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terça-feira, 15 de novembro de 2011

SARAU DA CONFRARIA

DSC02077Agradeço de coração à Confraria Tucuju pela homenagem a mim concedida em relação a minha obra literária. Vários declamadores estiveram presentes suprindo esta deficiência de um autor que nem sabe declamar seus próprios versos. À Telma Costa e ao Zezinho Duarte a minha gratidão pelo reconhecimento vindo em dose dupla: O show do Grupo Pilão foi um sucesso. Ninguém arredou o pé do Largo dos Inocentes. Todo mundo esperou até o final, já por volta de meia-noite.

Vai agradecimento também ao meu parceirinho Osmar Júnior, que tocou quatro músicas nossas bem conhecidas do público. À cantora Brenda Melo pelo show belíssimo que antecedeu a apresentação do Pilão. Aos artesãos e artistas que expuseram seus produtos e telas.

Em especial agradeço aos meus companheiros de Grupo Pilão; Orivaldo Souza, Juvenal Canto, Bi Trindade, Eduardo Canto e Leonardo Trindade que estão juntos comigo nessa luta para divulgar e valorizar a nossa música há 36 anos. A eles a minha admiração. A minha esposa Sônia Canto vai mais que um Inderê: vai o carinho e a gratidão pela força e profissionalização de sempre na produção e organização do repertório e detalhes técnicos dos nossos shows. OBRIGADO, Tucujus.


Cenas do Sarau da Confraria

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Brenda Melo que me presenteou com a belíssima interpretação de “Amor de Boêmio”, de minha autoria e de meu parceiro Nivito Guedes.

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Osmar Júnior que relembrou nossas composições.

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Grupo Pilão acompanhado pelos músicos Alan Gomes (Contrabaixo e Direção Musical), Marcelo (sopros) e Hian Moreira (Bateria).

sábado, 4 de julho de 2009

Monteiro Lobato era um homem movido a paixões




Paixão pelas crianças,
Paixão pelo Brasil,
Paixão pela comunicação.

Mais da metade de seus livros Monteiro Lobato escreveu para o
público infanto juvenil, com a intenção de ajudar na formação intelectual e
moral da nossa juventude. Há pelo menos três gerações de brasileiros que se desenvolveram sob a influência de suas obras e de seu pensamento.
A outra parte de sua obra é basicamente política, como política era também sua militância intensa como jornalista e editor. Era política porque mostrava sua grande preocupação com a situação de nosso povo e seu engajamento nas lutas por mudanças na sociedade brasileira. Consequência dessa luta sofreu as agruras das prisões e da perseguição.
Toda sua vida e seu trabalho estiveram dedicados à luta pela preservação dos valores culturais e das riquezas naturais da Nação.
Foi pioneiro na luta pela preservação de nossas florestas, de nossos índios e de nossos bichos.
Monteiro Lobato não podia viver sem estar se comunicando com as pessoas, principalmente com as crianças. Sua obras incitam ao diálogo e à busca de parceiros para as brincadeiras. Quando escrevia em jornais, fazia questionários e pedia a opinião de seus leitores. Se Lobato estivesse vivo seria um grande interneteiro. Estaria aproveitando ao máximo a interatividade, a possibilidade de diálogo, a capacidade de reunir gente oferecida pela rede mundial. (Disponível em http://www.projetomemoria.art.br/MonteiroLobato/monteirolobato/index.html)