Parabéns ao jornalista Elton Tavares que aniversaria hoje. É Big!!!
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
Ana Martel no Lokau – 06/09
Terça-feira (06), véspera de feriado, é dia de curtir a bossa, o samba e o requinte de Ana Martel, no Lokau American Bar (em frente à Secretaria de Turismo).
Na companhia de Valério de Lucca (bateria), Hian Moreira (contrabaixo), Fabinho (guitarra) e Hugo Moreira (violão), Ana promete uma noite com muito suingue.
De 22:00 às 00:00h, Ana Martel vai interpretar canções de seu CD “Sou Ana” e de grandes compositores da MPB.
Coluna Canto da Amazônia - Zunidor
VISITAS
Quero agradecer aos internautas, amigos e seguidores deste blog pelos 63 mil acessos a que chegou. Isso renova o compromisso de postarmos cultura amazônica que tanto precisa ser divulgada, além de outras notícias e artigos de interesse de tod@s. Eu e Sônia agradecemos mesmo e aceitamos sugestões para a melhoria desta página. ABS A TODOS.Rádio Educadora
O passadoO presente
O sociólogo, músico e compositor Alexandre Negreiros proferiu palestra sobre direitos autorais na música na quinta-feira, no auditório da FECOMÉRCIO, tendo como plateia compositores, intérpretes, poetas, jornalistas, comerciantes e outros interessados no tema. Arrancou aplausos ao descascar o Escritório de Arrecadação de Direitos Autorais – ECAD, com as suas irregularidades. Também mostrou propostas que podem ajudar a melhorar esse setor econômico injusto com a grande maioria dos artistas brasileiros. Ele mais arrecada do que distribui.
CPI DA ECAD
Dia 09 tem o show de “50 Anos de Música e Emoções” do cantor MANOEL Sobral, no Ceará da Cuíca. Não esqueçam.
Dia 09 também vai ocorrer o show do Grupo Senzalas, formado por Amadeu Cavalcante, Val Milhomem e Joãozinho Gomes. Traz os convidados Patrícia Bastos e Enrico di Micelli, na sede dos oficiais da Polícia Militar.
A coluna manda um grande abraço para o Dr. Raimundo Lopes, presidente da Academia de Medicina do Amapá e da Academia Maçônica de Letras do Estado do Amapá. Forte como um trator, já está na ativa, se recuperando de um baque profundo. Na foto com o Pádua, da dupla “Os Cabuçus”.
Vai um Inderê para o Leleo Mont’Alverne, que aparece na foto com um jabutizinho. Olha o IBAMA, rapaz!
O jornalista “Marquês” Bonfim Salgado agora bebe a cachaça de Lula, feliz com o presente que ganhou do Carlos Lobato. Santé!
Inderê! Volto zunindo na semana que vem.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Coluna Canto da Amazônia - SENADO HOMENAGEIA REDE AMAZÔNICA DE RÁDIO E TELEVISÃO
O Senado realizou nesta quinta-feira sessão solene para comemorar os 39 anos da Rede Amazônica de Rádio e Televisão. A geradora foi a primeira do Brasil a implantar a TV a cores e atualmente atinge os Estados de Rondônia, Roraima, Acre e Amapá.
O requerimento para a homenagem partiu do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AC). Durante a solenidade, ele destacou a trajetória do idealizador da emissora, jornalista Phelippe Daou.
Randolfe lembrou que a criação da TV Amapá, afiliada da Rede Amazônica, foi idealiza em resposta a uma enquete em que a população identificou a falta de "uma televisão" para viver melhor.
“Em 1974, uma rudimentar televisão conseguiu exibir os jogos da Copa do Mundo de Futebol em videotape, com cerca de quatro horas de atraso. Os jogos eram gravados em Belém, na TV Guajará, e trazidos pela equipe em grandes e pesados rolos de metal e fita em avião do governo, que ficava à disposição da empreitada”, relatou.
O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) elogiou o trabalho da Rede Amazônica, que integra 61% do território nacional, segundo ele. O senador Geovani Borges (PMDB-AP) destacou o empreendedorismo de Phelippe D. Já o senador Jorge Viana (PT-AC) disse que a história da Rede se confunde com a história da região. “O rádio sempre foi um dos bens mais preciosos das famílias que moram nas áreas rurais e florestais”, declarou Viana.
Phelippe Daou agradeceu a homenagem. O empresário explicou que a Rede está inteiramente digitalizada. “A Rede Amazônica é muito mais ideal do que empresas com objetivos puramente mercantis. Entendemos que a Amazônia precisa ser mostrada. O Brasil será muito mais importante do que é hoje no dia em que der a devida importância à Amazônia”, afirmou o empresário.
O presidente do Senado, José Sarney disse ter acompanhado as dificuldades enfrentadas por Daou para implantar a Rede Amazônica. Segundo ele, muito do que hoje é a Zona Franca de Manaus se deve à defesa feita pelo empresário.
Foto: Waldemir Barrego/Agência Senado
Fonte: Assessoria de Comunicação da Abert com informações da Agência Senado
Coluna Canto da Amazônia LANÇAMENTO DE EDITAL FRANCO-BRASILEIRO
É hoje, às 10h00, no salão nobre do Palácio do Governo, o lançamento do Edital Franco-Brasileiro, promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amapá, a Fundação Tumucumaque, que atualmente tem como presidente o prof dr. Jadson Porto.
O Edital visa apoiar a implementação de atividades de cooperação internacional por meio de intercâmbio de técnicos e pesquisadores (estudantes ou professores) de programas strictu sensu, de Instituições Públicas de Ensino Superior e/ou de Pesquisa, em projetos conjuntos para permitir formações administrativas, científicas, tecnológicas e de inovação. Serão dadas prioridades às áreas de Biodiversidade, Sociedade e Saúde, Agroecologia, Meio Ambiente, Biotecnologia, Sensoriamento Remoto, Linguagem, Pesca e Aquicultura, Comércio Exterior, Defesa e Sanidade Vegetal e Desenvolvimento Econômico e Socioambiental. Fonte: jadsonporto@yahoo.com.br)
Coluna Canto da Amazonia - PRÊMIO CNI DE JORNALISMO
Estão abertas as inscrições para o Prêmio CNI de Jornalismo. Nesta
primeira edição, serão contemplados os melhores trabalhos nas
categorias jornal, rádio, revista, TV e internet. Haverá ainda prêmios
para destaques regionais e para matérias sobre educação profissional
voltadas à indústria e sobre inovação para a competitividade
industrial. O melhor trabalho entre todos os inscritos levará o Grande
Prêmio José Alencar de Jornalismo e R$ 40 mil. Ao todo, serão
distribuídos R$ 240 mil aos vencedores.
Promovido e organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI),
o Prêmio CNI de Jornalismo tem por objetivo reconhecer o papel da
imprensa e seu compromisso com a agenda do desenvolvimento do país. Poderão concorrer reportagens publicadas/veiculadas em veículos de
empresas jornalísticas entre 1º de abril de 2011 e 31 de março de
2012. Serão considerados os trabalhos cuja pauta tenha relação direta
com o setor industrial e com a agenda estratégica definida no
documento A Indústria e o Brasil - Uma agenda para Crescer Mais e
Melhor.
A agenda é constituída por 12 pilares estratégicos: segurança
jurídica; macroeconomia; tributação e gasto público; financiamento;
relações do trabalho; infraestrutura; educação; inovação; comércio
exterior; meio ambiente; burocracia; e micro e pequena empresa.
INSCRIÇÃO - A ficha de inscrição preenchida e os trabalhos
jornalísticos deverão ser enviados até 5 de abril de 2012 para a sede
da CNI, em Brasília. Todas as informações e o regulamento estão no
site Prêmio CNI de Jornalismo. Contatos e dúvidas podem ser
encaminhados para premiojornalismo@cni.org.br ou pelo telefone (61)
3323-1072. (Fonte: Comunicação Sistema FIEAP. fone: 3084-8944.
Coluna Canto da Amazônia – Ricardo Teixeira
FUTURO DE RICARDO TEIXEIRA SERÁ DECIDIDO NA PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA
O Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, tem uma importante missão pela frente: ler e analisar uma representação criminal contra o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que também preside o Comitê Organizador da Copa-2014.
O pedido de investigação foi assinado por Marcos Pereira, dirigente do Partido Republicano Brasileiro (PRB) e professor de Direito Penal. Se a investigação for aberta, o processo por corrupção na Fifa que cita João Havelange e Ricardo Teixeira pode ser enviado ao Brasil, para ajudar nas apurações.
Faz mais de 40 dias que o pedido foi protocolado com número 004689/11 na PGR, do Distrito Federal. Gurgel decidirá se as alegações de Marcos Pereira são consistentes e, em caso positivo, deverá encaminhar a investigação para o Ministério Público do Rio de Janeiro, sede da CBF e da residência de Teixeira.
Fontes ligadas à PGR argumentam que o caso deve ser encaminhado ao Rio de Janeiro e os procuradores regionais decidiriam pela abertura de uma investigação ou pelo arquivamento. “Tudo depende da solidez da denúncia e das provas juntadas”, explicou um assistente da PGR.
O pior dilema para Teixeira, que vive uma espécie de inferno astral nesses três anos que restam até a Copa-2014, é a possibilidade de o Ministério Público Federal pedir à Justiça Suíça documentos que comprovariam o recebimento de suborno tanto do presidente da CBF quanto de seu ex-sogro e fonte inspiradora, João Havelange.
Essa documentação que trata de corrupção no futebol mundial colocou a Fifa nas páginas policiais e gerou um documentário produzido pelo escritor e jornalista Andrew Jennings, para a rede BBC, de Londres. O material de Jennings foi republicado no Brasil e a rede Record acabou produzindo uma série com todas as denúncias contra Ricardo Teixeira e suas empresas.
Segundo Jennings, Ricardo Teixeira e Havelange teriam feito um acordo com a Justiça Suíça para devolver cerca de US$ 9 milhões, dinheiro recebido em operações ilegais. (Fonte: Uol Esporte)
Coluna Canto da Amazônia - ALMOÇO INAUGURAL NO RU
A inauguração do restaurante Universitário da UNIFAP, que estava prevista para o dia 29 passado foi transferida para o dia 09 de setembro em função de problemas técnicos. De acordo com as informações da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários a festa ocorrerá com um almoço inaugural para toda a comunidade acadêmica, que estará isenta de pagamento.
Coluna Canto da Amazônia - MESTRADO EM ARTES VISUAIS
O Colegiado do Programa Associado de Pós-graduação em Artes Visuais UFPB/UFPE (PPGAV-UFPB/UFPE) torna público a abertura do Processo Seletivo para o ingresso de estudantes regulares. A Seleção será regida pelas normas constantes deste Edital, pelas disposições do Regulamento Geral dos Programas de Pós Graduação da UFPE (Resolução Nº10/2008-CCEPE), pelo Regulamento do PPGAV-UFPB/UFPE (Resolução Nº 06/2009-CONSEPE), da UFPB (Resolução Nº12/2000-CONSEPE) e da por este Colegiado e demais normas complementares.
O Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV-UFPE-UFPB), em regime de solidariedade com o PPGAV/UFBA, destina-se a graduados em Artes Visuais, Educação Artística, Artes, áreas afins ou outras áreas (Licenciatura, Bacharelado e Curso Técnicos de Nível Superior, regulamentados pelo MEC), ou seja : aqueles cursos que têm estudos e atuação convergente com as Artes Visuais.
Informações mais detalhadas sobre a estrutura do Curso e o seu funcionamento poderão ser obtidas na Secretaria do PPGAV, pelo telefone (83) 3216-7053 na UFPB e (81) 2126. 8755, na UFPE, na sua página http://www.cchla.ufpb.br/ppgav ou pelo e-mail artescchla@.gamil.com.
ALACID E A CIDADE
Macapá Office, localizado na Avenida Fab, esquina com a Rua Jovino Dinoá
Quem acompanha o desenvolvimento urbano de Macapá não pode ficar desatento às modificações estruturais na sua paisagem. A Avenida FAB, por exemplo, há um pouco mais de trinta anos mudou completamente de função, sendo que para ser a principal via da cidade precisou ser construída desde a transferência do velho aeroporto até se caracterizar como o centro das decisões políticas. Nela estão sediadas as principais secretarias de governo, o palácio do Governo, a Prefeitura, a Câmara dos Vereadores, a Assembleia Legislativa, o Ministério Público Estadual, O Tribunal de Justiça, o Tribunal de Contas, a Justiça Federal, sem contar os mais tradicionais colégios da capital, igrejas instituições particulares e praças.
Mas não é exatamente sobre isso que quero me reportar neste texto, pois mudanças históricas e urbanas ocorrem a toda hora. Quero mesmo é lembrar que ao lado de tantas construções civis umas se destacam das outras pelo excessivo mau-gosto dos projetos, mas também pelo nome daqueles que as projetaram. O bonito prédio da Secretaria de Infraestrutura tem a assinatura do famoso arquiteto Villas-Boas Artigas, assim como um certo edifício amarelo construído com seus seis andares num tempo em que nenhum governante municipal queria aumentar o gabarito das construções. O Macapá Office só pôde ser realizado após inúmeros argumentos sócio-urbanísticos que foram aceitos mediante o estrangulamento da expansão urbana constatado pelos técnicos da PMM, que se renderam aos fatos e realizaram o Plano Diretor - uma exigência do Ministério das Cidades. A Avenida FAB é uma das poucas vias da cidade que tem esgoto sanitário. E foi daí que veio a munição para o convencimento que culminou na decisão, já que menos de 5% de Macapá possui esgoto.
O jogo político existente por trás disso tudo tem o papel e a sagacidade de um empreendedor que ousou mudar a perspectiva de novas habitações macapaenses e dar a ela uma visão mais realista sobre a paisagem, e ainda no incremento de um processo econômico novo e promissor. Falo aqui do arquiteto Alacid Farias Canto, um empresário determinado, que antes de ser apenas um construtor, visualizou formas e possibilidades de habitação para inúmeras famílias de classe média baixa, para ajudá-las na concretização do sonho da casa própria. Sua empresa foi uma das primeiras a aquecer o mercado imobiliário local com a venda supernegociada de lotes, dinamizando, assim, esse mercado muitas vezes considerado cruel, por visar apenas o lucro e nunca o aspecto socioeconômico dos compradores.
Acompanho esse processo mais ou menos de perto e sei da sua importância para a harmonia da cidade, que mesmo nem sempre obedecendo as leis urbanas, vai se adequando com a aplicação de penalidades aos que transgridem essas leis.
Considero que da mesma forma que os arquitetos Oscarito, Chikahito Fujishima e Ubiratan Homobono mudaram a cara da cidade nos anos 80, com seus projetos residenciais para a classe média, o trabalho criativo de Alacid Canto também estartou a mudança da paisagem urbana de Macapá, mesmo enfrentando a limitações expostas atrás, onde a proibição de construção de edifícios altos se dava pelo critério mais político do que técnico. Era uma política desprovida da visão de desenvolvimento, que não acompanhava a condição de uma cidade amazônica de porte médio em franco crescimento.
Embora o processo capitalista se estabelecesse de forma rápida e avassaladora, o mercado imobiliário não acompanhou o ordenamento urbano e muitos prédios construídos assim – e fora do restrito centro urbano - ficaram sem esgotos. Têm apenas fossas, que por sua vez comprometem o lençol freático em vários pontos da cidade. Isso sem contar com os problemas que causam ao seu redor por não possuírem estacionamento.
No caso da Dumond Engenharia há um preparo integral de planejamento nas construções, ganhando destaque a escolha dos terrenos onde passa água e esgoto, pelo estudo de impacto ambiental, calçadas largas e acessibilidade ao público, estudo de sombreamento e ventilação, etc. Se todos os construtores assim o fizessem, certamente Macapá seria a realização do sonho arquitetônico de Gaspar João Gronfelts, o arquiteto alemão que traçou a primeira planta da então vila de São José, em 1763, com praças e arborização para amenizar o calor. Isto posto, quero me congratular com o arquiteto Alacid Canto e sua empresa pelo trabalho profícuo que realiza nestes 15 anos de empreendimentos sustentáveis, mesmo sabendo o quanto é difícil realizar trabalhos dessa natureza, onde nem sempre a burocracia possibilita que se implemente o correto, pela própria “natureza” de quem fiscaliza. (Texto de Fernando Canto)
sábado, 27 de agosto de 2011
PROFESSOR LANÇA LIVRO SOBRE BRASILEIROS NA GUIANA
O professor Manoel Pinto vai lançar o livro abaixo somente em Caiena, onde reside atualmente. É o resultado de quatro anos de pesquisa na Guiana Francesa. Trata-se de uma edição limitada, pois o livro saiu caro e é dirigido para intelectuais interessados no tema e para “colecionadores ricos”, brinca o autor. “O Fetiche do Emprego” foi contemplado com o “Prêmio NAEA/2008 de tese de doutorado”. Restam apenas 50 exemplares e podem ser adquiridos em Macapá com Silvana, no telefone (96) 32241082, ao preço de R$ 80,00.
Nome: O FETICHE DO EMPREGO - UM ESTUDO SOBRE AS RELAÇÕES DE TRABALHO DE BRASILEIROS NA GUIANA FRANCESA (Iglu Editora, S. Paulo, 2011)
Crítica: Este livro mostra as relações de trabalho de brasileiros na Guiana Francesa, e a inserção desses imigrantes no mercado de trabalho local. Em linhas gerais, ele faz uma reflexão sobre como as imigrações internacionais, em tempos de globalização, colaboram para desenraizar, excluir e incluir marginalmente milhares de trabalhadores brasileiros, que atuam no mercado guianense. O aumento do desemprego em escala mundial, a exigência de qualificação, a dificuldade temporal da reinclusão, a inclusão marginal, as formas precárias de trabalho, os dilemas étnicos, o rebaixamento da média salarial nos espaços de imigrantes ilegais, a terceirização/subcontratação do trabalho e o aumento da feminização das migrações constituem os eixos analíticos importantes desta obra. Esse trabalho primeiramente recupera o debate sobre as migrações internacionais, o processo de globalização e as mudanças no mundo do trabalho. A pesquisa reconstruiu a história das primeiras migrações de trabalhadores brasileiros para a Guiana Francesa na metade da década de sessenta do século XX, além de apresentar e abrir uma discussão sobre a própria sociedade guianense. Numa perspectiva de síntese, este trabalho tenta dimensionar o que é imigrante ilegal na Guiana Francesa e qual a consequência desse fato nas relações de trabalho dos brasileiros neste Departamento Francês. Na tentativa de construir uma sociologia da clandestinidade, este livro investiu numa possibilidade real de reflexão sobre o nosso tempo-presente, pleno de contradições raciais, econômicas, políticas, culturais e sociais.
Síntese biográfica: Manoel de Jesus de Souza Pinto é bacharel em Ciências Sociais (1992) e possui especialização em História da Amazônia (2000). Fez mestrado em Sociologia na UFPA(2003) e doutorado em Ciências Sócio-Ambientais pelo Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (2008) NAEA/UFPA. Seu estágio pós-doutoral está sendo realizado no Centre National de Recherche Scientifique (CNRS). É professor Adjunto II da Universidade Federal do Amapá, onde desenvolve atividades no curso de Ciências Sociais e no Programa de Mestrado em Desenvolvimento Regional (MINTEG).
SOBRE DROGAS, DROGADOS E CRIMINOSOS
POESIA QUE ENCANTA
SUBPREFEITURA REALIZA BATALHA DE HIP HOP FEMININO
Evento vai apresentar grupos de hip Hop, palestra de conscientização anti drogas, DST/AIDS e concurso de Be Boys.
A subprefeitura da Zona Norte realiza nesta sexta-feira, 26 a partir das 13 horas na área de eventos a primeira batalha de Hip hop feminino. O evento acontece em parceria com o grupo de Be Girl da Zona norte que vem desenvolvendo ações de dança de rua e conscientização da cultura de Hip Hop.
Durante o evento serão apresentadas palestras sobre o movimento Hip Hop amapaense, combate as drogas e DST/AIDS. O evento apresenta ainda apresentações de grupos de hip hop masculino e feminino, encenação estilo break como a temática prostituição infantil, apresentação do grupo Rap Raciocínio da Ponte, grupo Jurado Bit Boys Movimento com a Boca, grupo Relato de Rua, Batalha de Be Boys e encerrando com a roda Livre Freestaille.
“Nossa expectativa é trazer o maior número de jovens da Zona Norte, fizemos uma grande mobilização nas escolas e em vários bairros. Vamos mostrar um pouco dessa cultura que vem tirando muitos jovens de situação de risco social”, disse a coordenadora do evento Jaqueline Silva. Fonte: Valdecir Bittencourt/ Assessor de Comunicação Social de SubPrefeitura da Zona Norte de Macapá)
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
A 6º Conferência Legislativa sobre Liberdade de Expressão, realizada na terça-feira passada (23) na Câmara dos Deputados, debateu formas de combater a censura judicial aos meios de comunicação e as ameaças à livre circulação de informação na internet.
O evento promovido pelo Instituto Palavra Aberta teve a participação de jornalistas, deputados, integrantes do governo federal e representantes de veículos de comunicação.
No primeiro painel do debate, “Avanços e desafios da liberdade de expressão”, o jornalista e professor da USP/ESPM Eugênio Bucci falou sobre a censura imposta ao jornal O Estado de São Paulo, que já dura dois anos. Ele ponderou que a liberdade de imprensa teve avanços no país, mas que nunca deixou de estar na ordem do dia. “"E não é apenas um, mas foram dezenas os veículos jornalísticos que sofreram consequências dessa nova modalidade de censura (judicial). E essas ações, que resultam em censura judicial, quase sempre decorrem da demanda de políticos ou de parentes de políticos. “São os de cima que, contrariados, demandam a censura, e muitas vezes, vociferam contra a imprensa, arrancam microfones das mãos de jornalistas, amaldiçoam a imprensa”, afirmou Bucci.
O diretor de conteúdo do jornal O Estado de SP, Ricardo Gandour, criticou qualquer medida de restrição à liberdade de expressão. "[Algumas] manifestações vão no sentido de que um pouquinho de censura talvez proteja certos setores da sociedade. Esse raciocínio é perigosíssimo. Se um pouquinho de censura pode vir a ser benéfico, a primeira pergunta que surge é: quem determina a dose? E qual é o limite desse pouco? E por que não um pouquinho de mentira? De tortura?", complementou. "No início do processo (que impede o jornal de publicar informações sobre a Operação Boi Barrica), nós discutimos muito na Redação se era mesmo censura prévia ou se estávamos ali chateando os leitores com uma questão só nossa. Logo veio a conclusão de que se tratava mesmo de censura e essa forma de coerção não poderia ser tolerada”, disse o diretor.
Na avaliação de Gandour, o caso da censura ao Estado levantou o antagonismo do interesse público entre o juiz e o repórter. O repórter trabalha tentando antecipar a notícia na temperatura jornalística; o juiz tem seu ofício e seu método a posteriori. "Não pode dizer: ‘Eu te proíbo, em nome da lei, de editar o que eu estou imaginando que você vai editar’. É coerção. O único porto seguro é a liberdade plena."
Sigilos
Eugênio Bucci ainda defendeu que as autoridades ajudem a proteger a liberdade de imprensa e não interfiram na mediação do debate público. “A liberdade não é um conforto, mas um feitio do jornalista. Quem tem direito a uma imprensa livre é a sociedade”, complementou.
Durante a discussão, foram abordadas as duas formas de sigilo muitas vezes impostas pela Justiça. De acordo com Bucci, o trabalho dos jornalistas é essencial à sociedade porque os profissionais têm independência. "A imprensa só é essencial à sociedade justamente porque, não sendo governada pelos poderes do Estado, pode se empenhar com independência em descobrir os segredos que interessam ao cidadão. Logo, não há sentido querer impor à imprensa alguma forma de controle para que ela seja obrigada a preservar sigilos que não são dela", disse.
O professor disse ainda que não se pode punir jornalistas por terem divulgado informações ditas como “segredo de Estado”, por exemplo. “A imprensa não pode ser condenada a se dobrar a sigilos que não são dela. São da Justiça, do governo. Afinal, o que é a notícia se não um segredo revelado?”, indagou. “A função de guardar os segredos oficiais é das autoridades encarregadas, e não dos repórteres. Esses tem o dever público de tentar desvendá-los e, por meios lícitos, avaliar a pertinência de publicá-los”, acrescentou.
Valor da liberdade
Um dos participantes da discussão, o jornalista da Folha de São Paulo Fernando Rodrigues, disse que faltam no país a cultura e o valor da liberdade de expressão. "É muito difícil para todos nós imaginarmos que, algum dia, haverá na sociedade brasileira, num curto período, manifestações de massa a favor da liberdade de expressão. (...) Esse valor não existe", afirmou Rodrigues.
A necessidade de se garantir, em lei, o direito de acesso às informações públicas foi defendida por Rodrigues. "Quando um governante decide, por vontade própria, fornecer algumas informações, isso é muito bom. Mas o próximo que for eleito pode decidir que isso não seja mais necessário. É muito importante que exista uma lei aprovada que garanta isso de maneira perene a todos os brasileiros."
Na era da internet
No segundo painel da conferência, "Desafios da liberdade de expressão na era da internet” o ex-deputado federal e jornalista Fernando Gabeira fez um paralelo com décadas passadas. "O trote era exatamente o que se faz hoje na internet. A gente jamais admitiu a possibilidade de entrar com censura sobre o telefone", justificando sua posição pela ampla liberdade na rede.
Para a deputada Manuela D'Ávila (PCdoB-RS), é necessário que o Estado propicie essa liberdade. “Se esse Estado pode tornar seus dados transparentes, é garantidor da liberdade. Se passa a querer regular a nós todos na internet, em nome de crimes como pedofilia, se o Estado diz que é atrapalhado pelo excesso de informação e tecnologia, [ele] também atrapalha.”
Censura a filmes
O debate na Câmara também abordou a censura aos filmes "Je vous Salue, Marie", de Jean-Luc Godard, e o contemporâneo "A Serbian Film - Terror sem limites", que inclui cenas de pedofilia e necrofilia. Ambos sofreram restrição de divulgação.
"A ideia de que o Poder público pode conceder ou negar permissão para que alguém manifeste sua arte ou seu pensamento é até hoje aceita entre nós, ainda que com mal entendidos, ainda que zonas de sombra persistam, ela ainda é aceita", criticou Bucci.
Valor fundamental
A presidente executiva do Instituto Palavra Aberta, Patrícia Blanco, citou avanços recentes no país em busca da garantia da liberdade de expressão. Entre eles, o Programa Permanente de Autorregulamentação criado pela Associação Nacional de Jornais. A iniciativa indica boas práticas que podem ser seguidas pelos associados e implementação em suas empresas. “É preciso estar sempre vigilantes para que os princípios fundamentais essenciais para o exercício da democracia não sofram retrocesso”, disse.
O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), disse que a liberdade é um valor fundamental que reafirma a democracia do país. “A liberdade de expressão é superior a qualquer benefício que o cidadão possa ter na sua história. É uma pérola, uma riqueza que conquistamos e não podemos entregar a ninguém.”
Para a secretária de Comunicação Integrada da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Yole Mendonça, o tema liberdade de expressão é mesmo um dos pilares da democracia. “A liberdade de expressão é um dos temas exercidos diariamente no cotidiano do nosso trabalho. A chegada de novas mídias e o poder da internet, que nos surpreende a cada dia e que vem mudando o mundo, trazem reflexões importantes que não vão ser respondidas de imediato”, ressaltou.
A Câmara dos Deputados, por sua vez, já aprovou proposta de lei que cria regras para garantir a liberação de todas as informações sobre os atos dos poderes públicos (PL 219/03), O projeto está sendo debatido no Senado.
O Seminário teve o apoio da Abert, ANJ, Abap, Aner e ESPM. (Fonte: Assessoria de Comunicação da Abert com informações da Agência Brasil)
É Big! É Big!
Em sua homenagem publico a letra da música folclórica "Pela Moda do Trevelê", de José José Caxias de Mendonça, gravada pelo Grupo Pilão.


