra - A candidatura da Universidade de Coimbra a Património Mundial da Humanidade será entregue na sede da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, em Paris, no próximo dia 1 de fevereiro.
Trata-se de uma iniciativa conjunta da Universidade e do município de Coimbra, noticiou a rádio ONU.
Em cerca de duas mil páginas os organizadores do processo justificam a candidatura de uma das mais antigas universidades da Europa e da zona envolvente, com tradição de Coimbra como cidade académica que remonta ao século XVI.
A proposta pretende que seja reconhecida a importância histórica da Universidade, mas também a vivência e a cultura estudantis da cidade, inclusivamente o fado de Coimbra.
O secretário de Estado da Cultura português, Francisco José Viegas, assinou na última sexta feira o dossiê que será apresentado à Unesco no início do próximo mês.
Os organizadores esperam conhecer o resultado da candidatura no fim de 2013 (Fonte: Portugal Digital).

CURTO CIRCUITO/ OFICINAS GRATUITAS

Fruto da parceria entre a Destemperados Teatro e Cinema do Rio Grande do Sul e o Ói Nóiz Akí do Amapá, com apoio do Coletivo de Artístas, Produtores e Técnicos em Teatro d Estado do Amapá – CAPTTA, Rede Brasileira de Teatro de Rua – RBTR, Palco fora do Eixo – PFE e Rede Nacional de Teatro InfantilRENATIN e patrocínio do Governo do Estado do Amapá – GEA através de sua Secretaria Estadual de Cultura – SECULT, será realizado na capital Macapá o projeto CURTO CIRCUITO, uma seqüência de oficinas práticas nas mais diversas ramificações da carpintaria teatral, visando amenizar problemas latentes que dificultam a emancipação de nossas produções em virtude da escassez de técnicos especializados em áreas apontadas como gargalos nos espetáculos Made in Amapá. Neste primeiro momento serão realizadas as oficinas de: Produção Cultural, Improvisação Teatral, Iluminação Cênica para Iniciantes e Acrobacia Aérea em Tecido. A ação beneficiará diretamente 85 (oitenta e cinco) artístas e técnicos, que ao final do processo poderão tornar – se multiplicadores das tecnologias captadas. As inscrições podem ser feitas pelo facebook (Cia. Óinoizaquitraveiz) ou enviando e – mail para oinoizaquitraveiz@gmail.com contendo: oficina escolhida, nome, número de telefone, grupo em que atua e breve histórico (máximo 08 linhas) para analise e confirmação da inscrição!
Em 13 (treze) anos de atividades ininterruptas no Estado do Amapá, o comprometimento e a responsabilidade na concepção de seus trabalhos, aliados ao  engajamento social destes atores – cidadãos, fez com que o grupo se consolidasse como uma das mais importantes companhias de arte deste estado, fato este que lhe rendeu prêmios importantes, dentre os quais destacamos: Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz, Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna e Prêmio Funarte de Artes na Rua. 
Hoje, o Ói Nóiz Akí é uma organização da sociedade civil, que visa através do fazer artístico – cultural contribuir com a redução das mazelas sociais que afligem o país. Desta forma, buscamos evidenciar direitos garantidos pela constituição, como por exemplo: o acesso à bens, produtos e serviços culturais. No entanto, nossa luta é bem maior, lutamos por um teatro que esteja intimamente ligado às causas sociais, por acreditarmos que a arte que prima apenas pela estética, renega os reais objetivos do fazer artístico, o de reconstrução do mundo. Atualmente temos focado na consolidação de um trabalho de grupo, onde as pesquisas de linguagens extrapolem as barreiras do necessário e passem a ser, POSSÍVEIS, fato este que passa a se concretizar com a criação do Centro de Experimentação Artística ÓI NÓIZ AKÍ, localizado na Avenida Marcílio Dias -480 Laguinho. Um espaço onde a arte e a cultura se encontram, literalmente em CONSTRUÇÃO!!!

OFICINAS:
OFICINA DE PRODUÇÃO CULTURAL
Ministrante: Bruna Immich
Local: Conselho Estadual de Cultura do Amapá – CONSEC-AP
Data: 01 à 03 de Fevereiro de 2012
Horário: 15:00 às 19:00 Horas
Número de Vagas: 25 (Vinte e Cinco)

OFICINA DE IMPROVISAÇÃO TEATRAL
Ministrante: Bruna Immich
Local: Teatro das Bacabeiras
Data: 06 à 09 de Fevereiro de 2012
Horário: 09:00 às 13:00 Horas
Número de Vagas: 20 (Vinte) 

OFICINA DE ILUMINAÇÃO CÊNICA PARA INICIANTES
Ministrante: Bruna Immich
Local: Teatro das Bacabeiras
Data: 06 à 09 de Fevereiro de 2012
Horário: 14:00 às  19:00 Horas
Número de Vagas: 20 (Vinte)

OFICINA DE ACROBACIA AÉREA EM TECIDO
Ministrante: Anderson Balhero
Local: União dos Negros do Amapá - UNA
Data: 01 à 04 de Fevereiro de 2012
Horário: 09:00 às 13:00 Horas (Sábado 10:00 às 13:00)
Número de Vagas: 20 (Vinte)

Maiores informações com Claudio Silva
0xx(96) 8114-9655 ou 9155-1036

REDE VIDA VAI TRANSMITIR DESFILE DAS ESCOLAS

A Exemplo da transmissão da expo-feira do ano passado, a Rede Católica de TV (Rede Vida Canais 40 e 39-Digital, TV Nazaré Canais 52 Macapá e 48 Santana) em sistema de cadeia. Estarão transmitindo Ao vivo do Sambódromo os desfiles das escolas de samba. A Rede de TV vai utilizar três links na cobertura, oito câmeras e grua. O apresentador ancora será o jornalista Helio Nogueira, que atualmente apresenta programa ao vivo nas emissoras. Cerca de 30 profissionais entre cinegrafistas, repórteres e apresentadores estarão envolvidos neste trabalho. ”O ano passados com exclusividade formos a única emissora a transmitir a expo-feira, e tivemos uma audiência extrema nos quatro cantos da cidade,e com o diferencial que foi o nosso canal de TV digital,no carnaval estaremos usando três vezes mais equipamentos proporcionando uma cobertura condigna com imagens de vários ângulos do sambódromo inclusive aéreas”disse Helio Nogueira. (Mais Informações: 9119-3565). 

PORTUGAL OFERECE ÓTIMAS CONDIÇÕES PARA ESTUDANTES BRASILEIROS

Portugal oferece excelentes condições para os estudantes brasileiros, tanto no que se refere aos valores das mensalidades dos diversos cursos como no que tange ao custo de vida.



Uma refeição num restaurante médio pode custar entre 5 e 10 euros. Mas numa cantina universitária custa menos de 3 euros. O aluguel de um quarto pode custar entre os 150 e os 300 € mensais, encontrando-se também apartamentos por preço muito mais baixos que os do Brasil.
Os estudantes brasileiros precisam  de um visto de estudo apenas para os cursos de duração superior a 3 meses. Esse visto  está  hoje muito facilitado.
A rede universitária portuguesa é muito rica e tem um enorme número de valências, em escolas espalhadas por todo o país. De outro lado, tendo-se perdido, embora, o hábito do alojamento de estudantes em casas de família, constata-se que voltou a estar na moda alojar estudantes, equilibrando-se os orçamentos familiares com a renda assim obtida.
Mesmo para a aprendizagem de línguas estrangeiras, Portugal tem sido o país escolhido por muitos brasileiros, considerando a qualidade dos institutos portugueses de línguas e a utilidade da língua portuguesa como língua de interface com o inglês, o francês o espanhol, o alemão ou mesmo o mandarim e o russo. Por outro lado, estando embora na ponta ocidental da Europa, para além de ter as melhores comunicações com o Brasil, com voos diários para mais de 10 destinos,  Portugal é uma plataforma de voos para toda a Europa a custos muito baixos.
Portugal é dos países europeus com maior potencial nas áreas de educação e do ensino, especialmente para os estudantes e os formandos dos países de língua portuguesa.
As universidades e os institutos portugueses oferecem milhares de cursos em todas as áreas.
Escolas especiais ensinam línguas estrangeiras, com interface da língua portuguesa, preparando os alunos para o ingresso posterior em escolas de outros países.
Para assistir, no plano jurídico, os estudantes que procuram Portugal como destino, a MRA dispõe de uma área de procuradoria académica, que presta os seguintes serviços:
- representação na matricula de estudantes estrangeiros em escolas portuguesas;
- representação de estudantes, formandos ou licenciados estrangeiros emprocessos de equivalência de diplomas;
- representação de estrangeiros no processamento de pedidos de vistos de estudo e autorizações de residência para efeitos escolares.
Paralelamente, a MRA dispõe de um serviço de consultoria técnica, na área pedagógica, que poderá ajudar os interessados a escolher os cursos que melhor satisfaçam os seus interesses (Fonte: Lawrei).

PROGRAMA DE BOLSAS OEA-CHINA

A OEA e o Governo da China, através do Ministério da Educação da China (MOE) está oferecendo bolsas de estudo para prosseguir os estudos de graduação e pós-graduação na China, em qualquer campo de estudo disponíveis para estudantes internacionais a partir de setembro de 2012.
Mais informações: www.oas.org/en/scholarships/china.asp  

TURISMO

A Prefeitura de Macapá também firmou parceria com a empresa aérea Gol, que está com promoção nos vôos com destino a Macapá. A ideia é trazer o maior número de turistas para as duas principais comemorações de fevereiro: o aniversário da cidade e o carnaval.

Nos postos de venda da empresa, a prefeitura está disponibilizando material publicitário que destacam a cidade, sua história e pontos turísticos. Os textos são de autoria do sociólogo Fernando Canto.

Além disso, dentro das aeronaves, estão sendo distribuídos panfletos com informações da cidade. Um deles diz:

“Dentro de poucos minutos você estará pousando em Macapá, a única capital da Amazônia banhada pelo rio Amazonas.  Nela você poderá contemplá-lo com suas marés, passear na orla e sentir no rosto o vento que vem de longe trazendo a poesia e a verve dos ancestrais que formaram o povo macapaense.  Apesar de ser fundada apenas em 1758, Macapá, cujo nome significa lugar das bacabas, há muito tempo era objeto da cobiça estrangeira, tanto que o seu primeiro nome foi  Adelantado de Nueva Andaluzia, dado pelo rei da Espanha, em 1544, a Francisco Orellana, o descobridor do rio das Amazonas. Depois foi colonizada por açorianos e povoada em seguida pelos descendentes de índios tucuju e de escravos africanos que para cá vieram para construir a Fortaleza de São José de Macapá. Ela é a maior fortificação militar do período colonial do Brasil e está localizada na frente da cidade, na margem da grande baía de Macapá.
Hoje, com cerca de 400 mil habitantes, a capital amapaense é o orgulho de uma gente feliz e hospitaleira e rica na sua diversidade ambiental e cultural.
Abençoada pelas águas, ela também se banha diariamente da energia da luz do equador, pois está esperando você no meio do mundo, sob a linha imaginária que divide o planeta.
Celebre esta data conosco e com a GOL. Conheça Macapá.
04 de fevereiro de 2012. 254º anos de fundação de Macapá”.

Com a parceria, o prefeito Roberto Góes espera potencializar o turismo local. Outra medida é a reativação dos CATs (Centros de Apoio ao Turista), onde ocorrerá a distribuição de folderes, mapas da cidade e indicação de hotéis e locadoras. A reativação dos CATs é uma iniciativa da nova coordenadora de turismo, Luzia Grunho, numa parceria com a operadora de telefonia Vivo (Fonte: Coordenadoria de Comunicação/PMM).

PREFEITURA DE MACAPÁ DIVULGA AÇÕES PARA O CARNAVAL 2012

A Prefeitura de Macapá estará presente nas ações do Carnaval 2012, através dos órgãos municipais que atuam em setores como trânsito, turismo, meio ambiente, desenvolvimento urbano, limpeza pública e saúde.

Nos dias de desfile, os agentes de trânsito da Companhia de Trânsito de Macapá (CTMac) estarão realizando blitz nos locais de acesso ao sambódromo. No ano passado, as ações ocorreram com apoio do Departamento Estadual de Trânsito. O município convidou o órgão novamente este ano.

Além disso, médicos e enfermeiros estarão prestando atendimento e agentes de saúde distribuirão preservativos e entregando cartilhas sobre prevenção. As ações de saúde durante o período do carnaval são necessários, pois estudos realizados com base nos dados do programa Saúde da Família demonstram que o mês de novembro é um dos de maior natalidade. “É reflexo das gravidezes indesejadas que iniciam justamente durante o carnaval”, explica o secretário Otacílio Barbosa.

Quanto ao licenciamento dos eventos carnavalescos, técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Semduh) e da Secretaria de Meio Ambiente (Semam) já receberam as solicitações de licenças de uso do solo e de sonorização. Juntas, as taxas somam mais de R$ 200 mil. A Prefeitura estuda isentar as escolas do pagamento dessas taxas, como tem feito nos ensaios, como forma de investimento no carnaval. Somados, impostos com ensaios e o desfile ultrapassam R$ 500 mil.

PROGRAMAÇÃO DE REINAUGURAÇÃO DO MUSEU SACACA

Após um longo período sem funcionamento  por falta de recursos financeiros, finalmente o Museu Sacaca, um dos ícones do desenvolvimento sustentável do Estado desde os anos 90, voltará a funcionar. A reinauguração com muita festa e animação será no dia 03 de fevereiro, na véspera do aniversário de Macapá.
Data: 03 de Fevereiro de 2012.

MANHÃ
8h- Cerimonial de Abertura no Auditório Waldemiro Gomes
10h- Cortejo Artístico-Cultural pelos ambientes do Museu Sacaca
TARDE
15h- Monólogo teatral do ator Giovane Coelho com texto de Fernando Canto
16h- Arte circense na maloca multiuso (Espetáculo “Ciranda de Palhaços”)
NOITE - Shows de Encerramento (Palco Principal)
19h- Juliele
20h- Zé Miguel
21h- Patrícia Bastos
22h 30min- Felipe Cordeiro
 

BOAVENTURA SOUSA SANTOS ESTEVE NO FÓRUM SOCIAL DE PORTO ALEGRE

Lisboa - O sociólogo português Boaventura Sousa Santos, que já participou em diversas conferências no Brasil, foi um dos participantes no Fórum Social Temático de Porto Alegre, que começou no Rio Grande do Sul na terça-feira, 24.
O evento, que segue os moldes do Fórum Social Mundial, estendendo-se às cidades de Canoas, Novo Hamburgo e São Leopoldo, ocorreu até dia 29, com a participação de cerca de 40 mil pessoas.
Além do sociólogo português, estavam sendo esperadas no evento as presenças da presidente brasileira, Dilma Rousseff, da ex-ministra Marina Silva, do músico Gilberto Gil, de José Graziano, presidente da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) e da líder estudantil chilena Camila Vallejo (Fonte: Portugal Digital).

I CONGRESSO AMAPAENSE SOBRE SÍNDROME DE DOWN

Com o principal objetivo de oportunizar aos pais e aos profissionais da educação e saúde um espaço de discussão e troca de experiências, tendo como sujeito a pessoa com síndrome de Down e a sua inclusão bem como popularização da ciência e a transmissão do conhecimento científico, gerado nas universidades e nos centros de atendimento à pessoa com síndrome de Down para o público, a Universidade Federal do Amapá através do Núcleo de Educação e Cultura e do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão – NEC/NAI apresentam o primeiro congresso amapaense sobre síndrome de Down com a temática INCLUSÃO ESCOLAR, SAÚDE E DIREITOS DA PESSOA COM SÍNDROME DE DOWN.

Por sua natureza, o evento contribuirá para esclarecimentos sobre a educação, saúde e direitos da pessoa com síndrome de Down para pais e profissionais da educação e saúde bem como para o desenvolvimento científico e intelectual da comunidade acadêmica amapaense. Mais informações como inscrições, apresentações de trabalhos, workshop, curso ou roda de conversa você encontra no blog  congressoamapaensesindromededown.blogspot.com, (inscrições disponíveis a partir do dia 23/01/2012).
O intercâmbio entre os diversos participantes ocorrerá por meio da realização de mesa-redonda, relatos de experiências, palestras e comunicações científicas. Através deste evento pretende-se discutir junto às diversas áreas do conhecimento novas perspectivas para a inclusão social da pessoa com síndrome de Down.

O Congresso permitirá também a aproximação e a troca de experiências entre pais, professores e profissionais da saúde com o objetivo de criar uma associação de pais e profissionais de pessoas com síndrome de Down no Estado do Amapá. Entidade cujo foco será a melhoria da qualidade de vida das pessoas com síndrome de Down no Estado do Amapá.

CORTE DO CARNAVAL E GOVERNADOR VISITAM ESCOLAS DE SAMBA

O governador Camilo Capiberibe, o presidente da Liga das Escolas de Samba do Amapá-Liesa, Orles Braga e a Corte do Carnaval iniciaram na noite do dia 30 as visitas nos ensaios das agremiações. A comunidade da única escola de samba do município de Santana, Império do Povo, recebeu a comitiva com muito samba, apresentações de destaques e agradecimentos pelo apoio dado ao carnaval neste ano. Até sexta-feira, 03 de fevereiro, eles serão recebidos em todas as quadras de ensaio das dez agremiações amapaenses que disputam o carnaval. 
A Império do Povo é fruto de duas escolas que animavam o carnaval de Santana, a Unidos do Amapá, da década de 70, e a Império Santanense, dos anos 80. Em 1993 a Associação Recreativa Império do Povo foi oficializada e filiada à Liesa. Em 2004, campeã do Grupo de Acesso, deu à escola o mesmo status de Maracatu, Piratas da Batucada e Boêmios. Hoje a escola está inserida na comunidade e investe em projetos sociais voltados para crianças, jovens e idosos.     
Camilo Capiberibe disse que acreditar no povo do Amapá é o principal estímulo para o carnaval que está em organização. “Os amapaenses estão mostrando que a valorização da cultura e da tradição pode sim se transformar em melhoria da qualidade de vida. O exemplo já pode ser visualizado com as centenas de famílias beneficiadas com a abertura de novas frentes de trabalho em várias áreas”, falou o governador. Além dos empregos disponibilizados pelas escolas, o turismo ganha impulso, uma estimativa aponta que cada turista deixa no estado cerca entre R$ 2.500,00 e R$ 3.000.00, em hospedagem, transporte, compras e alimentação.  
A comitiva do GEA, Liesa e Corte do Carnaval, formada pelo Rei Momo, o Raimundo Sucuruju, Cidadão do Samba, Aureliano Neck, e a Musa do Carnaval, Nauva Alencar, continuam as visitas. Eles estarão na Embaixada de Samba Cidade de Macapá, Unidos do Buritizal e Maracatu da Favela. Na quarta-feira, na Solidariedade e Império da Zona Norte; na quinta-feira na Emissários da Cegonha e Boêmios do Laguinho; as últimas escolas a serem visitadas são Piratas Estilizados e Piratas da Batucada (Fonte: Mariléia Maciel)

Secretários municipais reúnem para tratar da programação do aniversário de Macapá

O secretário de governadoria, Alberto Góes, reuniu nesta terça-feira, 31, com todos os secretários e coordenadores municipais para tratar sobre o aniversário de 254 anos de Macapá. Houve o compromisso de todos quanto ao engajamento na programação, de maneira que vários serviços e ações municipais, além das apresentações culturais,sejam apresentadas.

Para marcar os 254 anos de Macapá, a Prefeitura está organizando uma ampla programação que inicia às 6h do dia 4 de fevereiro em frente ao Mercado Central, com a salva de 21 tiros de canhão e prossegue com shows musicais nos quatro cantos da cidade. Um dos objetivos da programação para comemorar o aniversário de Macapá é despertar o orgulho de ser macapaense. “Precisamos fazer com que as pessoas gostem da cidade em que vivem”.

Os shows acontecerão no bairro Marabaixo I, na entrada da rodovia do Curiaú, na Claudomiro de Moraes, no Balneário da Fazendinha, no Mercado Central e na Praça do Coco. Concomitantemente às programações, acontece a Virada Cultural, com a participação de artistas da terra, percorrendo os palcos, num trio elétrico.

Dentre os artistas confirmados estão Senzalas, Osmar Junior, Juliele, Ronery, Cleverson Baía, Nonato Leal, grupos de Hip-Hop, além de artistas do circuito gospel.

Para o prefeito Roberto Góes, Macapá é uma cidade abençoada pela energia do sol equatorial e pelas águas do rio Amazonas, que passam na sua frente em seu caminho em direção ao mar. “Nestes 254 anos de fundação de Macapá queremos entregar aos munícipes um lugar em festa e de expressão da cultura, para celebrar com todos, indistintamente, a alegria de sermos deste local privilegiado pela natureza. Queremos que cada um declare o seu amor pela cidade e que cante, que ria e conte um caso para dizer dos nossos sonhos e construir nossa história”. (Fonte: Coordenadoria de Comunicação/PMM)