sexta-feira, 13 de abril de 2012

Amazontech 2012 no Amapá

Amapá sedia Amazontech 2012 e busca parcerias estratégicas no Amazonas
Representantes do Sebrae no Amapá, em Roraima e no Amazonas articulam parceria com Sect, Inpa, Senai, Suframa, CBA e Fucapi
Márcio Vieira

Uma comitiva de diretores e representantes do Sebrae dos estados do Amapá, Amazonas e Roraima visitaram, nesta quarta-feira (11), a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), com a finalidade de garantir apoio da autarquia para a realização do Amazontech, um dos maiores eventos de negócios, inovação e tecnologia da Amazônia Legal voltado para as micro e pequenas empresas.

Em reunião com o superintendente adjunto da Suframa, Gustavo Igrejas, a comitiva entregou o projeto básico do Amazontech e ofereceu espaço na programação do evento para a inclusão de palestras, ações e projetos de interesse da Suframa. “Queremos a Suframa conosco, não só nos apoiando, mas participando efetivamente do evento, pois a Suframa é um órgão estratégico para toda a Amazônia”, destacou o diretor-superintendente do Sebrae no Amapá, João Carlos Alvarenga.

“Sabemos que a Suframa participa tradicionalmente do Amazontech e agora vamos aguardar uma solicitação formal do Estado que vai sediar o evento para decidir de que forma vamos apoiar”, disse o Gustavo Igrejas.

O Amazontech 2012 vai ocorrer num complexo de centros de convenções, na região conhecida como Marco Zero, em Macapá (AP), no período de 13 a 17 de novembro deste ano. Segundo Alvarenga, já há recursos da ordem de R$ 4,3 milhões para a realização do evento que deverá reunir empresários, pesquisadores, estudantes profissionais, parlamentares e gestores públicos de todos os Estados da Amazônia Brasileira.

Desde a última segunda-feira (09), o grupo de diretores do Sebrae Amapá e o consultor geral do evento pelo estado de Roraima está em Manaus, acompanhado do Sebrae local, cumprindo uma agenda de trabalho que inclui visitas a órgãos e instituições relacionados ao tema Amazônia, e que possam oferecer recursos, conhecimento e parcerias a fim de ampliar o leque de negócios e oportunidades do Amazontech. Depois do Amazonas, a comitiva segue para o Estado do Pará.

Na capital amazonense, a comitiva já se reuniu com representantes do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), da Fundação Centro de Análises, Pesquisas e Inovação Tecnológica (Fucapi), da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia (Sect), do Amazon Sat, do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Ainda de acordo com o diretor do Sebrae Amapá, uma das metas do Amazontech nesta oitava edição (desde a primeira edição em 2001, o evento vem percorrendo todos os Estado da Amazônia, exceto Rondônia) é reforçar os espaços de discussão e proposições de conhecimento.

“O Amazontech vem com dois eixos de atuação prioritários: primeiro, a questão de tecnologias para micro e pequenas empresas; e, segundo, ampliar as ofertas de fóruns e debates temáticos sobre inovação, ciência, pesquisas, entre outros. Tudo isso sem esquecer a maior meta que é a geração de negócios”, finalizou. ( Fonte: Márcio Vieira
Gerente de comunicação e marketing do Sebrae no Amazonas (92) 2121-4991 / 8429-7933)

quinta-feira, 12 de abril de 2012

CURSO DE DIREITO

Será no dia 19 de abril, com solenidade especial em Brasília, que a Ordem dos Advogados do Brasil – OAB Nacional, vai conceder ao curso de Direito da UNIFAP o selo de qualidade. O selo concretiza a recomendação como um dos melhores cursos de Direito do país. Na oportunidade a Universidade será representada pelo vice-reitor Antônio Filocreão nesse acontecimento que se constitui mais uma vitória educacional da UNIFAP.

PÁSCOA DA UNIFAP

Foi hoje de manhã a Páscoa dos servidores da UNIFAP. Dezenas de católicos participaram do ritual cristão celebrado pelo padre Aldenor, que também é professor do curso de jornalismo da instituição.

TICA LEMOS, RAINHA DO FACE

Misto de jornalista e artista plástica, pelos desenhos exclusivos que usa na confecção de camisas, Tica Lemos não se desgruda do facebook, ferramenta que usa para divulgar seu trabalho. Os trabalhos de Tica são de primeira, muito bem elaborados na linha do regionalismo, com ênfase para os padrões estéticos etnológicos das fases arqueológicas dos índios que habitaram as terras do Amapá. “Tica, disseram lá no bar do Geraldo, tu estás falando demais. Pára de falar, não queira que nós “t(i)e calemos”.

AS DUAS NEGAS DO LAGUINHO

Nega Vânia, a prestigiada Rainha da Bateria Pororoca, da Universidade de Samba Boêmios do Laguinho, foi uma das convidadas da festa de aniversário do radialista Célio Alício. A festa também contou com a presença sempre simpática da Nega Biluca, que agora virou uma das mais (bem) faladas quituteiras do bairro moreno.

Zunidor - EX-ALUNOS DA UMAT CRIAM ASSOCIAÇÃO


      Foi criada recentemente a Associação dos Ex-alunos da Universidade da Maioridade da UNIFAP, a AAUMAP, que tem como primeiro presidente o Sr. Barreto e como diretor técnico de Desportos Umbelino Palheta Lobato. A festa de confraternização da fundação da entidade será realizada no próximo dia 28 no câmpus Marco Zero. Dos 100 alunos da primeira turma (2010), cujos critérios de entrada pelo processo seletivo são possuir o segundo grau e ter mais de 60 anos, 98 concluíram o curso com aproveitamento acima da média, um faleceu e outro não pôde terminar porque se acidentou em 2011.
       Umbelino Lobato está batalhando participar em São Luís do Maranhão do 50º Campeonato Brasileiro de Masters de Natação, em maio próximo. O atleta, que se notabilizou pelas memoráveis travessias da baía da Guajará pela Tuna Luso Brasileira, de Belém, e de outros campeonatos paraenses, já venceu 32 campeonatos de masters em nível nacional e quatro sul-americanos nas categorias crawl, costas e borboleta. Sem dúvidas, Umbelino é um dos mais respeitáveis atletas que a natação amapaense possui. Só falta ser mais reconhecido.

BAR DO ABREU VOLTA PRO LAGUINHO

         Conhecido por ser itinerante, o conhecido Bar do Abreu vai se deslocar para o bairro do Laguinho, onde começou a funcionar há quase 30 anos. Iniciou na esquina da Odilardo Siva com Ernestino Borges, foi para a esquina da Jovino Dinoá com Ernestino e depois para a Rua Eliezer Levy (antiga casa do Paulino Ramos). Mais tarde se transferiu para o bairro do Trem, na mesma Eliezer Levy com a Avenida Ataíde Teive, foi para a Avenida FAB, na Galeria Comercial e depois se arredou para outra loja na mesma Galeria, onde permaneceu por 13 anos.
         Nessa andança, os fregueses (que não são poucos) sempre acompanharam o bar, talvez pela simpatia dos proprietários, que começou com o seu Orlando; talvez pelos tira-gostos especiais feitos na hora; quem sabe pela educação das garçonetes ou pelos jogos televisivos que normalmente não passam nos canais abertos de TV. Mas certamente um bar que tem 30 anos tem tradição, tem histórias para serem contadas e um milhão de motivos para sobreviver nessa competição comercial que nem todo mundo suporta.
         Agora o Bar volta a se instalar no Laguinho, em um galpão na Rua Jovino Dinoá, ali entre as avenidas Mãe Luzia e vereador José Tupinambá (antiga Nações Unidas), com muitos planos para a programação semanal: shows de musicas regionais às quintas, pagode aos domingos, e extensa atividade futebolística na TV, com diversos jogos dos campeonatos nacionais, regionais e internacionais transmitidos simultaneamente por diversos canais. Para quem gosta de se sentir num estádio lotado ou, preferencialmente ouvir uma boa música regional é um prato feito.
         Segundo o Ronaldo Abreu, gerente-propietário do bar, a programação cultural não vai parar só em shows e pagodes: vai continuar a apoiar as exposições de artes plásticas, lançamentos de livros e o bloco carnavalesco “Carroça do Abreu”, que se integra à “A Banda”, nas terças-feiras gordas.
         Este é o sétimo local que o Abreu se estabelece com seus fregueses-cachorrinhos, em 30 anos de atividades culturais e etílicas.

REITOR ASSUME CADEIRA NA ACADEMIA NACIONAL DE FARMÁCIA

         O reitor da Univesidade Federal do Amapá, Prof. Dr. José Carlos Tavares Carvalho vai ser empossado no dia 11 de maio como membro titular da cadeira nº 47 da Academia Nacional de Farmácia, na Seção de Ciências Físicas e Químicas, cujo patrono é o acadêmico Dr. Gerardo Magela Bijos. A solenidade ocorrerá no Auditório Multiuso da UNIFAP, no Câmpus Marco Zero do Equador, às 19h00. Na ocasião também tomará posse da cadeira nº 14, como acadêmico titular, o professor José Jeová Freitas Marques, na Seção de Farmácia, que tem como patrono o acadêmico Dr. Pedro Batista de Andrade.
         Os novos acadêmicos serão saudados pelo acadêmico Dr. João Paulo S. Vieira e empossados pelo presidente da Academia Dr. Lauro Moretto.

WILSON SENA

Decano do jornalismo amapaense e fundador da Associação dos Jornalistas do Amapá, Wilson Pontes de Sena, completou 80 anos recentemente. Sena continua normalmente suas atividades, sempre empenhado com os empreendimentos do Esporte Clube Macapá, time tradicional do Estado que carrega nas costas há um bom tempo.



INDERÊ! Volto zunindo outro dia.

Zunidor - MAURO

 Meu amigo RB, Mauro Cordeiro (Irmão do Nico, Nicomedes) veio visitar sua cidade e se abastecer de novidades. Leva CD’s, DVD’s, e uma poção de lembranças para Porto Velho onde milita como advogado e empresário. Saudosista que é, Mauro eventualmente liga para os amigos com saudade da terra e se derrama em prantos. Coisa de amapaense apegado.

Zunidor - CÉLIO ALÍCIO

O radialista e historiador Célio Alício completou mais um ano na sua preciosa existência, como diriam os locutores do Carnê Social de outrora nas rádios locais. Reuniu os amigos na sua casa no Jacareacanga, com muita feijoada e cerveja. E ainda viu o Flamengo ganhar do Vasco na TV. Depois foi só soprar a velhinha, digo, a velinha, para a festa se tornar mais animada com o pessoal dos Boêmios e até a Tica Lemos presente. Parabéns, amigo. Deus te dê saúde e felicidade para você e família.

Zunidor - TADEU PELAES

Ainda sofrendo com a quase desclassificação do Flamengo na Libertadores, o sindicalista Tadeu Pelaes tem aparecido muito no Laguinho. Não sei se é o samba ou o marabaixo que o chamam, só sei que sua presença melhora um pouco o papo do “Calçadão” do Valdir. Sei também que ele e o Pierre Alcolumbre têm tentado levar o professor Munhoz para outros caminhos, dizendo a ele: - Munhoz, traz mulher pra nós. Mas o Munhoz resiste, resiste...

Zunidor - BEIRA-RIO


 Quem viu a maré-lançante desta segunda-feira na Beira-Rio se assustou. As águas do Amazonas ficaram furiosas e transbordaram na avenida desde o Aturiá até o Perpétuo Socorro (antigo Igarapé das Mulheres). Apreciei ali o cair da tarde e os seres andantes driblarem as ondas que debruçavam violentamente no muro de arrimo. Foi a maré-lançante mais forte do ano, causado pela lua cheia que sempre sai sorridente entre as nuvens de chuva.

Zunidor - MARABAIXO

O Domingo da Páscoa, primeiro marabaixo do ciclo anual, foi marcado por uma bonita festa na casa de um dos festeiros do Laguinho, na casa da Dona Biló, a única filha do Mestre Julião ainda viva. O que me impressionou foi a presença de crianças e jovens participando da dança e cantando os novos e velhos “ladrões”. Aparecerem convidados de comunidades mais distantes como Casa Grande e Ilha Redonda. Por incrível que pareça havia gente dançando o marabaixo do jeito que dançavam antigamente, com simulações da “Carioca”, uma representação gestual muito parecida com a capoeira da Bahia, que os negros dançavam na frente da igreja de São José. Por outro lado não dá para engolir que a aceleração do ritmo seja uma evolução. Parece-me mais uma deformação, embora haja quem afirme que isso esteja no bojo do mesmo processo que ocorreu com os sambas de enredo do carnaval: uma necessidade imperiosa para a dança. Vejo que o ritmo vem perdendo muito a cadência, apesar de saber que há vários deles, sendo que o mais rápido é o dobrado, dançado, sobretudo na Procissão da Murta, quando os dançarinos entrelaçam os braços e gritam, dançando nas ruas do Laguinho. Parece-me um gesto ancestral africano. É bem bonito de se ver. O ciclo recomeça daqui a uns 45 dias na casa da Dona Biló, na casa do Pavão (Laguinho) e no bairro de Santa Rita (Favela). 

sábado, 7 de abril de 2012

PEQUENO INSTANTE DE RETORNO A UM LUGAR CHAMADO PASSADO‏

Recebi de Luiz Jorge Ferreira o poema memorial “Pequeno Instante de Retorno a Um Lugar Chamado Passado”. Um texto impecável. Leiam.

FERNANDO,    BOA NOITE.    
                  
                   LENDO-LHE DE VOLTA NO “CANTO DA AMAZÔNIA”   REABRO A "COMUNICAÇÃO" COM MACAPÁ,

                   A QUAL COMPLEMENTO O ÁUDIO DA LEITURA (LEIO EM VOZ ALTA, ASSIM LEIO E OUÇO) COM O FILME QUE O JOÃO LAZARO

                   "PORTA-RETRATO" PROJETA PARA MIM CADA UMA DAS VEZES EM QUE

                   DEPARO-ME COM ESTA ENXURRADA (DE FOTOS) DE COISAS D'ONTEM POSICIONADAS HOJE.  RAPAZ, É UM SENSAÇÃO DE VOCÊ

                   ASSISTIR FLASH'S' DE COISAS QUE VOCÊ VIVEU,VER PESSOAS COM QUEM  VOCÊ CONVIVEU. MONTA-SE UM QUEBRA CABEÇAS,   

                   CIRCUNSTANCIAL DE UM PARTICULAR QUE É UNIVERSAL.  HOJE DAQUI DE LONGE, DAQUI DO HOJE, EU COMPREEENDO BEM ESTE 

                   MOTOR PERPÉTUO DE ACONTECIMENTOS... NASCE MORRE...  NASCE CRESCE... SURGE O NOVO... FINDA O JÁ DESGASTADO

                   APELIDADO DE "VELHO".
.
                   UM DIA DESTES ESPANTEI-ME OUVINDO UM SOM VINDO LÁ DO PECÓ. MAS ISTO É OUTRA ESTÓRIA.

                   EM TEMPO: OUTRO DIA DESTES, LI TEXTOS DE RAY, BELOS!        LUIZ JORGE.


PEQUENO INSTANTE DE RETORNO A UM LUGAR CHAMADO PASSADO
Poema de Luiz Jorge Ferreira

O som vem lá do Pecó. (*)
É a voz de Carlos Gonzaga cantando Diana.
Eu deitado, imberbe, na rede que fede a mim.
Balanceio entre o Trópico de Câncer e o de Capricórnio.
Em vão, procuro criar uma linguagem nova para conversar com as estrelas.
Cybelle, sob o sol tropical picha muros, ou apenas anda zigzagueando entre pedregulhos grávidos.
Atropelados por um pneu Firestone.
Portinari... Picasso... Dali... R. Peixe... Ray Cunha.
Estão por ali entre sombras da noite e fantasmas magros.
Todos gêmeos das paredes de madeira ruídas de cupins.
Copulam cores. Dentro do sol.
Dentro de mim a Babilônia se arrasta pela Ernestino Borges.
Vem da casa de Seu Paulino, Maiambuco, com Marabaixo, e Coló.
Eu em silencio, decorando a música de Carlos Gonzaga, vinda do Pecó.
Deitado na rede que tatua minha costa com listas e calombos.
Espreguiço entre a Fortaleza cicatrizada de tempo, e o tempo cicatrizado na Fortaleza.
Farto de azedos, gaguejo uma língua nova para a surda lua anciã.
Da alma ao ânus. Lavado de suor. Olho as unhas dos pés crescerem.
Sujas do chão do Pacoval.
Elas desnorteadas com o Norte mapeado aos seus pés.
Arranham em Si, o terceiro compasso.
Sou um homem negro. Pardo com duas orelhas. Páginas demais em branco.
Apaixonado por sereias. Versos de Drumonnd. Lendas do Isnard.
Refém do som do Pecó. Olhando as telhas.Dialogando com estrelas sujas de céu.
Xingo os tímpanos. Incomodado com o barulho da massa do pão lá na Padaria do Seu Osvaldo, ainda cru sendo esmagado na mesa.
Sobre bactérias indefesas. Gritando em Morse.
Vittorio Gassman. Zorro. Chaplin. Bardot.
Estimulam o diálogo das pulgas com o cão, em Braille.
Isto impede que eu decore a segunda parte da letra da música de Carlos Gonzaga, que vem do Pecó.
Que vem só. Respirando entre ruas e becos, lá do Igarapé das Mulheres, entre cheiros de peixe, e odores vaginais.
Quase amanhece debaixo do assoalho em que a música se esconde. Ernestino Borges. Odilardo Silva. Odilardo. Fernando Canto.
Nikita Kruschchev. Chefe Humberto. Cabralzinho.
Bongos... Uníssonos solfejam a semínima com que a música termina.
O barulho das tábuas estalando.
Impede que eu decore o resto.
Cuspo frases inteiras da música no saco de roupa, onde a camisa de ontem encharcada com um resto de chuva, não cabe mais em mim.
Mil e Novecentos. Outubro de 62.
(*) Pecó = prostíbulo em Macapá, cujo som emitido por vários alto-falantes inundava o silêncio das suas madrugadas na década de sessenta.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Zunidor - ARCÂNGELO

 – Tenho em mãos uma tela do artista plástico Arcângelo, cuja especialidade é pintar a o tema Macapá Antiga, baseando-se em fotos e paisagens urbanas que pesquisa. O artista me entregou a tela “Frente de Mazagão” e me presenteou com um prato de porcelana com paisagem da Fortaleza de São José e a Beira-rio em foto de 1908.



INDERÊ! Volto zunindo na semana que vem.

Zunidor - ARTES CÊNICAS NO AMAPÁ

 – O professor Romualdo Palhano lançará no próximo dia 13 de abril no Centro Cultural Franco-Amapaense, às 19h00, o livro “Artes Cênicas no Amapá – Teoria, Textos e Palcos”. É a primeira obra do gênero a ser posto à apreciação de alunos, atores e professores de artes no Estado. Trata-se de mais uma contribuição do professor Palhano que já publicou outros 11 livros, a maioria voltada para as artes cênicas.

Zunidor - QUADRILHAS

 – Segundo o Cláudio Vaz, que agora gerencia o bar da Tia Avó, na rua Guanabara, no Pacoval, mais de dez quadrilhas juninas de Macapá vão homenagear Luiz Gonzaga pela passagem dos seus cem anos de nascimento, em seus enredos. Logicamente que o cantor merece toda essa reverência, afinal foi o maior divulgador do forró nordestino e da música junina do seu tempo. Mas a quadrilha do Cláudio vai mudar o foco e promete trazer novidades para breve.

Zunidor - SONS DO EQUINÓCIO

 - Iniciaram no dia 04, quarta-feira, as aulas do curso de extensão Teoria Musical e Flauta Doce denominado “Sons do Equinócio” que será realizado nas dependências da Rádio Universitária. Foram ofertadas duas turmas de 30 alunos. É um projeto piloto que envolverá alunos de escolas públicas do entorno da UNIFAP e que traz a perspectiva de ampliação, tanto no sentido de se criar novos cursos na área das artes da instituição como de proporcionar oportunidade de aprendizado musical aos jovens participantes. O instrutor do curso é o experiente músico (e poeta) Obdias Araújo.

Zunidor - JULIELE

 – Foi muito festejada pelos fãs de Juliele a matéria veiculada no domingo (01.04.12), na primeira página do caderno “Magazine”, de O Liberal, de Belém. O texto retrata a trajetória da cantora, desde o início de sua carreira e enfoca o seu momento atual com o lançamento do CD “Balé de Luz”. Fala, também, dos projetos da artista para o futuro e dos compositores e músicos que participam do seu novo CD. Sucesso aí, Juli.