– Domingo é dia de jogar canastra no rodízio das casas das jogadoras Célia, Sônia, Graça e Luiza. Todas Mont’Alverne.
sábado, 24 de março de 2012
Zunidor - É BIG! É BIG Francisco Lino
VIOLINO – Sem trocadilho, sem nada, a coluna saúda e comemora o aniversário do grande compositor laguinense Francisco Lino da Silva, fundador da Universidade de Samba Boêmios do Laguinho. Detentor de vários títulos, figura ilustre da Nação Negra, Lino está aí sempre acariciando o sol poente e vermelho do meu Laguinho Querido. Parabéns, Lino.
Zunidor - CONSELHO DE CULTURA
CONSELHO DE CULTURA – Escritores fazem eleição para a escolha do representante da sociedade civil para o segmento literário. A votação será no dia 29 de março na sede do Conselho Estadual de Cultura. No páreo estão os poetas Renivaldo Costa e Ricardo Pontes.
CONSELHO 2 – Se ocorrer a mesma coisa que ocorreu na eleição para o segmento musical, o Conselho corre um sério risco de ser um órgão estritamente governamental, visto que o Governo do Estado já tem oito representantes, mas anda cooptando eleitores para seus candidatos da sociedade civil. Dizem que tem até almoço programado com políticos para que a eleição dos apaninguados se efetive. Patético!
Zunidor AROLDO PEDROSA
Poeta Osvaldo Simões e Aroldo Pedrosa, diretor do Teatro das Bacabeiras, por ocasião do almoço comemorativo dos 22 anos de fundação daquela casa de espetáculos.
Ana Clara Bailarina
Zunidor - BEDRAN
– A coluna registra a arte do administrador Fernando Bedran ao examinar um gigantesco produto no bar da Dona Neuda.
Zunidor BI E BENÉ
– O bar do Abreu continua reunindo uma super fauna futebolística, inclusive torcedores insuspeitos como o Bi Trindade e o Bené Tavares.
Zunidor - XAMÃ BONFIM
Ainda não caiu a ficha que o jornalista Bonfim Salgado se mandou para outro plano. Sempre disposto a conversar, Bonfim parece estar rindo lá em cima para os amigos que tomam um bom “Beajoulais” em sua homenagem. Fica a emoção de termos privado de sua companhia em muitos lugares como a casa do César Bernardo e Consolação, Santo Antonio da Pedreira, Largo dos Inocentes, Rio Flechal, Clube Maçônico, bares e bares junto com o Tadeu Pelaes. Foi-se o Marquês, nosso xamã, fica congelada a reverência que lhe fazíamos. Ficam também a saudade, o respeito, o carinho e o privilégio de sua amizade.
Zunidor - EQUINÓCIO
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| Equinócio de Primavera, setembro/2009 (Foto: Fernando Canto) |
Termina dia 24, sábado, o Equinócio das Águas 2012, evento já tradicional, promovido pela Secretaria de Turismo. Haverá gincana, apresentações culturais e palestras, terminando com o Marabaixo e lançamento de livro.
Leia texto do folder da SETUR:
“EQUINÓCIO – Em astronomia, equinócio é definido como um dos dois momentos em que o Sol, em sua órbita aparente (como vista da terra), cruza o plano do equador celeste (a linha do equador terrestre projetada na esfera celeste), mais precisamente, é o ponto onde a eclíptica cruza o equador celeste. A palavra equinócio vem do Latim, aequus (igual) e nox (noite) e significa “noites iguais”, ocasiões em que o dia e a noite duram o mesmo tempo. Com essa definição, o dia e a noite durante os equinócios têm igualmente 12 horas de duração. Ocorre nos meses de março e setembro e define as mudanças de estação. No Hemisfério Norte a primavera inicia em setembro e o outono em março. Entre um ano comum e o ano bissexto seguinte há um aparente atraso devido à intercalação do dia 29 de fevereiro. As datas em que ocorrem os equinócios não dividem o ano em um número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) viaja mais velozmente do que quando está mais longe (afélio).”
Zunidor - PLANO ESTADUAL DE CULTURA
Brevemente a SECULT iniciará o processo de elaboração do Plano Estadual de Cultura, com uma comissão que terá a participação de diversos órgãos da sociedade civil por um período de um ano. O Plano, depois de elaborado, será encaminhado a outras instâncias como o Conselho de Políticas Culturais, a Procuradoria Geral do Estado e a Assembleia Legislativa, visando sua transformação em Lei.
Zunidor - ESQUINA
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| Professor Munhoz e Eliakin Rufino |
– Durante o Dia Nacional da Poesia (14 de março) o Secretário de Educação Adalberto Ribeiro inaugurou na SEED a “Esquina da Poesia”, local em que as pessoas que gostam de ler textos poéticos podem se deleitar, sentadas num sofá. Muitos escritores estiveram na inauguração.
Zunidor - ELIAKIN RUFINO
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| Professor Munhoz, Eliakin Rufino e Fernando Canto |
Quem esteve em Macapá participando do Seminário de Poesia Amazônica promovido pela Secretaria de Educação foi o poeta roraiemense Eliakin Rufino. Considerado um dos melhores poetas contemporâneos da região, Eliakin Participou de diversos saraus em Macapá, acompanhado pelos poetas do grupo poético Abeporá das Palavras, com Carla Nobre e Benedito Alcântara.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Prefeitura realiza Audiência Pública em homenagem ao Dia Internacional da Discriminação Racial
A Prefeitura de Municipal Macapá, por meio do Instituto Municipal de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Racial (Improir), realiza na próxima quarta-feira, dia 21, na Câmara de Vereadores de Macapá, apartir das 8:30h, audiência pública em homenagem ao Dia Internacional da Discriminação Racial que também irá discutir o combate a discriminação na religião de matriz africana.
Durante a audiência serão concedidos Títulos de Cidadãos Macapaenses, expedidos pela Câmara de Vereadores a pedido da Improir, há vários Pais e Mães de Santo. Segundo a diretora-presidente do Improir Danniela Monteiro, a programação e as discussões serão todas voltadas para a discriminação racial. “Montamos essa programação visando chamar a comunidade para o debate e evidenciar que ainda existe muito preconceito em relação às religiões africanas e por isso esse é o foco principal”, disse.
Além da audiência que ocorre pela manhã, à tarde apartir das 15h, na Praça Barão do Rio Branco, será realizada uma campanha que terá panfletagem e adesivagem de Combate ao Racismo e terá como, tema: Diga não ao racismo.
História - A Organização das Nações Unidas - ONU - instituiu o dia 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial em memória do Massacre de Shaperville. Em 21 de março de 1960, 20.000 negros protestavam contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles podiam circular. Isso aconteceu na cidade de Joanesburgo, na África do Sul. Mesmo sendo uma manifestação pacífica, o exército atirou sobre a multidão e o saldo da violência foram 69 mortos e 186 feridos.
O dia 21 de março marca ainda outras conquistas da população negra no mundo: a independência da Etiópia, em 1975, e da Namíbia, em 1990, ambos países africanos.
Fonte: PMM / CMCS
INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO PARÁ - CONVITE
A Presidente do INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO PARÁ (IGHP) tem a honra de convidar Vossa Excelência e digna família para a sessão solene de posse de seu novo Sócio Efetivo, o escritor e advogado Dr. CÉLIO SIMÕES DE SOUZA, na Cadeira n.º 18, que tem como Patrono o jornalista e pesquisador Frederico Barata e último ocupante o historiador José Duarte Valente Júnior.
Agradecendo pela sua honrosa presença, rogo receber meus elevados protestos de distinta consideração.
Data: 30.03.2012
Local: Auditório da ESAMAZ (Rua Arcipreste Manoel Teodoro n.º 822, entre Presidente Pernambuco e João Diogo, passando o Hospital Guadalupe).
Hora: 19 horas
Anaiza Vergolino
Presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Pará
Agradecendo pela sua honrosa presença, rogo receber meus elevados protestos de distinta consideração.
Data: 30.03.2012
Local: Auditório da ESAMAZ (Rua Arcipreste Manoel Teodoro n.º 822, entre Presidente Pernambuco e João Diogo, passando o Hospital Guadalupe).
Hora: 19 horas
Anaiza Vergolino
Presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Pará
Show em homenagem a Elis Regina leva Maria Rita e público estrelado às lágrimas
O lançamento do projeto Nivea Viva Elis emocionou a noite de segunda-feira, no Vivo Rio
Por Pedro Willmersdorf
Na noite de segunda-feira, 19, o Vivo Rio era só emoção no lançamento para convidados do projeto Nivea Viva Elis, que homenageia a cantora Elis Regina, ressaltando a poltrona VIP que ela ocupa na cultura brasileira e apresentando-a às novas gerações que não tiveram o prazer de acompanhar sua carreira.A iniciativa idealizada por Maria Rita e João Marcelo Bôscoli, filhos de Elis, marca os 30 anos do falecimento da Pimentinha e celebrará sua memória com um incrível combo cultural: o documentário Elis por Elis; uma exposição multimídia itinerante, que passeará pelas principais capitais do país, começando pelo Rio de Janeiro; o livro Viva Elis, cujo lançamento está marcado para agosto, com direito à distribuição em escolas e bibliotecas públicas por todo o país; além da série especial de shows, onde Maria Rita canta os principais sucessos da mãe, pela primeira vez em sua carreira.
| Maria Rita se concentra para dar início ao show . |
Maria Rita sempre evitou interpretar as músicas de sua mãe, justificando que era muito emocionante cantá-las. "Mãe é mãe, né? Dá saudade", explicou. Maria selecionou 27 músicas para o setlist, sem esquecer dos sucessos Como nossos pais, Águas de março e O bêbado e o equilibrista, e costurou a apresentação com histórias de Elis. "Fiz um bolão com os músicos da banda para ver quando eu começaria a chorar. Já perdi a aposta porque pensei que seria na primeira música. Vamos ver té quando consigo durar. Sintam-se à vontade para fazerem bolões entre vocês também", convidou Maria, em um macacão branco com capa esvoaçante.
A cantora até tentou segurá-las, mas as lágrimas vieram nos primeiros acordes de Se eu quiser fala com Deus. "Quando escuto essa música, fico imaginando como seriam as minhas conversas com a minha mãe. Que tipo de lições ou broncas me daria. Tenho a impressão de que seríamos grandes amigas", disse Maria, estimulando as lágrimas coletivas de Milton Nascimento, Moares Moreira, João Bosco, Maria Gadú, Daniela Escobar, Regiana Alves, Monique Alfradique, Bianca Castanho, Sophie Charlotte e Dennis Carvalho.
Em momento algum do show a filha tentou copiar a mãe, mas as homenagens ao gestual indefectível de Elis Regina foram muito bem-vindos. Bateu saudade. Durante o show, não vimos apenas uma cantora, mas uma filha no lugar em que se sente mais à vontade e, talvez, mais próxima de sua mãe: o palco.
Aos poucos, Maria Rita se soltou no palco e deixou a emoção tomar conta de si e da plateia.
Chico Anysio piora e volta a respirar somente com ajuda de aparelhos
Deu no Estadão
SÃO PAULO - Chico Anysio voltou a respirar integralmente com a ajuda de aparelhos, de acordo com informações de boletim médico divulgado no início da tarde desta terça-feira, 20, pelo Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, onde o humorista está internado desde 22 de dezembro.
O comediante teve agravadas desde o último exame médico suas funções respiratória e renal. Durante o período de internação, Chico Anysio chegou a apresentar quadro de pneumonia e a fazer diálise.
Segundo os médicos, seu estado é grave e inspira cuidados. O humorista permanece em tratamento no CTI do hospital, fazendo fisioterapia e sob uso de antibióticos. Não há previsão de alta.
SÃO PAULO - Chico Anysio voltou a respirar integralmente com a ajuda de aparelhos, de acordo com informações de boletim médico divulgado no início da tarde desta terça-feira, 20, pelo Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, onde o humorista está internado desde 22 de dezembro.
O comediante teve agravadas desde o último exame médico suas funções respiratória e renal. Durante o período de internação, Chico Anysio chegou a apresentar quadro de pneumonia e a fazer diálise.
Segundo os médicos, seu estado é grave e inspira cuidados. O humorista permanece em tratamento no CTI do hospital, fazendo fisioterapia e sob uso de antibióticos. Não há previsão de alta.
domingo, 18 de março de 2012
A Mulher Amapaense
Raul Tabajara – raul.silva@ibge.gov.br
O dom que leva diretamente a mulher a divindade é sem duvida a maternidade, e na opinião de muitas pessoas, não existe DEUS e sim DEUSA, que pari, e não um DEUS macho que está no céu e a mulher na terra. Mas isso é papo para outra ocasião.
Hoje, verificamos que o movimento em defesa das mulheres no Amapá, com suas diversas frentes, é proporcionalmente um dos mais intensos do País. Estão na mídia o ano todo, exercem pressão por Políticas Publicas que visam à melhoria da qualidade de vida das mulheres, principalmente as mais necessitadas, que são as de baixa escolaridade e renda, e dentre essas, as que mais se destacam são mulheres negras. Isso ocorre devido alguns grupos de mulheres já terem alcançado certo grau de organização e de reconhecimento de seus direitos básicos de cidadã e principalmente de MULHER.
Em decorrência dessas atuações, observamos nas ultimas pesquisas oficiais que os indicadores socioeconômicos têm melhorado com uma taxa acima da média nacional para as mulheres amapaenses e isso é devido a Políticas Publicas implementadas nos últimos anos pelos Governos: Federal, Estadual e Municipal.
Nesta semana li em uma coluna de um diário, a afirmação de que as mulheres amapaenses são maiores que as de Atenas. Essa afirmativa é relativa como tudo é nessa vida, porem,LINDAS, como as mulheres amapaenses. Mas de uma coisa tenho certeza, a mãe amapaense é a maior do BRASIL.
Em 1970, a taxa de fecundidade da mãe amapaense girava em torno de 8 filhos por mulher. Essa era a maior taxa de fecundidade do país na época, e correspondia a taxas de países bem menos desenvolvidas que o nosso. Cerca de 30 anos depois, em 2000, esse indicador teve uma queda de 50 %, e as mulheres amapaenses já tinham quatro filhos em média.
Vale salientar que essa redução não ocorreu naturalmente, pois uma queda dessa proporção em um período de tempo relativamente curto, não ocorre em um indicador tão importante como numero médio de filhos por mulher. Então o que ocorreu com as mulheres do Amapá?
Claramente a resposta que vem é a EDUCAÇÃO. A partir da metade dos anos 70, quando a televisão começou a atuar em Macapá, as mulheres começaram a ter acesso às informações da maneira de lidar com seu corpo e exigir seus direitos de mulher. Ainda no começo dos anos oitenta, começou a popularização aqui no Amapá, o que já vinha ocorrendo nos centros mais desenvolvidos, os métodos contraceptivos, principalmente a pílula anticoncepcional, que já havia sido moda nos anos 60 nos grandes centros do país.
Lembramos também que na primeira década dos anos oitenta, programas de televisão como TV mulher e Malu Mulher, tiveram sua contribuição nesse despertar da mulher amapaense, porem o aumento da escolaridade e o acesso das mulheres a universidade e ao mercado de trabalho, foram fundamentais nessa redução da fecundidade.
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD e o censo de 2010 revelam que a mulher amapaense continua com uma das maiores taxas de fecundidade do país, próximo de 3,0 filhos por mulher, enquanto a do Brasil ficou abaixo de 2,0 , praticamente uma taxa de reposição. Essas pesquisas revelam ainda que 70 % das mulheres amapaenses entre 15 a 49 anos já tiveram filhos, hoje correspondendo a 158 mil mulheres, e 57 % das mulheres que já tiveram filhos nascidos vivos, possuem 3 ou mais filhos (um pouco mais de 60 mil mulheres).
Além da redução da fecundidade, outro indicador que mostra o avanço das mulheres amapaenses nas ultimas décadas é a responsabilidade pelos domicílios. Possuímos algo em torno de 160 mil domicílios, sendo que em 30 % deles as mulheres foram identificadas como responsáveis, e essa taxa é a terceira do país ficando atrás do Rio de Janeiro e o Distrito Federal. Dentro dessa linha, observamos que dos domicílios cujo responsável é uma mulher, um terço, por volta de 16 mil domicílios, as mulheres se declararam responsáveis mesmo possuindo cônjuge, sendo essa taxa menor apenas ao Distrito federal.
O avanço é também observado nos novos arranjos conjugais que são formados. No censo de 2010 verificou-se que 188 casais se declaram serem do mesmo sexo, e o que chama a atenção é que desses, 148 casais (78 %) são formados por mulheres e 40 (22 %) são casais masculinos.
Essas e outras informações fazem parte de um sistema de indicadores sobre os diversos aspectos associados ao desenvolvimento humano e social das mulheres no âmbito da família, do trabalho, da educação etc, elaborados a partir dos microdados da amostra dos Censos Demográficos pelo IBGE.
O Sistema Nacional de Informações de Gênero (SNIG) é uma iniciativa da Secretaria Especial de Política para as Mulheres, órgão ligado diretamente à Presidência da República. O Sistema foi desenvolvido para servir como instrumento de conhecimento da realidade das mulheres no Brasil, oferecendo subsídios indispensáveis para o planejamento e implementação de políticas públicas nesta área.
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