sábado, 12 de maio de 2012

ENCONTROADAS - Célio Alício



Célio Alício e seu inseparável crachá na companhia do jornalista Rodrigo, de Mazagão.

CNJ aprova fórum para a liberdade de imprensa


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou a criação de um fórum nacional para acompanhar decisões judiciais contrárias à liberdade de imprensa. As atribuições da iniciativa ainda serão detalhadas em futura normatização.

A proposta foi aprovada durante sessão do conselho, na última terça-feira. De acordo com presidente do CNJ, Carlos Ayres Britto, um dos objetivos será monitorar sentenças judiciais que contrariem a decisão do Supremo Tribunal Federal que derrubou a Lei de Imprensa em 2009.

A proposta de criação do fórum é do próprio ministro, que assumiu a presidência do STF no mês passado. Será chamado de Fórum Nacional do Poder Judiciário e Liberdade de Imprensa e funcionará no CNJ.

A criação da iniciativa foi adiantada por Britto no Seminário Internacional de Liberdade de Expressão, realizado na semana passada, em São Paulo. Durante o seminário, especialistas apontaram as decisões judiciais como uma das maiores ameaças à liberdade de imprensa. (Fonte: Assessoria de Comunicação da Abert)

VII Conferência Legislativa sobre Liberdade de Expressão acontece na próxima terça-feira em Brasilia


Na próxima terça-feira (15), jornalistas, autoridades do legislativo e do judiciário, radiodifusores, publicitários  e estudantes estarão reunidos na Câmara dos Deputados, na VII Conferência Legislativa sobre Liberdade de Expressão  para debater o tema “Como a legislação eleitoral pode afetar a liberdade de expressão”. O evento celebra o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, 3 de maio.
O encontro  é promovido  pelo Instituto Palavra Aberta e pela Câmara dos Deputados, com o apoio da Abert, Associação Nacional dos Jornais (ANJ), Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner), Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap). “A ideia é trazer especialistas e autoridades para debater o assunto e iniciar uma discussão que possa contribuir para o avanço da legislação, de forma a torná-la mais atual, mais dinâmica e que reflita a realidade de hoje, sem prejuízo à liberdade de expressão”, acredita Patricia Blanco, presidente executiva do Palavra Aberta.
O presidente da Câmara, Marco Maia, fará uma saudação inicial, às 9h. Já está confirmada a participação da ministra Carmem Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na palestra de abertura, da ministra Helena Chagas, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM), e do presidente do Senado, José Sarney.
A conferência está organizada em dois painéis: o primeiro discutirá “Lei Eleitoral e a Liberdade de Expressão – os desafios da legislação eleitoral no cenário atual”, com a participação do Jurista José Eduardo Rangel de Alckmin  e dos deputados Henrique Fontana (PT-RS) e Roberto Freire (PPS -SP). A jornalista Eliane Cantanhêde, do jornal Folha de São Paulo, será a moderadora.
O segundo painel terá como tema “Mídias Sociais e Restrições Eleitorais – como a utilização de novas plataformas pode afetar a legislação eleitoral”. Participam o advogado Gustavo Binenbojm e os deputados Alessandro Molon (PT -RJ) e  Eduardo Azeredo (PSDB),  sob a moderação do jornalista Jorge Moreno, de O Globo. O término da conferência está previsto para as 12h.
Para participar, basta enviar um e-mail para eventos@palavraaberta.org.br . A inscrição é gratuita e as vagas limitadas. (Fonte: Assessoria de Comunicação da Abert).

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Zunidor - PRESENTÃO



            Recebi um presentão do arquiteto e artista plástico Adaury Farias. Um quadro pintado pelo grande pintor amapaense Manoel Costa, que pertenceu ao acervo da sua família. É uma das primeiras paisagens feitas por Manoel antes de ir para o Rio de janeiro estudar na Escola de Belas Artes, hoje Parque Lage. Foi feita em 1966 e está meio deteriorada por cupins e pelo tempo, pois a técnica utilizada pelo artista é conhecida por assemblage, que consiste em colar objetos na tela, confeccionada com tinta óleo, massa e galhos de madeira intervindo no contexto da paisagem.
            Levei imediatamente para ser restaurado pelo melhor restaurador do pedaço, o também pintor e escultor Hernandes Melo, que também restaurou quadros feitos sobre compensado do padre Fúlvio Giuliano para mim.

Zunidor - ABREU




            Repercute positivamente na cidade a inauguração do novo Bar do Abreu. Tica Lemos e galera do balcão estiveram comemorando os 56 anos do Ronaldo, com direito a bolo e musiquinha tradicional.

Zunidor - EXPOSIÇÃO DE ARTES PLÁSTICAS


Tela de Ivan Amanajás. Arquivo pessoal

            A Escola de Arte Cândido Portinari comemorou o dia do Artista Plástico com uma exposição e um coquetel ofertado a quem compareceu no Centro Cultural Franco-Amapaense, no dia 08 de maio. Professores e alunos se regozijaram com os artistas que ali estiveram presentes. Entre eles Ivan Amanajás, Irê Peixe, Grimualdo, Rosana e Tarsila. Houve até show musical.

Zunidor - CONVERSA SOBRE MALÁRIA


- Ô Zé Ramos, tás parecendo um Caterpillar.
- Como assim? Fortão?
- Não. Amarelo.

ZUNIDOR - PROVÉRBIOS & FRASES DE LÁ E DE CÁ

DE LÁ
“Se alguém me ofendeu procurarei elevar tão alto a minha alma para que a ofensa não me chegue” (Charles Dickens)
“Quem naõ compreende um olhar, tampouco compreenderá uma longa explicação” (Mario Quintana)
“Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhor que o silêncio” (Provérbio indiano)
“Se fores paciente em um momento de raiva, escaparás de cem dias de tristeza” (Provérbio)
“Lamentar o passado é correr atrás do vento” (Provérbio)
“A língua resiste porque é mole; os dentes cedem porque são duros” (Provérbio chinês)
“Não ensinar o filho a trabalhar é como ensiná-lo a roubar” (Provérbio italiano)
“Há três coisas que jamais voltam: a flecha lançada, a palavra dita e a oportunidade perdida” ( Provérbio tibetano)
“A beleza pode abrir portas, mas somente a virtude entra” (Provérbio inglês)

DE CÁ
 – “Vamos beber, bebamos/ Enquanto a vida corre/ Pois depois que morre/ A gente não toma porre” (poeta José Ildone).
“Aproveite a vida/Enquanto estiver vivo/ Porque depois que você morre/ Vai passar muito tempo morto” (Almanaque Rural, apud Luiz do Bar du Pedro).
“Tô com a carne magoada” (Vicente Cruz, depois de uma briga, quando adolescente brigador).
“Me dá uma cuíra de pôr logo uma raspa de unha no copo dele que num instante ele acaba com a frescura de querer dançar só com as outras, só pra se amostrar” (Maria Boa de Tudo, primeira namorada do Zé Ramos, numa festa na sede dos Boêmios).
“Não tem salão de festa em Macapá que não conheça o solado do sapato do Zé” (D. Maria, mãe do Alcinão).
“Traga a vasilha!” (sorveteiro ambulante, uma peça genial de marketing popular).

ROMANCISTA AMAPAENSE NOS EUA


            Petronila Tavares, filha do professor Walmor Tavares, nascida às margens do rio Flexal, escreveu um romance no qual no início de cada secção escolheu “um verso do meu coração”, no dizer dela. Antes disso escreveu sua tese de doutorado sobre a língua indígena dos Wayana, falada no Tumucumaque. Atualmente Petronila mora em Denton, TX, EUA e enviou o romance para uma avaliação de uma editora de lá. A história é inspirada em quatro gerações de sua família. Ficção completa, mas tudo baseado na sua experiência de vida. Segundo a autora o romance levou cerca de cinco anos para ser completado, pois somente escrevia quando estava inspirada: “Nesses momentos era algo sem controle. Eu sentia uma necessidade imensa de colocar a ideia no papel. Muitos dos capítulos começavam em um guardanapo de um café, na mão. Eu escrevia onde dava. Mas também teve vezes de eu passar meses sem escrever qualquer coisa. Por isso levou tanto tempo. Escrever, para mim, pelo menos é assim. Eu acho que ficaria muito angustiada e a criatividade seria bloqueada se eu tivesse que escrever com cobrança. Acho que por ter tanta saudade da minha terra que eu resolvi escrever esse romance. Nele eu me via onde eu queria estar: na floresta, nos lagos, rios, igarapés.”

       Parte da família de Petronila (Nila) Tavares mora em Macapá. Parabéns à romancista. Espero poder ler o livro em breve.

SEMANA DE MUSEUS


          Uma extensa programação envolvendo centenas de museus brasileiros vai ser deflagrada no período de 14 a 20 de maio, com a 10ª Semana de Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus – Ibram.
            De acordo com os promotores da 10ª semana, “A quebra de fronteiras para o acesso a informações e a instantaneidade com que nos chegam notícias de todas as partes do mundonos coloca em contato com realidades diversas em que deixemos nossa comunidade. Essa facilidade nos aproxima, gerandomoportunidades,, gostos e necessidades globais.
            “Por outro lado, também é crescente o sentimento de valorização das identidades locais. Por meio de uma memória social é possível entender coletivamente experiências vividas por determinado grupoe, assim, buscar fortalecer ou transformar realidades, integrando pessoas e reconhecendo memórias que antes ficavam à margem da história oficial. Com tantas transformações sociais, o primeiro desafio dos museus é refletir sobre o seu papel nesse mundo em movimento. Enquanto tempo e espaço são suprimidos, condensados ou subvertidos, os museus aparecem como conectores. São pontes entre a memória e o esquecimento; o individual e o coletivo; o local e o global; o que se é, se foi e se pretende ser.”
            No Amapá participam: Centro de Estudos Pesquisas Arqueológicas do Amapá – CEPAP, da UNIFAP, com cinco eventos; o Centro de Pesquisas Museológicas – Museu Sacaca, com onze eventos; Museu da Imagem e do Som do Estado do Amapá, com três eventos; Museu de Arqueologia e Etnologia, com uma exposição; Museu Fortaleza de São José de Macapá, com quatro eventos; Museu Histórico do Amapá Joaquim da Silva, com três eventos; Pinacoteca CEPAV – Candido Portinari, com 45 eventos; Museu Kuahí dos Povos Indígenas do Oiapoque, com sete eventos e, Deslocamentos, com 13 eventos.

SEMINÁRIO ”POVO E FLORESTA” SERÁ REALIZADO NO AUDITÓRIO DO SENADO FEDERAL

Por RAY CUNHA


BRASÍLIA, 5 de maio de 2012 – Povo e Floresta: Amazônia Sustentável é um seminário internacional que será realizado pela Frente Parlamentar em Defesa da Amazônia e do seu Povo, dia 30 de maio, uma quarta-feira, no Auditório Antônio Carlos Magalhães, do Senado Federal, das 14 às 18 horas. O seminário, que será acompanhado por diplomatas de vários países que acompanham a chamada questão amazônica, especialmente a Noruega (que já doou US$ 94,4 milhões para o Fundo Amazônia, “operado” pelo BNDES), enfocará cinco temas básicos: Defesa do meio ambiente e qualidade de vida; Ciência, tecnologia e identificação de modelos sustentáveis e financiamento (Fundo Amazônia); PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) da Amazônia; Programa Amazônia Sustentável; e Programa Municípios Verdes. O resultado dos trabalhos será apresentado na Rio+20 pelo presidente da Frente Parlamentar, deputado federal Zenaldo Coutinho, do PSDB do Pará.

No seu conceito, sustentabilidade significa que os recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras, preservando-se, assim, o meio ambiente, de modo que se não considerar-se a questão social, não há sustentabilidade, pois é preciso respeitar o ser humano para que este possa respeitar a natureza. Enfim, para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que seja ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente diverso. Conclusão: o homem é a parte mais importante do meio ambiente.

Menos na Amazônia. Se um caboclo for flagrado matando jacaré, será preso; se um jacaré for visto comendo um caboclo, engordará. Sempre que Brasília e o Sudeste falam em Amazônia sustentável referem-se tão somente à floresta tropical e nunca aos amazônidas, especialmente índios, ribeirinhos e quilombolas. De modo que a Amazônia, ex-colônia de Portugal, continua sendo tratada pelo estado brasileiro como produtor de energia elétrica, e por países como Estados Unidos, Reino Unido, Japão e China, por exemplo, como reserva extrativista. O amazônida que se lasque.

Sustentável vem do latim sustentare (sustentar, defender, favorecer, apoiar, conservar, cuidar). O conceito de sustentabilidade nasceu na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano (United Nations Conference on the Human Environment-Unche), realizada em Estocolmo, em 1972, a primeira conferência das Nações Unidas sobre meio ambiente e primeira grande reunião internacional para discutir as atividades humanas em relação ao meio ambiente, lançando as bases das ações ambientais em nível internacional. Embora a expressão "desenvolvimento sustentável" ainda não fosse utilizada, já se observava a necessidade de "defender e melhorar o ambiente humano para as atuais e futuras gerações", objetivo a ser alcançado juntamente com a paz e o desenvolvimento econômico e social.

Na ECO 92, a Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada em 1992, no Rio de Janeiro, é que o conceito de desenvolvimento sustentável se consolidou, de modo que se pode dizer que a mais importante conquista da Eco 92 foi colocar os termos “meio ambiente” e “desenvolvimento” lado a lado. Agora, 20 anos depois, o Rio de Janeiro voltará a sediar a Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio+20, de 13 a 22 de junho, quando a ONU reunirá cerca de 150 chefes de estado para visualizarem mecanismos que tornem o conceito de desenvolvimento sustentável uma prática, abordando dois temas principais: A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e A estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.

É nesse contexto que a Amazônia se torna protagonista, pois estudos revelam que sua conservação é fundamental para o equilíbrio climático do planeta, especialmente o ciclo de chuvas que ocorrem no Brasil. E para que a maior floresta tropical do mundo seja conservada é necessário, em primeiro lugar, que os povos que nela vivem recebam todas as condições dos governos federal, estaduais e municipais para se tornarem prósperos e, assim, preservar seu meio.

Segundo a Wikipédia, a Amazônia é uma floresta úmida que cobre a maior parte da Bacia Amazônica, na América do Sul, com 7 milhões de quilômetros quadrados, dos quais 5,5 milhões cobertos pela floresta - 60% no Brasil. A Amazônia representa mais da metade das florestas tropicais do globo, a maior biodiversidade do mundo e 16% da água dos rios do planeta. Tem mais ouro do que o lastro americano, mais diamante do que a África do Sul e metais estratégicos, como nióbio. É, de longe, a maior mina biotecnológica do mundo, mas a Amazônia brasileira inteira conta com menos pesquisadores do que a Universidade de São Paulo (USP).

Contudo, como ocorre em qualquer nação, a maior riqueza do subcontinente amazônico é sua cultura, que está no DNA do caboclo: a língua portuguesa enriquecida com o tupi e línguas africanas; sua literatura; sua culinária; seu folclore; suas manifestações artísticas; a floresta; o sol equatorial; a música, que se abebera no Caribe; os rios e peixes; a Amazônia Azul.

ENTREVISTA DE RANDOLFE AO ESTADÃO: ‘O DIREITO AUTORAL HOJE É ANACRÔNICO E CORRUPTO’‏


Randolfe Rodrigues espera ver mudanças ainda neste ano. FOTO: Celso Junior/AE – 3/4/2012

 ‘O direito autoral hoje é anacrônico e corrupto’


Do Link Estadão: LOGIN: Randolfe Rodrigues, senador (PSOL/AP)
A mudança defendida pela CPI é a mesma da reforma da Lei de Direitos Autorais?
Sim, nosso modelo coincide. Queremos primeiro a instituição de uma instância reguladora ligada ao executivo. Será a Secretaria do Direito Autoral, que deve estar vinculada ao Ministério da Justiça, e terá em seu âmbito a restauração do antigo Conselho Nacional de Direito Autoral. Ele terá representação tripartite, com governo, sociedade, autores e compositores. Pode ser que, nesses aspectos, nossa proposta coincida com a do governo. Se for, será ótimo.
Por que a atualização da lei é necessária?
A atual (9.610/1998) é anacrônica. É uma lei dos anos 70, quando não havia internet e novas tecnologias. Hoje (quinta-feira), eu estava com os músicos Leoni e Gustavo Anitelli, e ambos têm uma parceria para um projeto online em que o cidadão possa acessar letra de música, cifras para o violão. E isso é algo que não existiria com a atual lei. Ela não dialoga com essas realidades. É um arremedo de um tempo que o direito autoral hoje não reconhece mais com um momento da história nacional, os anos 90, em que um Frankenstein, o Ecad, passou a existir sem nenhuma fiscalização.
O modelo de um órgão central para arrecadar e distribuir condiz com a internet?
Não e é por isso que a lei tem de mudar. Por isso a nossa lei é a quinta pior do mundo, segundo a (federação) Consumers International. Não cabe a uma entidade o monopólio de arrecadação e distribuição. Podemos até manter o Ecad, mas ele precisa se limitar a arrecadar e distribuir. Não pode ser o único detentor de direitos.
Sem o Ecad, quem estabelecerá as regras sobre quem paga, quem recebe e os valores?
A Secretaria de Direito Autoral, no Ministério da Justiça, e isso será submetido ao Conselho. É uma mudança profunda. O trabalho na secretaria será fiscalizado, tudo o que for arrecadado e distribuído será divulgado. Nós também propusemos o fim da arrecadação por amostragem. Isso, se de fato conseguirmos, vai dar fim ao jabá que é dado para as rádios.
O Ecad fala em exploração política. Vocês responderam? 
Nem eu nem o relator da CPI (senador Lindberg Farias, PT-RJ) somos candidatos nestas eleições. Não tem porque fazermos utilização eleitoral. Em vez de atacarem os argumentadores, eles deviam responder aos argumentos. O que nós constatamos é que, devido ao Ecad, o modelo de direito autoral existe no País hoje é antinacional, anacrônico e corrupto.
Os senadores acreditam que as recomendações do relatório serão seguidas?
Existe um posicionamento para isso, tanto do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro e do Distrito Federal, quanto da Procuradoria Geral da República. Parece que, pelo menos para o crime de cartel, está provado que o Ecad tem praticado.
É possível estabelecer datas para as mudanças?
Espero que seja em breve. Por exemplo, apresentamos um projeto para modificação da Lei de Direitos Autorais, que é resultado da CPI. Estamos protocolando o projeto no Senado, e ele segue direto para apreciação como projeto de lei. Então espero que algumas mudanças aconteçam neste ano.
O projeto apresentado contraria a proposta de reforma do Ministério da Cultura? Houve alguma conversa?
Vou emitir a minha opinião, que não é a da CPI. Fico pasmo com a omissão do Ministério da Cultura neste processo. O MinC deveria ter sido o primeiro a apoiar a CPI e acatar as recomendações. Mas, ao contrário disso, a ministra não manifesta uma posição clara de oposição a esse sistema do Ecad.
Isso atrapalha o andamento do projeto?
Não acredito. Hoje fomos recebidos pela Ideli Salvatti (ministra das Relações Institucionais) e eu fiquei muito satisfeito com a manifestação dela. Senti um comprometimento. Ela chegou a dizer para nós que seria uma militante da ideia e da causa do relatório final. (Fonte: reencaminhado por Márcia Corrêa, Jornalista).

PREMIAÇÃO 1º SALÃO INTERNACIONAL DO HUMOR DE FRANCA‏







O ilustrador, cartunista, quadrinhista e modelador Paulo Emmanuel, de Belém, com 26 anos de profissão, que também é jornalista e atualmente editor do jornal O Parazão Futebol e Humor teve participação arrasadora no 1º Salão Internacional de Humor de Franca-SP. Confira, abaixo, a classificação no evento, cuja exposição vai ser aberta no dia 10 de maio, às 20h00 em Franca, claro. Paulo Emmanuel ilustrou os meus contos “Os Tempos Insanos”, ”O Amolador”, “Meu Bicho Folharal” e “O Bálsamo”, que deverão ser editados brevemente em forma de álbuns ilustrados.


Classificação final 1º Salão Internacional do Humor de Franca

Corpo de jurados
Beto Monteiro – Artista Plástico, prof. universitário e historiador
Fernanda Testa – Jornalista e representante do Jornal Comércio da Franca
Fernando Ferreira – designer e prof. universitário
Karina Gera –  artista plástica, consultora de marketing e diretora do Núcleo Artiloka
Maurício Mello – jornalista, escritor e tem no currículo a participação de várias seleções de outros salões do humor
Palhaço tchururu – Humorista e bem humorado
Wagner Voss – Diretor da Pinacoteca de Franca e cartunista

De acordo com o regulamento do 1ª Salão Internacional do Humor de Franca, divulgamos em 30 de abril de 2012 os premiados nas cinco categorias a seguir:

Categoria Cartum
1º lugar – João Gabriel  da Silva – Patrocínio Paulista
2ª Lugar – Paulo Emmanuel da Cunha da Silva – Pará
3ª Lugar – Jeferson Cordeiro – São Joaquim da Barra

Categoria Caricatura
1º lugar – Paulo Emmanuel da Cunha da Silva – Pará
2ª Lugar – Edmo Ferreira Junior - Franca
3ª Lugar – Kleber Luiz Nogueira – Pedregulho

Categoria Charge
1º lugar – Nazir Gomes - Franca
2ª Lugar – Paulo Emmanuel da Cunha da Silva – Pará
3ª Lugar – Paulo Emmanuel da Cunha da Silva – Pará


Categoria tira
1º lugar – Paulo Emmanuel da Cunha da Silva – Pará
2ª Lugar – Samuel Corrêa Rocha - Franca
3ª Lugar – Samuel Corrêa Rocha – Franca

Categoria Temátia
1º lugar – Samuel Corrêa Rocha – Franca
2ª Lugar – Edmo Ferreira Junior - Franca
3ª Lugar – Marcos Paulo Benevides Pereira – Rio de Janeiro

GRUPO FOCLÓRICO RAÍZES DE OIAPOQUE


Por Humberto Baía, de Oiapoque.

              A cidade de Oiapoque já foi chamada de Martinica por causa  de um guianense que morava por aqui há mais de quarenta anos. Guarda ares de cidade do interior, mas com todas as mazelas de uma grande cidade. O município virtualmente faz fronteira com a França através da Guiana Francesa e por aqui todos os dias centenas de franceses e guianeses vêm em busca de conhecer um pedaço do Brasil. No comércio é comum a utilização da moeda europeia. Na vila Brasil, um distrito distante da sede do município, a moeda corrente é o euro. No dia 23 de maio o município completa 67 anos, e nas comemorações será mais uma oportunidade para o Grupo Raízes de Oiapoque fazer uma apresentação. O grupo foi fundado há 10 anos  e tem como principal objetivo espalhar no município a dança de toada e a quadra junina. Petrina Viviam é a fundadora e coreógrafa do grupo, que atualmente se compõe de trinta meninas que todos os dias ensaiam na frente do barracão do grupo. Elas já fizeram apresentações em Macapá, Caiena e em quase todo o estado. Atualmente o grupo sobrevive de patrocínio e de pequenas apresentações para grupos de franceses.  

MIGRAÇÃO DE OUTROS ESTADOS PARA O PARÁ REDUZ 90% EM DEZ ANOS‏


Quatro em cada dez mil habitantes do Pará é estrangeiro.

15% dos que vivem no Pará vieram de outros estados brasileiros.

Do G1 PA
Dados do Censo 2010 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que apenas 3.574 estrangeiros vivem no Pará. Com mais de 7 milhões de habitantes, esse número representa 0,04% da população, ou seja, quatro em cada dez mil habitantes do estado, nasceram em outros países. O estado com o maior número de estrangeiros é São Paulo, onde vivem mais de 205 mil pessoas de outras nacionalidades.
As cidades paraenses com o maior número de não-brasileiros são Belém (1.776), Ananindeua (474), Castanhal (112), Marabá (89) e Santarém (87). Já o número de naturalizados é ainda menor. Apenas Belém (649), Ananindeua (179) e Castanhal (118) têm mais de cem estrangeiros naturalizados entre sua população.
Já em relação a migração nacional, os dados revelam diminuição do fluxo de pessoas nascidas em outros estados para o Pará. Dos 1.152.857 habitantes que vivem no Pará, mas não nasceram nesta unidade da federação, 59,97% vieram há mais de dez anos; 13% mora no Pará de seis a nove anos; 10,3% deles é paraense por adoção de cinco a três anos; 11% tem residência fixa no Pará há um ou dois anos e apenas 5,66% dos censitados chegou a menos de um ano. O que representa uma redução de mais de 90% deste tipo de migração nos últimos dez anos.
No ranking de quem veio de outros estados, destaca-se Belém (102.278), Marabá (87.274), Parauapebas (86.094), Ananindeua (44.385) e Redenção (31.663).
Por outro lado, a mobilidade intraestadual também é grande. Aproximadamente 32,88% dos habitantes do Pará vivem em um município diferente daquele onde nasceram. Este ranking também é liderado pela capital Belém (342.583), seguida por Ananindeua (276.216), Marabá (112.946), Parauapebas (110.559), Castanhal (61.357), Santarém (56.977) e Paragominas (50.916).

1ª Semana Acadêmica de Relações Internacionais no Meio do Mundo


Estão abertas as inscrições para a 1ª Semana Acadêmica de Relações Internacionais no Meio do Mundo, da Universidade Federal do Amapá. O evento acontecerá durante os dias 09,10 e 11 de maio de 2012 em Macapá - AP, no Centro Cultural Franco Amapaense e na Universidade Federal do Amapá, no Campus do Marco Zero do Equador.

A proposta da 1.ª Semana Acadêmica de Relações Internacionais/UNIFAP se pauta na necessidade de divulgar e avaliar as várias linhas de pesquisa desenvolvidas pelo curso de graduação em RI desta IFES (História das Relações Internacionais, Política Externa do Brasil, Política Internacional e Econômica, Meio Ambiente, Fronteiras e Integração Regional, Desenvolvimento, Sociedade e Cultura). O referido evento contará com a participação de professores da própria Universidade Federal do Amapá, bem como com a colaboração de vários palestrantes convidados, tais como Cristina SoreanuPecequilo (UNIFESP), Virgílio Arraes (UnB), Argemiro Procópio (UnB) e Eloi Martins (UFRR). Participarão ainda Diplomatas e Agentes Políticos do Governo do Estado do Amapá e do Departamento Administrativo Ultramarino da Guiana Francesa. As atividades se dividirão entre palestras, mesas redondas e minicursos, estando abertas tanto aos acadêmicos quanto à comunidade em geral.

As atividades terão horário e programação variada, sendo válidas como AtividadeAcadêmica Científica Cultural (AACC) de carga horária máxima de 20 horas.Mais informações pelo site http://www.facebook.com/events/348814661843891/ ou pelo telefone da secretaria do Curso de Graduação em Relações Internacionais/UNIFAP 55- 96- 33121700.

Inscrições em stand localizado na cantina da Universidade Federal do Amapá, no horário das 8:00 às 18:00 hs, com término de prazo na terça-feira, dia 08 (oito) de maio de 2012. Vagas limitadas. Investimento: R$ 15,00 reais.

Conferência: Mazagão - a cidade que atravessou o Atlântico


Data: 15/05/2012.
Local: Anfiteatro da UNIFAP.
Horário: 16hs.
 
Realização:  Mestrado em Desenvolvimento Regional.
                       Curso de Graduação em Ciências Sociais
Apoio:
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPESP).
Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PROEAC).
Coordenação de Ciências Sociais
 
Inscrição: Coordenação de Ciências Sociais
Horário: 08:00h as 11:30h – 14:00h as 17:30h
Período: 07/05/2012 a 14/05/2012
Imagens 

Dalva representa parlamento brasileiro no Fórum Indígena da ONU


É a segunda vez que a deputada federal Dalva Figueiredo (PT) participa do Fórum Permanente para Questões Indígenas da Organização das Nações Unidas – ONU. O evento, que acontece em Nova Iorque, iniciou ontem e encerra dia 18. Na abertura, a vice-secretária geral da ONU, Asha-Rose Migiro, afirmou que os povos indígenas seguem sofrendo pela falta de respeito com seus direitos.
Este ano, o encontro que reúne cerca de dois mil indígenas de diversos povos, parlamentares, gestores e pesquisados dos Estados Membros, tem como tema especial “A doutrina do descobrimento: sua repercussão no tempo e os direitos dos povos indígenas em receber reparação por conquistas do passado”. A escolha do tema consta nos artigos 28 e 37 da Declaração das Nações Unidas dos Direitos dos Povos Indígenas.
O Fórum avaliará ainda como as constituições nacionais contemplam os direitos expressos na Declaração da ONU. “A ideia aqui é fazermos um amplo debate sobre as leis em cada país e se os direitos indígenas são reconhecidos e respeitados”, explica Dalva Figueiredo.
Haverá também um painel com exposição de boas práticas executadas em diversas partes do mundo e informações sobre os impactos das mudanças climáticas em terras indígenas. “Como se vê, o Fórum possibilita uma ampla discussão sobre assuntos correlatos ao tema principal. É sem dúvida, ótima oportunidade de aprendizado e troca de experiências”, disse a parlamentar.
Dalva é vice-presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Povos Indígenas da Câmara, e em seu pronunciamento, levará à ONU os debates do Legislativo brasileiro, como a Proposta de Emenda Constitucional - PEC 215/2000, que pretende incluir, dentre as competências exclusivas do Congresso Nacional, a demarcação das terras tradicionalmente ocupadas pelos índios e quilombolas.
“Terras indígenas representam muito mais que um instrumento de subsistência, elas expressam a territorialidade destas populações. Por isso a demarcação de terras indígenas não deve contemplar apenas uma realidade física, mas os diferentes usos que os povos fazem, pois a terra representa ao mesmo tempo um sistema natural e sócio-cultural”, avalia.
A proposta já passou pela Comissão de Constituição e Justiça – CCJ da Câmara e aguarda a criação de comissão especial para sua análise. “Além da PEC 215, abordarei nos meus discursos o Projeto de Lei 1610/96, que trata a exploração e o aproveitamento de recursos minerais em terras indígenas”, disse a deputada. (Fonte: ASCOM/ dep. Dalva Figueiredo)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Ana Martel no Malocão do SESI

O Show Musical "Ana Canta Elis" vai acontecer no Malocão do SESI, no dia 11/05. Ingresso único a 25,00. Vamos lá!

terça-feira, 1 de maio de 2012

Zunidor - LAURENT VIDAL



 Zezinho Duarte está envidando esforços para trazer a Macapá o professor da Universidade de La Rochelle (França) e especialista em história de cidades e sociedades urbanas do Brasil e do Novo Mundo, Laurent Vidal. O professor é o autor do livro “Mazagão, La Ville Qui Traversa L’Atlantique – Du Maroc à l’Amazonie (1769-1783)”, 2005, Département Aubier, Éditions Flammarion. Em 2008 a Editora Martins Fonte, de São Paulo, publicou o livro em português com o título “Mazagão, a Cidade que Atravessou o Atlântico”. O estudo é completo. Laurent deve vir para uma série de conferências sobre o assunto até junho deste ano. 
Veja a síntese:

“Este livro conta a odisseia de Mazagão, uma cidade fundada no Marrocos, no século XVI, pelos portugueses, como parte da empreitada pela reconquista de territórios não-cristãos. Mas em 1769, sitiada por cerca de 120 mil soldados mouros, a vila inteira de Mazagão – seus 2 mil habitantes e todos os bens que podiam carregar – é transferida para Lisboa por decisão da coroa portuguesa. É também nesse período que Portugal desenvolve, do outro lado do Atlântico, seu plano de colonização da Amazônia. Eram então necessários braços para o trabalho e pessoas que lá se fixassem. A solução: transferir Mazagão para o Brasil. Mas pouco tempo depois, ainda no século XVIII, uma epidemia devasta a jovem vila; os poucos sobreviventes fogem e se estabelecem em outras localidades do Amapá. A selva acaba por engolir a Mazagão amazônica, ocultando-a durante séculos. Uma história dramática vivida em três continentes, contada todos os anos, na região, durante os festejos de São Tiago. Um fato histórico que volta à vida com a recente descoberta das ruínas de Mazagão, no meio da floresta.”


INDERÊ! Volto zunindo semana que vem.

Zunidor - JURACI


O poeta e trovador radicado em Belém, Antonio Juraci de Almeida Siqueira, autor de inúmeros livros de poesia e crônicas anuncia que vem em agosto a Macapá. Vai reunir com a família que reside na terrinha para comemorar junto com ela os noventa anos da sua mãe. Juraci, para quem não sabe, é irmão do advogado Jaci Siqueira e da cantora Hélida.

Zunidor - CHERMONT JR


 O cantor-compositor Chermont Junior informa à coluna que classificou a música de sua autoria “Tambores do Norte” no festival “Viola de Todos os Tempos”, em São Paulo, promoção que teve 2.800 inscrições. A eliminatória será no dia 09 de junho em Limeira. O compositor também informa que está precisando de patrocínio para viajar até lá e defender sua música. Ele diz que qualquer ajuda será bem-vinda, e que a cultura amapaense agradece. Contatos pelos telefones (96) 9966-4499/9108-7936. E-mail: chermontjunior2008@hotmail.com

Zunidor - BALA ROCHA


 O deputado federal Bala Rocha destinou emenda parlamentar de 3 milhões de reais para a implantação de unidades educacionais, que têm sede em Macapá, para o município de Santana. A inciativa do parlamentar vai possibilitar que os estudantes santanenses tenham opções de estudo da língua francesa, das artes plásticas e da música, por meio da implantação local das escolas Dannielle Mitterrand, Cândido Portinari e Walkíria Lima, respectivamente. O prédio das três escolas será construído em um terreno no centro da cidade.

Zunidor - PILHAS


 O cliente-torcedor torcia, claro, pelo seu time no jogo do Vasco e Botafogo.  Era decisão do 2º turno do Cariocão. Domingo de gritaria no bar do Abreu e eu ali secando os dois times. Rápido, o Zé Ronaldo entregou em uma bandeja o que a comanda da garçonete pedia: uma cerveja e quatro pingas.  Daqui a pouco ela volta suada com a bandeja cheia. O Zé pergunta: - O cliente não quer mais as pingas? – Não, diz a garçonete, ele queria quatro pilhas.                                                                                    A Tica Lemos, sentada do lado de dentro do balcão, atenta a tudo com seus grandes olhos marejantes de vascaína vice, comenta: - Também, não? Essas garçonetes agora são todas louras...

OS VINGADORES



Por Lênio Mont’Alverne 

Bem pessoal, ontem vi o filme e posso dizer aos amantes de quadrinhos e do cinema em geral, que é tudo que vocês esperam e muito mais.

Pra quem como eu, passou a infância, a adolescência e parte da vida adulta lendo quadrinhos, o filme é um deleite, um espetáculo de encher os olhos e um primor de técnica, tecnologia e a cima de tudo, respeito a cada um dos personagens.

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao filho da Janete Silva por fazer do Cine Imperator, uma sala que nada deve as melhores do Brasil... Som original perfeito, imagem perfeita em 3D, poltronas excelentes, com lugares marcados e acima de tudo, RESPEITO aos adultos por exibir a versão legendada com áudio original. Pra quem tá acostumado a ver filme em Macapá, sabe que o pessoal é mal-educado, fala durante o filme, atende celular, joga pipoca, mexe com a mãe do amigo que tá sentado lá na frente. Bem, nesse filme não... não há tempo pra absorver tudo que acontece na tela e ainda olhar pro lado a não ser pra compartilhar um sorriso de espanto e admiração, e por que não dizer de emoção, ao ver seus heróis de infância ganharem vida na sua frente em 3D. 

Posso dizer que desde O Senhor dos Aneis - O Retorno do Rei, que não saio do cinema tão impressionado. O diretor Joss Whedon, que eu só conhecia por ser o criador de algumas séries de ficção como Buffy e Angel, dirige de forma incrivelmente competente, conseguindo equilibrar e dar profundidade a cada um dos personagens. Os atores ajudam, e muito. Chris Evans é o Capitão América, um personagem que eu nunca gostei muito, meio chato, com aquele ar imperialista e boçal dos americanos da era Reagan, mas nesse filme, não... Equilibrado e correto o Capitão América é perfeito. O Cris alguma coisa, que faz o Thor de novo, não compromete. O Thor é um personagem tão legal que qualquer louro alto e forte poderia representá-lo bem... O Thor é perfeito. O Hulk tem o terceiro ator representando o Bruce Banner, depois do Eric Bana e do Edward Norton, assume o papel o Mark Rufalo. Bem, o Hulk e o Bruce Banner são perfeitos e um dos pontos mais altos do filme, com cenas de ação de tirar o fôlego e querer gritar FODA-SE o tempo todo... O Hawkeye e a Viúva Negra são bem legais, apesar de parecerem fracos perto dos outros personagens, são importantes para a trama, e ajuda muito serem representados por Jeremy Renner (o novo Bourne) e Scarlet Johanson (sempre carismática), respectivamente. O Loki, que eu achei no filme do Thor meio fraco, e a principio não imaginei como poderia segurar um filme desses como vilão principal, surpreende...Muito legal. Um misto de inteligência, malevolência e loucura. 

O único ponto fraco, na minha opinião, não é culpa desse filme nem do ator, mas, infelizmente, o Samuel L. "Moterfucker" Jackson NÃO É O NICK FURY. Ele é bacana e tal... um grande ator, mas o tempo todo fico imaginando o Stephen Lang (aquele vilão do Avatar, o coronel Quaritch) com tapa olhos...Aquele cara é o Nick Fury. Bem, obviamente, Robert Downey Jr é o cara... o Homem de Ferro / Tony Stark dele é soberbo, magistral, maravilhoso e qualquer outro adjetivo que se possa encontrar, pois é difícil encontrar palavras pra descrever como ele consegue dominar o filme, com seu ego inflado, humor afiado, narcisismo exacerbado e tudo mais que a gente adora nesse cara...

A trama... Bem, a trama não importa muito e também não quero estragar a experiência de ninguém que ainda não viu o filme. Ao contrário, meus amigos, corram, corram pra bilheteria e vão ver esse filme em 3D... Amanhã, vou levar meu filho e quando vocês forem, me avisem, que se eu puder vou junto, pois vou adorar compartilhar essa experiência com os amigos, e ver suas caras embasbacadas.

Rio 92 + 20 - Chegando a Hora -‏


GRAVE AMEAÇA À SOBERANIA NACIONAL.


Entendam por que a questão indígena tornou-se grave ameaça à
soberania nacional.

Carlos Newton (TRIBUNA DA IMPRENSA)



  A grande imprensa brasileira, como todos sabem, está curvada aos
interesses internacionais. Não é um fenômeno atual ou passageiro. Na
verdade, a mídia sempre defende os interesses do sistema financeiro e
dos grupos econômicos que efetivamente detêm o Poder, pois o barões da
mídia oferecem seus serviços a quem possa lhes garantir lucratividade.

  É apenas uma questão empresarial. Negócios são negócios, todos
sabem. Algumas vezes, os interesses do governo e dos grupos econômicos
são os mesmos e até se confundem, como ocorreu nas gestões de Fernando
Henrique Cardoso, continuou acontecendo nos mandatos de Lula e também
no governo atual de Dilma Rousseff.

  Basta analisar o que está acontecendo no que se refere à questão
indígena e à Amazônia.

  Está em curso um movimento da maior importância, que não é noticiado
com destaque na imprensa. Não se vê esse assunto em nenhuma manchete
de jornal ou em programa de televisão, nem mesmo na imprensa estatal
(Agência Brasil), que antigamente se chamava Agência Nacional, ou na
TV estatal (Rede Brasil), que antigamente se chamava TVE.

  Os jornalistas dessas organizações (Agência Brasil e Rede Brasil)
deveriam trabalhar para o Estado, defendendo os interesses nacionais,
mas na verdade trabalham apenas para o governo, defendendo os
interesses de quem está no Poder, o que é muito diferente.

  Em toda a mídia, seja estatal ou privada, raramente se lê alguma
matéria relatando que as diferentes tribos indígenas estão exigindo
que o Brasil reconheça e obedeça os termos da Declaração Universal dos
Direitos dos Povos Indígenas. Não se fala nisso, é um assunto tabu.

  O fato é que em 2007 os representantes do Brasil na ONU assinaram
esse importante tratado internacional, que declara a independência
administrativa, política, econômica e cultural das chamadas nações
indígenas, que se tornariam países autônomos, com leis próprias, e nem
mesmo as Forças Armadas brasileiras teriam o direito de entrar em seus
territórios.
O governo brasileiro assinou e depois se arrependeu, mas já era tarde.
 

  Será que os diplomatas não perceberam que estavam concedendo
autonomia a 216 nações indígenas, que já detêm mais de 10% do
território nacional? É difícil de acreditar, porque durante anos de
negociações o Itamaraty sempre repudiou o tratado, que foi assinado
pelo Brasil no governo Lula, quando Celso Amorim era ministro das
Relações Exteriores.

  O fato de o Brasil ter aceitado sem ressalvas o acordo internacional, que foi rejeitado ou assinado com ressalva por vários
países, como Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Rússia e
Argentina (PS - Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia mão
assinaram, quanto aos outros não sei), é um dos motivos do baixo
prestígio de Celso Amorim junto à cúpula das Forças Armadas.

  Na época, preocupado com a gravidade da falha da diplomacia
brasileira, que assinou o tratado sem ressalvas, estive pessoalmente
no Congresso, e foi grande a surpresa dos parlamentares, quando
levantei o assunto. No PT, ninguém sabia nada a respeito. Os
principais deputados, como João Paulo Cunha e Arlindo Chinaglia,
desconheciam inteiramente o assunto.

  Procurei então parlamentares da oposição e que se interessam na
defesa da Amazônia, como os senadores Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) e
Artur Virgilio (PSDB-AM), também não sabiam de nada.

  Encontrei no Salão Verde da Câmara o deputado Jair Bolsonaro
(PP-RJ), que diz defender os interesses nacionais, mas também não
tinha a menor idéia sobre o que estava acontecendo, acreditem se
quiserem.

  Escrevi então uma série de reportagens a respeito na Tribuna da
Imprensa, inclusive relatando a firme atuação da Maçonaria contra o
Tratado da ONU, e a questão passou a ser discutida nos bastidores do
Poder, porque nenhum outro grande jornal ousou tocar no assunto.

  É incrível, mas são fatos verdadeiros e sem contestação. Os quatro
parlamentares citados estão vivos, três deles continuam no Congresso.
Apenas Artur Virgilio não foi reeleito.

E acontece que na Câmara e no Senado ninguém sabia nada, porque o
importantíssimo assunto foi abafado pela grande imprensa e o governo
Lula nem teve coragem de enviar ao Congresso o tratado internacional,
que precisa de ratificação do Poder Legislativo.

  Como o Tratado da ONU ainda não tinha sido enviado ao Congresso, no
ano passado entrei em contato com o gabinete do senador Fernando
Collor, presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa
Nacional, e mandei uma série de perguntas sobre o assunto, ele nem
respondeu.

  A presidente Dilma Rousseff também está segurando o tratado na gaveta.

  Se o governo brasileiro já estivesse cumprindo integralmente os
termos da Declaração da ONU, nem estaria em discussão o contrato
assinado por índios do Pará, que venderam por US$ 120 milhões os
direitos sobre uma área no Estado. O contrato foi firmado com a
empresa irlandesa Celestial Green Ventures.

  Ao mesmo tempo, não se noticia que as tribos indígenas da chamada
Amazônia Legal, que detêm cerca de 25% do território brasileiro de
reserva ambiental, onde é proibida atividade econômica, estão
mobilizadas para defender a mineração nessas áreas de preservação. E
não se trata de um movimento brasileiro, mas de caráter internacional.

  Representantes de etnias do Brasil, da Colômbia, do Canadá e do
Alasca chegaram a preparar uma "carta declaratória" aos governos
brasileiro e colombiano, reivindicando os direitos indígenas à terra e
o apoio à mineração.

  "Solicitamos ao Estado brasileiro a aprovação da regulamentação
sobre mineração em territórios indígenas, porque entendemos que a
atividade legalmente constituída contribui com a erradicação da
pobreza", diz o documento.

  Se o tratado da ONU for cumprido, as tribos nem precisam reivindicar
o direito de mineração em suas respectivas reservas, porque serão
países independentes, segundo os incisivos termos da Declaração
Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, que está disponível a
todos na internet, mas poucos se interessam em ler.

  O pior é que, mesmo se o governo brasileiro continuar sem cumprir o
mandato, poderá ser obrigado a fazê-lo, porque as tribos indígenas já
estão procurando os tribunais internacionais da OEA e da própria ONU,
para exigir a "autonomia política, econômica e social" que os
diplomatas brasileiros gentilmente lhes concederam.

  E agora em junho, na Conferência da ONU sobre Meio Ambiente, a ser
realizada no Rio, o principal assunto será a criação do Tribunal
Internacional do Meio Ambiente, que terá poderes de sancionar países
infratores, como é o caso específico do Brasil.

  Nossos diplomatas vão adorar. Já podemos ver o Celso Amorim (PS -
atual Ministro da Defesa !) a bater palmas para a ONU. (Fonte: Tribuna da Imprensa, 29.04.12)                                           

MANAUS SEDIA DA 1ª BIENAL DO LIVRO NA REGIÃO NORTE


De 27 de abril a 6 de maio Manaus será a capital literária do Brasil ao receber sua primeira edição da Bienal do Livro. O evento, que integra o programa ‘Mania de Ler' do Governo do Estado do Amazonas, acontecerá no Studio 5 - Centro de Convenções, com patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas (SEC), apoio cultural da Secretaria de Estado de Educação do Amazonas (SEDUC), apoio institucional do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), e realização da Fagga | GL exhibitions.

São esperados 200 mil visitantes, que vão conferir em dez dias de evento 60 expositores e 40 autores convidados.

A capital do Amazonas será a quinta cidade no País a sediar um evento deste porte e a primeira na região Norte. A Bienal do Livro teve início no Rio de Janeiro em 1985. E, de lá para cá, foram 15 edições cariocas, 10 edições na Bahia, duas edições em Minas Gerais e uma no Paraná, em 2010.

A Bienal do Livro Amazonas abrirá suas portas na sexta-feira, dia 27 de abril, a partir das 12h. O horário de funcionamento será das 10h às 22h. As entradas custarão R$2,00 (inteira) e R$1,00 (meia-entrada para estudantes e idosos).

AUTORES INTERNACIONAIS

O angolano valter hugo mãe é um dos destaques internacional da Bienal do Livro Amazonas. Vencedor do Prêmio Literário José Saramago em 2007, valter hugo mãe desembarcará na 1ª Bienal do Livro Amazonas para participar de um diálogo aberto com o público, ao trazer relatos, experiências e opiniões que o elevaram a principal expoente da literatura portuguesa na última década. Em 2011 o angolano esteve no Brasil e conquistou a plateia com sua apresentação arrebatadora na Festa Literária de Paraty, no Rio de Janeiro.

Andrés Neuman, jovem escritor nascido na Argentina, mas criado na Espanha, é outra presença internacional confirmada na 1ª Bienal do Livro Amazonas. "O viajante do século", seu primeiro livro publicado no Brasil, recebeu em 2009 o Prêmio Alfaguara e o Prêmio da Crítica, na Espanha.

Traduzido para 11 línguas, recentemente o autor foi incluído na edição da revista inglesa Granta entre os melhores jovens escritores de língua espanhola. A obra de Neuman é avaliada por críticos e especialistas como pertencente a uma temática vasta e diversificada. E o autor, como um dos escritores latino-americanos recentes que tomou a Europa como cenário e campo de reflexões.

PROGRAMAÇÃO CULTURAL

Além de concentrar em um mesmo ambiente, livrarias, editoras e distribuidoras que comercializam seus títulos diretamente ao público nos estandes, a 1ª Bienal do Livro Amazonas oferece uma vasta programação cultural.

Para a edição no Amazonas, as atividades da programação cultural serão distribuídas entre: Tacacá Literário, Livro Encenado, Floresta de Livros e Território Livre. Neles, os visitantes terão acesso aos convidados, lançamentos e debates, todos voltados à literatura.

Tacacá Literário - O Tacacá Literário é uma releitura do Café Literário existente em outras Bienais do Livro, que para a edição do Amazonas recebeu este nome no intuito de valorizar a cultura local. A atividade apresenta debates em clima descontraído que tem por objetivo aproximar autor e leitor em conversas sobre livros, estilos e ideias. Serão 21 sessões que terão temas com enfoque contemporâneo como bibliografia, literatura brasileira, criação literária, poesia e muito mais.

Livro Encenado - Atividade composta por cinco sessões nas quais grandes atores apresentam leituras dramatizadas de textos clássicos das mais importantes obras da literatura nacional.

Floresta de Livros - A Floresta de Livros é a atividade infantil que promete ser um dos ambientes mais movimentados da Bienal. Neste espaço, as crianças terão ao seu alcance livros e espetáculos teatrais com contadores de histórias. Serão quatro esquetes distribuídos em 56 sessões apresentados pela companhia de teatro local de Manaus, ArtCena.

Território Livre - Espaço de intercâmbio de ideias e troca de experiência para o público jovem. Em formato de arena e em 11 sessões, será propício para conversas com escritores e personalidades sobre os temas que são referência para este público.

CURADORES

Rogério Pereira - O Tacacá Literário, carro-chefe dos espaços culturais da 1ª Bienal do Livro Amazonas, terá como curador o jornalista paranaense Rogério Pereira. Formado em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e com pós-graduação pela Universidad Complutense de Madrid, Rogério Pereira é um participante ativo e debatedor de diversos eventos literários por todo o País. Atualmente é diretor da Biblioteca Pública do Paraná.

Como curador, Rogério Pereira atuou no evento Curitiba Literária (PR), em 2007; na Feira de Livros do SESC Paraná, em 2009, e na 1ª Bienal do Livro do Paraná, em 2010. Para 2012, além da Bienal do Livro Amazonas, Rogério fará a curadoria da Semana Literária do SESC/PR, que acontecerá em setembro, em Curitiba.

Socorro Andrade - Um dos principais nomes do teatro amazonense, a empresária, produtora e atriz Socorro Andrade foi o talento local destacado para integrar o quadro de curadores da 1ª Bienal do Livro Amazonas. Socorro Andrade será a curadora do espaço "Livro Encenado.

Dentre os projetos criados e desenvolvidos por Socorro Andrade, destacam-se o "Livro Vivo", que disseminou arte e cultura na capital amazonense. A encenação foi apresentada na 10º Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro, em 2001.

Em conjunto com a Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas, criou, dirigiu e coordenou "A Trupe da Alegria". O projeto contribuiu para a humanização do sistema hospitalar com apresentações de 30 palhaços em 19 unidades de saúde da capital do Amazonas.

Daniela Chindler - Autora de livros infantis, produtora cultural e contadora de histórias, Daniela Chindler será a curadora da "Floresta de Livros. A curadora é formada em Letras pela PUC/RJ e possui no currículo apresentações como contadora de histórias e também elaboração e desenvolvimento de projetos culturais em todo o País.

Atualmente Daniela Chindler é a coordenadora do projeto CCBB Educativo de Arte Educação do Centro Cultural Banco do Brasil - Rio de Janeiro e São Paulo. Como produtora e pesquisadora, Daniela Chindler realizou trabalhos como "Uma viagem ao Patrimônio Mundial Brasileiro", o projeto "Oficina de histórias", na favela do Vidigal, no Rio de Janeiro, e coordenou a exposição "Fernando Pessoa: Plural como o Universo".

Na Bienal do Rio em 2009, espetáculo "A Palavra Mágica", criado por Daniela Chindler teve 25 mil espectadores. Na literatura, é autora da coleção "Por Aí a Fora", da editora Rocco, com os livros "O Hambúrguer Era de Carneiro - Diário da Índia" e "Espetinho de Gafanhoto, nem pensar!", sobre os relatos de suas viagens pelo Vietnã e Tailândia e lançado na Bienal do Rio de 2011.

Suzana Vargas - Poeta, autora de livros infantis, ensaísta, produtora cultural e professora de literatura, a gaúcha Suzana Vargas é a curadora do Território Livre. Morando no Rio de Janeiro (RJ) desde 1973, é formada em Letras, com Mestrado em Teoria Literária pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em 1985, Suzana Vargas iniciou projeto de oficinas de poesia e leitura em universidades e entidades culturais por todo o Brasil, países da América Latina, além de Alemanha, França, Espanha e Portugal.

Atualmente, Suzana Vargas está à frente da Estação das Letras - espaço que há mais de 15 anos oferece cursos que abrangem o universo da escrita e do programa de televisão "Livros na Mesa" (Canal 06 - TV Comunitária), onde produz e entrevista autores e destaques da literatura brasileira.

No campo literário, Suzana Vargas co-editou por 10 anos consecutivos, a revista "Poesia Sempre", da Fundação Biblioteca Nacional ao lado de nomes como Ferreira Gullar, Antonio Carlos Secchin e Ivan Junqueira. Possui 16 livros publicados entre poesia, literatura infantil e ensaio, além de colaborações freqüentes em diversas publicações como o jornal "O Globo" e o "Jornal do Brasil". Seus poemas já foram traduzidos e publicados na Itália, Estados Unidos, Argentina, Espanha, Alemanha e França.

VISITAÇÃO ESCOLAR

A "Visitação Escolar" é um programa realizado em todas as edições da Bienal do Livro e destinado a alunos de escolas públicas estaduais e demais escolas de todo o Estado do Amazonas, nas idades de 7 a 17 anos. São esperados 50 mil alunos.

As inscrições começaram no dia 12 de março, através do site oficial da Bienal do Livro Amazonas (www.bienaldolivroamazonas.com.br). O processo de inscrição acontece em duas etapas: Pré-Cadastramento e Agendamento. No Pré-Cadastramento, a escola preenche o formulário de inscrição disponível no site do evento. Em até sete dias úteis após o recebimento do formulário de inscrição, a Organização valida o Pré-Cadastro (de acordo com disponibilidade de vagas).

Com pré-Cadastro validado, a escola recebe no endereço de e-mail informado no formulário os dados de Login e Senha para iniciar a próxima etapa - o Agendamento de sua escola, quando indica o dia e horário que deseja ir ao evento.

Professores e Bibliotecários também terão acesso gratuito à Bienal do Livro Amazonas. O objetivo é proporcionar a estes profissionais matéria-prima que possa ser utilizada na oportunidade de dinamizar as aulas e incentivar o hábito da leitura nos alunos, propiciando um contato mais íntimo com o livro fora do ambiente escolar.

A Visitação Escolar da 1ª Bienal do Livro Amazonas acontecerá nas seguintes datas: 27/abr, sexta-feira - 13h às 17h; 28/abr, sábado - 10h às 13h; 30/abr, segunda-feira- 10h às 17h; 02/mai, quarta-feira - 10h às 17h; 03/mai, quinta-feira - 10h às 17h. 04/mai, sexta-feira - 10h às 17h; 05/mai, sábado - 10h às 13h. (Fonte: Bienal do Livro)