segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Zunidor - CONFRARIA

Telma Duarte, Presidente da Confraria Tucuju. (Foto: Joseli Dias)

O pessoal da Confraria Tucuju está correndo rápido para viabilizar a famosa programação de aniversário da cidade que ocorrerá tradicionalmente no dia 04 de fevereiro, quando a cidade completará 254 anos de fundação oficial. Muitos artistas se preparam para atuarem em shows que ocorrerão em vários pontos da cidade, a serem realizados pela Prefeitura Municipal.

MAIOR GOLEADOR DO PARÁ

Na quarta-feira passada, dia 11, na solenidade de abertura do Campeonato Paraense de Futebol, promovido pela Federação daquele Estado, o jogador Bira do Espírito Santo recebeu da Federação Paraense de Futebol o título de maior goleador de todos os campeonatos paraenses disputados até hoje.

Bira jogou no Clube do Remo e no Paissandu, de Belém do Pará, na década de 1970, superando as expectativas que já se faziam quando ainda muito jovem jogava no Esporte Clube Macapá, tendo se destacado no Torneio da Amazônia, tendo conquistado incontáveis títulos e sendo o principal artilheiro do certame.

O goleador também atuou ao lado de Falcão no Internacional de Porto Alegre, sendo campeão gaúcho, e depois foi jogar no Atlético Mineiro.

Hoje Bira trabalha na Secretaria de Estado de Esportes onde exerce cargo burocrático. Tem o hábito de reunir os amigos na “Calçada da Fama”, na casa que pertenceu a seus pais no bairro do Trem (Leopoldo com Diógenes) e vez por outra aparece no bar do Abreu para um bom papo com os amigos. No Abreu tem uma galeria de fotos com vários momentos da vida do jogador e com personalidades importantes do futebol brasileiro.

Abaixo republico o poema que fiz a ele em 2010 - a minha homenagem a este grande atleta amapaense que precisa ser cada vez mais valorizado pelos seus conterrâneos, por levar o nome do Amapá lá fora, com a glória de suas eternas jogadas.

O ELOGIO DO PÉ
            Poema de Fernando Canto
            Para Ubiratan do Espírito Santo, o Bira, craque maior do futebol amapaense

                        I
Ainda que a mão guie
O rápido correr do atleta
O pé equilibra a perseguição da pelota e seu couro
Tal como o ouro em seu brilho
Desperta e arrisca o assombro à cobiça
No fado de explodir a bola
Num voo atômico em direção à rede.
                       
                        II
O atleta – certeiro - atinge o alvo duas vezes
Pé e cabeça se harmonizam nesse objetivo
E mais vezes, mais os olhos se guiam à rede – incansável,
Mistura de inseto, soldado, animal de testa larga
Arranca cem vezes o grito da torcida enlouquecida.

                        III
É azul, preto e branco, vermelho
O gosto da loucura ecoante
De rugidos da selva, de cantares da alvorada
E de sangue guerreiro de norte a sul do Brasil:
É Bira de Nueva Andaluzia, paraoara,
Dos pampas, das alterosas,
Do espiritu sancto do gol, das vitórias domingueiras
Das tardes ensolaradas, crepúsculos festivos
Da tela não-pintada de Michelangelo
(Alegoria de Deus que entrega a bola a Adão
No leve tocar de dedos)
Como um contrato entre as partes no Éden tupiniquim.

                        IV
É Bira, príncipe da arte de chutar no gol
Viajante contumaz do oco da bola                                                                    
Onde moram os querubins do futebol

                        V
No contato da chuteira e a bola
Centelhas rompem imperceptíveis aos olhos da torcida
Mas ali, na trajetória da pelota ensandecida
Girando em curva ou reta
Corre o chute mágico do atleta uBIRAtan
Que trave alguma, vento algum, goleiro algum,
É capaz de parar ante o fundo da rede, o seu destino.

                        VI
É certo que o tempo, implacável como o goleador
Também abre ruas no rosto em movimento
Ventos empoeirados surgem abruptos dos logradouros
Como quem logra a vida em ciclos imemoriais.

                        VII
Onde se vê de novo o voo rasante dos quero-queros
Sobre verde do gramado?
Talvez no espelho da lembrança
Porque a fama, efêmera e fugaz
Faz da vida o templo da memória, onde se clama
O que ficou para trás
Onde os cantares se repetem em rituais
Para abençoar a glória dos que vencem
Em tempos que escrevemos nosso esquecimento.

                        VII
A voz grossa dos que torcem e glorificam
Deixam grandes silêncios na alma
Cobram-se cobranças, cobram-se castigos
A falta, a mão, o pênalti
E o gol, que para sempre é objetivo
Resta, então, a festa da massa em labaredas
Em gritos, confetes e bandeiras
(ou o desterro infausto em outros horizontes)                                                                         
                        VIII
Entretanto o pé-de-ouro arrisca
Em balés de pés-de-lã/ pés-de-moleque
Pés-de-pato sob as gotas de um pé-d’água na neblina
Nas estações mais aziagas das paisagens-penitências
E realiza seu trabalho de cerzir o tempo e as camisas coloridas

                        IX
Ora, a inveja é um olhar sinistro
Que se movimenta sobre a dádiva
Ofertada aos talentosos
É um ovo só
Saído das entranhas da serpente,
Para reduzir a alma que alimenta com seu ranço

                        X
Ora, o futebol não se limita a homens
Em seus campos de lama e de gramas aparadas
Há um árbitro, há rivais que se trajam de esperança
Oponentes opulentos em nervos eriçados
Quando a bola cintilante gruda ao pé do craque
E ele mergulha nas funduras do seu rio
Onde cardumes geram suas eternidades
E esperam uma coreografia não ensaiada
Para, enfim, soltar a voz contida em milênios de partida

                        XI
Ah, a pira dos deuses parece penetrar em águas abissais
De onde irrompe o grito final do campeão

                        XII
Quem não viu não mais verá. Nem ouvirá
O clamor dos ribeirinhos do Amazonas, o eco da baía de Guajará
O som ferrífero da serra do Curral e o brado dos gaúchos do Guaíba.
Quem não viu não sentirá
A poesia refletida na potência do olhar, da mira
Da luz mágica do Bira e seu bólido de vidro e luz
Transformando-se em espelho pela última vez.

                        XIII
E nós aqui tal degredados em nossa própria aldeia
Apenas com as imagens do passado e nosso orgulho
Fomos os pés, os pés do Bira
Quando o chute governava a bola
E a noite vigorava um brinde
A mais um campeonato ganho na história
Pelos pés do nosso ídolo
De sonho e de memória.

                                                                                  Macapá, 21 de abril de 2010


CIDADE ‘BRASILIANA’ DE TODOS OS ‘NAMES’

Estrangeirismos dominam nomes de edifícios novos em São Paulo, mas língua portuguesa vem ganhando mais espaço no mercado
SÃO PAULO - São Paulo pode parecer ainda mais cosmopolita se reconhecida apenas pelos nomes de seus edifícios. De palavras em português a nomes em catalão e invencionices linguísticas, incorporadoras, vendedoras e agências de publicidade e marketing exercitam a criatividade para nomear os empreendimentos da cidade. Às vezes, acertam em cheio e seduzem o consumidor. Outras tentativas mais parecem traduzir a confusão do mundo atual, cada vez mais globalizado.
Francês, inglês e pinceladas de uma das figuras mais célebres da arte impressionista foram, por exemplo, a inspiração para o batismo do condomínio Chateau Monet Residence Garden, lançamento da incorporadora Eztec na região do Tremembé, zona norte.
Estrangeirismos como esse dominaram mais de 60% das nomeações dos novos imóveis entre janeiro e novembro do ano passado, com destaque para a língua inglesa.
O uso excessivo acontece porque outros idiomas ainda são sinônimo de status para muitos consumidores, na opinião do diretor executivo da incorporadora You, Inc, Eduardo Muszkat: "É tradição usar palavras estrangeiras. Brasileiro gosta de tudo o que é de fora", diz.
Segundo ele, nomes pomposos atraem principalmente a nova classe média - orientação que a construtora Riformato parece ter adotado no lançamento do Itaquera Prime, no hoje evidenciado bairro da zona leste.
Para os mais ricos, no entanto, uma denominação extravagante como a do lançamento Amistá Special Resort, da construtora Mac, nem sempre tem ampla aceitação, na avaliação do professor de branding Júlio Moreira, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). "Se você quer falar com o público AAA, ele pode achar até engraçado. Essas pessoas preferem palavras tradicionais. É como dar um nome em inglês a um filho." (Fonte: Estadão) 

FESTA DE 254 ANOS DE MACAPÁ GANHA INÚMERAS ADESÕES

Festa da Cidade de Macapá - 247 anos

O prefeito Roberto Góes recebeu empresários, políticos e jornalistas para um jantar onde apresentou o projeto de comemoração dos 254 anos da cidade de Macapá, a ser comemorado no dia 4 de fevereiro próximo.

O projeto de aniversário inclui apresentações musicais, teatrais e literárias. O prefeito vai conceder a 254 personalidades uma comenda e medalha em reconhecimento aos serviços prestados a capital.

Serão homenageadas personalidades nos segmentos do esporte, cultura, política, religião, além de responsabilidade social. O artista escolhido para receber a homenagem magna da festa é o violonista Nonato Leal.

Nonato Leal, que completa 85 anos em 2012, terá um show em sua homenagem com a presença de artistas como Cleverson Baía, Fabinho, Venilton Leal e a participação especial do mestres Vieira, ícone das guitarradas do Pará.

Durante a festa, o prefeito distribuiu obras de arte do artista plástico Wagner Ribeiro e destacou a importância de que todo o setor empresarial se engaje na festa, visto ser uma comemoração não apenas da prefeitura, mas de todos.

A operadora Vivo fechou parceria com a prefeitura e lançará cartões telefônicos comemorativos à festa, além de lançar torpedos com a programação. A operadora responde por 52% do mercado de telefonia móvel local.

O promotor Iaci Pelaes e o juiz Heraldo Costa, que também são líderes das igrejas evangélicas, anunciaram que durante as comemorações do centenário da Assembleia de Deus, será incorporado o selo comemorativo dos 254 anos, fazendo com que as igrejas também celebrem a festa.

Já a Confraria Tucuju, que realiza um evento tradicional no dia 4 de fevereiro, terá o prefeito Roberto como convidado de honra, tanto no partir do bolo quanto no almoço dos pioneiros. (Fonte: Prefeitura de Macapá /Coordenadoria Municipal de Comunicação).

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Será que esse curso é bom?

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Faixa exposta na Rua Sanos Dumont, esquina com a Avenida 13 de Setembro.

CARTA DO NATAL

Amanhecer (Foto de Juvenal Canto)

Escrevi este texto no final de 2001, três meses depois do ataque ao World Trade Center (New York, 11 de setembro de 2001). Republico-o novamente, pois o republiquei em 2009, para desejar a você que acessa este blog votos de paz e harmonia, de serenidade e de responsabilidade para com a cultura brasileira e com o meio ambiente. Felicidades em 2012.

QUERIDO NATAL


Eu quis tanto entender as coisas que cercavam o meu olhar
Mas me disseram que eu não era mais um bebê perguntador

Procurei uma bola de cristal que um dia vi num desenho de gibi
Para poder visualizar o futuro do mundo
Mas também me desestimularam a insistir

E eu fiquei durante horas imerso num tempo estático e infeliz
Imaginando o que se pode destruir pelo fogo e pela força da paixão

Depois passei a indagar a todos de onde vim, para onde ia...
Chamaram-me de chato e fuçador no adolescer da vida
(Espinha-pus-explosão-espelho)
E que o tempo – bem diziam - se encarregaria
De tudo esclarecer
Bastava que estudasse e não faltasse com atenção
Aos movimentos circulares das tardes calorentas

E eu cresci com a vista olhando níveis diferentes
E ângulos de equiláteras saudades
Vendo ao meu redor cada detalhe e além dele

Pulsava em mim por esse tempo, preso,
Um jaguar feroz longe do seu habitat
Eu não sabia, mas já desconfiava que fosse um bicho
Denominado amor
Inscrito pelos mapas como um sinuoso réptil
Um rio em meandros banhando praias astrais

Então amei sem ter limites
Assim como quem sorve a fruta toda
Onívoro, alimentado até de brisa

Mais tarde, consciente de meus atos e proventos
Fiz a prole inevitável e esbravejei contra opressores
Cada palavra era um latido de um discurso inútil na pobreza
E desprezada pelos que não sofrem
Mesmo assim acreditei no gênero que faço parte
E me enriqueci de seu arroubo e ousadia

Em outras partes do planeta eu vi - atônito,
O que é capaz de conceber o ser humano
Em qualquer dia onze de setembro
Quando a máquina avoante era um bólido de lágrima
Antecedendo chuvas de morte e desespero
Nas cavernas dos desertos em ebulição

Foi um ano duro e triste
Como todos, aliás, para os que sofrem
O eterno esquecimento dos que podem

Aqui mesmo na Amazônia onde me chuvo e me desenho
Ainda me dizem o que diziam os que não respondiam
Como se fosse fácil descobrir a cada instante e por si só
A dor debaixo dos sapatos e um vácuo atrás do sol

Foi duro procurar a bola de cristal, a pedra, o Graal
E encontrá-los antes de veleiros tristes que partiram
E velá-los por um tempo que se esvai agora no rumo do horizonte

Assim mesmo e antes que se esgote a força
Um passo deve ser cruzado além do fosso do milênio
Para que as perguntas das crianças

Tenham o eco da esperança

E os adultos o gesto nobre de ofertar a flor

Foi um ano duro e triste sim, natal querido
Para muitos mais que isso
E aqui, embora eu saiba que ainda tenha o rio e a mata
Quero me encantar sem prantos, me aguar quebrantos
E dividir a gota, o brilho e o verde desta paisagem
Entre todos os que acreditam num mundo melhor.

FELIZ NATAL DA SÔNIA, DO FERNANDO CANTO E FAMÍLIA PARA VOCÊ QUE É DO CORAÇÃO

Zunidor - HERUNDINO

O jogador de futebol Bira do Espírito Santo, o Bira Burro, que jogou no Macapá Esporte Clube, no Remo e Payssadu (PA), no Internacional (RS) e no Atlético Mineiro, entre outros, me conta que o seu pai, o seu Herundino do Espírito Santo, às vezes era comparado ao famoso seu Lunga, do Ceará. Certa vez ele chegou em casa e sua mulher perguntou: - Vem chuva aí, Herundino? E ele respondeu: - Eu não vim do céu... Como vou saber?

INDERÊ! Volto zunindo na semana que vem.

Zunidor - NATAL ILUMINADO

Igreja de São José


Igreja de São Benedito
 A cidade está muito bonita à noite. Não foram só as instituições políticas que enfeitaram os prédios públicos (Por sinal alguns deles com uma decoração de gosto duvidoso). As igrejas estão iluminadas e muitas residências particulares fizeram sua parte para com nossa Macapá. Há dez anos coordenei na PMM o primeiro concurso de decoração natalina residencial e de vitrines de lojas da cidade. Tempos mais iluminados.

Zunidor - BANCO DA AMIZADE



Frequentadores do Banco da Amizade
Boto Malhado

Osvaldo Simões e Sr. Marinho

Eu a a dançarina de marabaixo

Dançarina de Marabaixo
Eu e o velho Bené


Família Piquinha

Osvaldo e Isabel.

Todos os anos os moradores do bairro do Laguinho realizam a festa do banco da Amizade ali na Rua General Rondon. E já se vão cerca de 40 anos. Tradicionalmente é feita no dia 26 de dezembro, com muito churrasco, caldo e bebida à vontade. Quando iniciou os frequentadores do banco pediam contribuições aos passantes e penduravam garrafões de vinho nos galhos da mangueira. Agora tem apoio financeiro de instituições e políticos. Muito show de samba, pagode, batuque e marabaixo rolou por lá.

Zunidor - ANDRÉ MONT'ALVERNE

Vai um GRANDE PARABÉNS ao André Mont’Alverne que varou no Vestibular em 9º lugar no curso de Arquitetura e Urbanismo da UNIFAP, com o mérito de não ter feito cursinho pré.

Zunidor - VESTIBULAR

 Saiu no dia 29 pela manhã o resultado do Processo Seletivo da UNIFAP para 2012. 1040 vagas foram preenchidas em diversos cursos, sedo que 50% das vagas foram preenchidas pelos estudantes que optaram concorrer pelo Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM. O reitor Tavares informou que 129 treineiros também passaram que a UNIFAP se prepara para realizar outro PS no meio do ano e para o campus Binacional do Oiapoque. 

Zunidor - BALÉ DE LUZ

Foi um sucesso o novo show da cantora Juliele no Teatro das Bacabeiras no dia 23 de dezembro. Foi um presente de natal para o público que gosta da música regional e de dançar. Em que pese alguns pequenos erros, o espetáculo fez vibrar os espectadores que lotaram o TB, principalmente pelas performances dos dançarinos que acompanharam a cantora em várias das músicas interpretadas. Dê-se um valor especial às crianças que representaram meninos de rua, ao Yuri, tataraneto de Julião Ramos, dançando Marabaixo; aos dançarinos portadores de síndrome de Down e ao Gessandro, um bailarino de muito talento. A música que dá título ao CD e ao show, Balé de Luz, é de minha autoria e de Manoel Cordeiro.  O espetáculo agigantou a cantora com seu novo estilo de cantar, uma proposta muito boa de releitura de clássicos populares da Amazônia e um repertório bastante variado de ritmos e vertentes musicais da região, com a especial atenção de que a maioria das composições foram produzidas por compositores amapaenses.

Zunidor - MAIS SEIS MILHÕES EM OBRAS

 Depois de uma leva de críticas sobre as obras da UNIFAP, feitas pela imprensa, o reitor José Carlos Tavares anuncia que o MEC empenhou mais seis milhões de reais para obras do Câmpus Marco Zero. Os recursos advêm de uma emenda parlamentar de bancada capitaneada pelo ex-senador Papaléo Paes, reconhecidamente um parlamentar que direcionou muitas de suas emendas para a educação do Estado do Amapá.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Zunidor - GUAIRACÁ NUNES

22122011634 Guairacá Nunes,Filocreão e Leo Platon Encontrei o Guairacá Nunes, que é assessor do Senador Randolfe Rodrigues, durante a festa de aniversário do professor José Carlos Tavares, na reitoria da UNIFAP. Guairacá está de volta para morar em Macapá. É ligado a área do meio ambiente e é um dos filhos mais novos de Janary Nunes, primeiro Governador do Território do Amapá. Na foto com o Vice-Reitor Filocreão e o empresário Leo Platon.

Zunidor - SABATIÃO

03122011427 Dia 23 foi a vez do cantor/compositor Sabatião realizar seu show na Casa de Choro do Ceará da Cuíca. Foi muito legal e bastante prestigiado pela galera que gosta de samba com sabor regional. Na foto com a esposa Eunice Pereira.

Zunidor - GABRIEL PENHA

27122011710 Jornalista Olha aí o jornalista Gabriel Penha se empenhando em acabar com o estoque do Abreu.

Zunidor - CALIXTO

27122011709 Calixto e eu Foi um prazer encontrar com o amigo Calixto no bar do Abreu. Veio passar as festas de fim de ano após longa estada em Natal-RN.

Zunidor -NONATO

27122011705 Nonato_famíla Vai um É BIG! Para o meu amigo Nonato Monteiro, que comemorou esta semana o seu ingresso na casa dos SEXagenários. Na foto com a família.

Zunidor - DISPUTAS CARNAVALESCAS

Com a aproximação do carnaval começam a se acirrar as disputas entre os membros das escolas de samba. As polêmicas normalmente giram em coisas que nem se ligam ao samba propriamente dito, como as gozações pela falta de sedes-próprias, transporte, e outras coisas. O palco das disputas são sempre os estúdios de emissoras de rádios. Ainda bem que têm programas muito bons feitos por quem conhece o metier, como o Armstrong, o Heraldo Almeida, o Ivo Canutti, o Azevedo Picanço, o J. Ney e outros.

Zunidor - Bi

16122011541_bi O cantor Bi trindade, que agora integra a equipe do Zé Miguel na Secretaria de Cultura informa que vai realizar um show solo neste fim de ano, reunindo músicas inéditas de sua autoria e outras já gravadas do Grupo Pilão, com novos arranjos. Bi é fundador do Grupo, mas sempre que dá faz show individual. Ele costuma dizer para o Sandoval (foto): “- Já fiz a minha parte, né?”

CIDADE DO SAMBA

cidade do samba Foi na semana passada a inauguração da Cidade do Samba, que leva o nome oficial de “Alice Gorda”, a Maria de Lourdes de Azevedo, uma homenagem à Rainha Momo do Carnaval, que reinou por longos anos ao lado do Rei Sacaca. Abaixo as fotos do cantor e compositor Arlindo Cruz, personalidades carnavalescas e os grandes barracões que abrigarão as dez escolas de samba participantes do carnaval.

21122011626 Nega Vânia no palco Nega Vânia, Rainha da bateria dos Boêmios do Laguinho e os intérpretes do samba-enredo

20122011624Cruz, Lino e eu Vicente Cruz, Francisco Lino e eu.

20122011621Vicente, Vânia, Macunaíma e lino Cruz, Vânia, Macunaíma e Lino.

20122011619 Sucuriju Sua Majestade Sucuriju, o Rei Momo

20122011618 Arlindo Cruz Arlindo Cruz

20122011612 Nena Nena, percussionista

20122011610 João Capi e Durval Melo João Capiberibe (o Garimpeiro) e Durval Melo.

20122011605 Paulão_luis_JoãoSiva_Pereirinha Paulo Silva, Luis, João Siva e Pereirinha

Zunidor - PERIPÉCIAS

Recebi com muito carinho o livro “Peripécias da Natureza”, do poeta Jonas Diego Teles, publicado em 2008. O volume traz 74 poemas nascidos da experiência do autor como agricultor em seu contato com a natureza. O escritor Paulo Tarso Barros afirma: “Não se espere aqui encontrar os experimentos linguísticos de um expert, os vôos delirantes de um poeta angustiado, mas com certeza vamos nos deparar com as experiências de vida e com a imaginação de um ser humano que descobriu sua arte através dos olhos da alma, esse olhar que somente os artistas conseguem traduzir. Por isso, acredito que este início de jornada poética do Jonas Diego Teles, o leve a encontrar novos caminhos pra a sua poesia, uma poesia singela, com odores e sabores do nosso país, da nossa terra abençoada, onde cantam pássaros e um oceano de água doce tão poderoso e amado”.

Zunidor - BAR DA DONA NEUDA

 17122011545_bar neuda O bar da Dona Neuda, ali na Hamilton Silva com a Duque de Caxias, é palco de muitos encontros de amigos, sempre aos sábados, e principalmente nas festas de fim de ano. Um churrasco preparado pelo Anísio e pelo Fernando Cunha foi a razão da festa onde se encontraram respectivamente, João Gaúcho (sua esposa Deusa, que bateu a foto), Pedro, Japão, Fernando Canto, Fernando Cunha, Fernando Bedran e Anísio.

Zunidor - PIERRE

17122011547 pierre_alcolumbre

17122011552 Santa_Consola_pierre

17122011560 Tadeu e consola

O empresário e cantor Pierre Alcolumbre que sempre se apresenta na Casa de Choro do Ceará da Cuíca deu um show “à capela” na casa do César Bernardo em homenagem à geóloga Santa, que a ouve atentamente acompanhada da Consolação. Tadeu Pelaes, Viana e delegado Tito também ouviram o artista.

Zunidor - METRALHA

 17122011573 Jocelito marques Meu amigo Jocelito Marques não perde uma promoção do Abreu. Seu réveillon foi tão animado que ele resolveu desencantar um ícone dos quadrinhos que lhe marcou por toda a adolescência. Era um dos “Metralhas” do Igarapé das Mulheres (vejam a camisa que veste), juntamente com alguns dos seus irmãos, o terror daquela comunidade. Assim falam as más línguas. Diiiiz-que!

Zunidor - Munhoz

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O professor Antonio Munhoz, que faz os seus oitenta anos em fevereiro, prepara-se para mais uma viagem à Europa. Na foto com o autor do livro “Mestre Açaizeiro”, lançado recentemente, César Bernardo de Souza. Na foto seguinte está com a socióloga Luíza Mont’Alverne. Na outra com o empresário Lindoval Peres.

Zunidor - BRILHANDO EM SÃO PAULO

wesley O flautista amapaense Wesley Sampaio, que é filho do maestro Elias Sampaio, tocou no dia 18.12.11 na Sala São Paulo como solista da Orquestra Sinfônica Bachiana, sob a regência do maestro João Carlos Martins. Wesley é um dos talentos amapaenses da música que brilham fora do Estado.

MORREU O PINTOR PANTALEÃO

 

27122011696Pantaleão_tela 27122011699 Pantaleão_maternidade 27122011698Pantaleão_escultura

 

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 27122011700 Pantasleão_macapá_hotel

O artista plástico Pantaleão morreu na segunda-feira (26.12.11) de um fulminante infarto quando se encontrava na praia do Araxá, na orla de Macapá, coletando material para a feitura de seu trabalho. Pantaleão era pintor e escultor, e aproveitava troncos trazidos pela maré para realizar o seu trabalho, por sinal muito apreciado pela crítica local. Possivelmente o esforço físico feito para trazer os pesados troncos da beira do rio contribuiu para a sua morte. Tinha apenas 45 anos de vida e era formado em Artes Visuais pela UNIFAP.

Recentemente organizou uma exposição de telas e esculturas entalhadas na madeira, além de inúmeros objetos que caracterizavam a sua criação artística, tão diferenciada da maioria dos nossos pintores. Há muito o artista vinha navegando em um estilo próprio, que ganhava uma expressão bem característica quando aplicava as cores com uma técnica especial, desenvolvida por ele. Sua temática era sempre voltada para as coisas da Amazônia.

Pantaleão preparava-se para inaugurar uma desejada galeria de arte que conseguiu fazer em sua própria residência e se preparava para uma exposição no Salão Negro do Congresso Nacional, em Brasília.

Com ele se vai mais uma esperança de se (e)levar o nome do Estado através de sua arte, que certamente seria apreciada por críticos especializados, dada a beleza das cores utilizadas e o seu estilo inconfundível.

Num lugar como o nosso, onde a cultura sempre se preocupou com eventos de massa, como shows musicais, carnaval e festas juninas, as artes plásticas, a literatura e outras artes são consideradas menores. E assim vem a pergunta: - Quando será que vão respeitar as outras expressões artísticas? Acho que agora deveriam pelo menos fazer um registro da sua obra em livro, para que as gerações vindouras tomem conhecimento da importância de Pantaleão como artista amapaense.

ONZE NATAIS

Texto de LUIZ JORGE FERREIRA

Quincas queria ser Papai Noel, mas Quincas era preto.

Luiz queria ser a grande rena-guia, mas Luiz era baixinho.

Bebeçudo queria ser o arauto, mas bebeçudo era gago.

Coló prontificou-se a arrumar os brinquedos, mas colo era sequelado de pólio e tinha dificuldades motoras.

Saçuca queria ser o guia, mas Saçuca era quase cego.

Rex, o grande cão, estava a postos: os pelos limpos, os dentes escovados.

Eles tinham usado a escova de Ângela, irmã maior do Bebeçudo.

O cachorro estava enfeitado de tiras de pano e sobras de purpurina. Tinha esmalte de unha nas patas e uma lista no dorso feita com tinta branca de sapato. Rex foi guardado no banheiro até a hora da partida.

A caixa de papelão em que a mãe de Quincas guardava a roupa limpa dos fregueses de “roupa lavada para fora” foi decorada com borboletas coloridas, presas nela com espinhos de laranjeiras.

Cheio de plumagem de galinha no rosto, Quincas estava simpático de brancas barbas e enormes bigodes.

Ensaiaram a música aprendida na escola pública.

E reuniram os presentes a serem ofertados.

Quincas doaria um chinelo feito com sobras de pneu de carro.

Bebeçudo um livro de Monteiro Lobato gasto de riscos de lápis e rasgões aqui e ali, que nunca conseguira ler.

Coló, dois dentes de leite presos a um sujo e puído fio de nylon que inutilmente tentara trocar com a tal Fada do Dente, por moedas.

Saçuca, meio a contragosto, doaria uma estória de poraquê que seu pai lhe contara em uma roda de pinga e pescaria.

Luiz ficou com a tarefa de conseguir sal para temperarem as mangas verdes que ofertariam como ceia.

Enquanto organizavam esta empreitada a noite foi avançando.

E de repente já era muito tarde para que cinco moleques descalços, vestidos apenas com calções encardidos e camisetas descosturadas, saíssem com fome de suas casas e andassem pelas ruas escuras e silenciosas da Vila, procurando crianças pobres para doar presentes.

Era perder tempo. Que crianças mais pobres iam encontrar que eles mesmos?

Depois de perambularem um pouco pelo quintal, tornaram a sentar e cada um apanhou o que mais lhe agradava dos presentes reunidos e em seguida comeram as mangas temperadas com sal. Estavam a sós na casa de Bebeçudo. Os pais haviam ido à fila da Prefeitura pegar a cesta básica.

Satisfeitos, abraçaram Quincas, “O Papai Noel” que havia distribuído os presentes. Abraçaram-no com tanta alegria que o derrubaram sobre a caixa de papelão, provocando um imenso barulho e sujando a roupa limpa.

E Quincas choramingou despregando a barba branca, descolando os bigodes. Pensou na surra que levaria de manhã por ter sujado a roupa limpa.

Cansados dormiram ali mesmo no chão de terra batido.

No quintal, Rex mergulhando na bacia cheia de água, latia e rosnava satisfeito de ver aquele monte de purpurina colorida flutuando, em meio a sua urina amarela. Parecia natal.

Quando os pais chegaram, os cinco estavam mortos, envenenados de manga com carbonato de sódio.

Rex continuava latindo. Agora bem mais devagar.

(*) Luiz Jorge Ferreira, médico e poeta, ex-morador do bairro do Laguinho em Macapá. Reside atualmente em São Paulo. Abaixo, trechos do e-mail encaminhado a mim, com este presente literário.

BROTHER (FERNANDO)  E SISTER (SONIA).  TERMINA 2011. LENDO COM ASSIDUIDADE AS NOTÍCIAS NO "CANTO DA AMAZÔNIA" E POR MUITAS VEZES VENDO OS RETRATOS (INCLUSIVE NO JOÃO LAZARO) TENHO UMA SENSAÇÃO DE "ESTAR" IMENSA QUE A MIM PERMITE CONSERVAR INTACTA.
O CORDÃO UMBILICAL COM MACAPÁ EXATAMENTE COMO ELE O ERA.
PARA SER SINCERO APENAS NÃO GOSTO DE VER (SEM EGOÍSMO) PRÉDIOS SURGINDO, MODIFICANDO MINHA MEMÓRIA... RUAS NOVAS APARECENDO...
POR ONDE NUNCA ANDEI, E SE ANDEI ERAM "CAMINHOS" COMO O DO PACOVAL, QUE AGORA JÁ NÃO O SÃO COMO ERAM. E MUITO MAIS QUANDO SÃO RUAS E AVENIDAS BATIZADAS COM NOME DE AMIGOS E CONHECIDOS. TENHO ENTÃO A SENSAÇÃO DO ARRANCAR DE PEDAÇOS.
MAS ISTO É A VIDA E SE ACEITEI VIVER, ACEITEI O JOGO, ACEITEI AS REGRAS.
PARTICULARMENTE FAÇO USO DESTE TEU ENDEREÇO E MANDO A VOCÊS UM GRANDISSIMO ABRAÇO. DAQUELES QUE SÓ A GRANDE SAUDADE CRIA. LUIZ JORGE.

SAIU O CD COM OS SAMBAS DE ENREDO DO CARNAVAL 2012

Os presidentes das 10 escolas de samba do Amapá já têm em mãos os CDs do carnaval 2012. Orles Braga, presidente da Liga das escolas, fez a entrega dos discos com os sambas de enredo que serão desenvolvidos durante os desfiles, em fevereiro. Cada escola recebeu cem CDs com encarte de letras e detalhes relacionados a cada  agremiação. As escolas irão comercializar os discos e transformá-los em renda para deixar o desfile mais aperfeiçoado.

O CD começou  a ser produzido em 2010 em Macapá e foi masterizado no Rio de Janeiro. Ele seria para o carnaval deste ano que não foi realizado por decisão do Conselho da LIESA. Algumas alterações foram feitas este ano, mas a maioria decidiu manter o que estava gravado. Maracatu da Favela, Piratas Estilizados e Piratas da Batucada mudaram o enredo, e a Jardim Felicidade mudou a nomeação para Império da Zona Norte.

Além de gerarem  renda para as escolas e LIESA, os CDs são importante para a divulgação dos sambas, que precisam ser popularizados antes do carnaval. Após muitos anos é novidade o CD chegar antecipadamente, o que era considerado prejuízo. “É preciso que os sambas estejam na boca do povo, da torcida, por isso o esforço foi positivo. Agora temos chance de vender os discos e melhorar o caixa até fevereiro. É um bom presente de fim de ano”, disse presidente Orles Braga.    

Hoje foram repassados pela Cannuty Comunicação, que produziu o CD, 1.100 discos. Os cem discos excedentes ficam com a LIESA Até a primeira quinzena de janeiro os 5 mil CDs estarão disponíveis nas escolas de samba e na LIESA e serão comercializados a R$ 10,00. Na ficha técnica a presença de experientes ritmistas e intérpretes, como Aldo, Claudete, Pelé, Maniçoba, Mexicano, Alan Gomes e outros, e os mestres da bateria Carlinhos Bababá, Renatinho, Mistura Fina, Riba, Meia-Noite  e Irlan. (Fonte: Assessoria de Comunicação-LIESA)

VIAGEM PARA MUDAR (*)

Fernando Canto

Na cachaça do ano novo é muito comum fazermos resoluções e promessas de mudança no comportamento, no trabalho e nas relações sociais. Planejamos novas ações e juramos mudar, custe o que custar. E temos poder para isso. Se quisermos mudar para melhor porque não tentar? O problema é sair da nossa zona de conforto e experimentar algo que pode ser ruim ou bom. No entanto resistimos às mudanças.

Um famoso psiquiatra austríaco, Viktor Franki, disse que a coisa mais importante que a psicologia pode e deve fazer é nos impressionar com nossos próprios poderes, principalmente nosso poder de mudar e crescer. Porém não é sempre que nos esforçamos se estamos no nosso conforto e nem sempre desejamos mergulhar em águas desconhecidas, correr esses riscos...

Assistindo ao mundo em movimento é que podemos perceber que estamos indo junto com ele, em uma viagem sem volta, num trem galáctico, rumo às estrelas do infinito. Daí é possível entender que consciente ou inconscientemente somos empurrados a estados e condições diversos, pois os processos de mudança são inexoráveis e inerentes à dinâmica da vida. E assim também as organizações sociais.

Desta forma, ao pensarmos as mudanças que querermos por necessidade, certamente tomamos consciência dos eventos a nossa volta e seus efeitos em relação às nossas escolhas. E é então que alimentamos nossas expectativas sobre a nossa atuação no passado recente. Nessa expectativa é melhor fazer um sobrevôo sobre nós mesmos e olhar os sinais e sintomas de mudança que precisamos, para que possamos mudar.

Lá fora nossas esperanças ainda não morreram. Há sinais de troca e de mudanças estruturais. Novos sonhos são acalentados diariamente pelas pessoas e muitas delas que exercem ou que exercerão cargos de decisão indubitavelmente terão de fazer surgir, pelo trabalho, mudanças em todos os níveis, que serão acompanhadas pelas pessoas que os escolheram numa dialética constante, praticada cotidianamente, principalmente pela imprensa

Transformar, modificar, revolucionar não é apenas mais uma necessidade dos seres humanos. As organizações aprendem muito rapidamente que suas fronteiras mudam a cada minuto, e por isso se voltam para o enfrentamento de novos desafios e buscam nos seus servidores graus maiores de eficiência que podem evoluir e acompanhar suas novas necessidades com pragmatismo e equilíbrio. No entanto nem sempre os debates, cursos, palestras e ensinamentos sensibilizam os atores sociais, notadamente no serviço público, onde se percebe claramente que a empolgação das pessoas é efêmera, e que elas oferecem mais suas próprias críticas e medos que suas habilidades, conhecimentos e capacidades analíticas. Quase em nada contribuem para a totalidade e missão das instituições pelo conformismo e conforto que estão aninhadas com suas limitações em se adaptarem às novas tecnologias, na tensão infindável da luta diária.

Nem tudo, porém, está perdido. Apesar de sempre haver resistência ao novo, a História está aí para dar seu testemunho de sucesso àqueles que ousaram acreditar em si mesmos e conseguiram mudar o mundo. Para transformar, e para transformar-se é necessário ter suporte emocional e equilíbrio, algo que estabeleça a harmonia e desperte o potencial interior que todos os seres humanos possuem para mudar.

Nesse sentido podemos aprender que falar em mudança não requer se basear em livros de auto-ajuda, nem sequer na espiritualidade. Na viagem do trem rumo às estrelas começamos a nos conscientizar dos impactos que causamos quando decidimos fazer mudanças e o que elas provocam nas dimensões físicas de um órgão ou nos conteúdos culturais das pessoas e nas suas emoções.

(*) Publicado no Jornal do Dia em dezembro de 2008.