sexta-feira, 13 de abril de 2012

CONCEIÇÃO MEDEIROS TOMA POSSE COMO NOVA SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO DE MACAPÁ

A professora Conceição Medeiros tomou posse nesta sexta-feira, às 16h, na Sala de Reuniões da Prefeitura de Macapá como a nova secretária municipal de Educação. Ela já ocupou a pasta entre 2009 e 2010 e foi responsável pelas mais significativas conquistas da atual gestão, como o programa Escola Viva e a ampliação do salário dos professores, que nos últimos quatro anos foi reajustado em mais de 100%.
 Conceição Medeiros assumiu no lugar da também professora Helena Guerra, que se desincompatibilizou do cargo, por força da lei eleitoral, para concorrer a uma vaga para a Câmara de Vereadores.
 Em seu discurso, ela prometeu dar continuidade às ações que iniciou na primeira fase do atual mandato e garantir que até o final do ano, seja ampliada a oferta de vagas e continuadas as ações do programa Escola Viva, criado em sua gestão.
 Conceição Medeiros é professora universitária e também já atuou como dirigente sindical. Tem uma reconhecida trajetória na Educação Amapaense, já tendo ocupado inúmeros cargos na Secretaria de Estado da Educação e no Conselho Estadual de Educação.
 A posse foi acompanhada por inúmeros gestores da Prefeitura de Macapá e da Universidade Federal do Amapá, onde a professora estava lotada recentemente. (Fonte: Prefeitura de Macapá/ Coordenadoria de Comunicação).

Ray Cunha autografa na Bienal Brasil do Livro em Brasília

BIENAL BRASIL DO LIVRO E DA LEITURA COMEÇA SÁBADO 14. RAY CUNHA AUTOGRAFA “O CASULO EXPOSTO” E “TRÓPICO ÚMIDO – TRÊS CONTOS AMAZÔNICOS” NO EVENTO

Brasília: Acrílica sobre tela, de Olivar Cunha – 2011
BRASÍLIA, 13 de abril de 2012 – Brasília completa 52 anos, dia 21 de abril, um sábado. O ponto alto da sua programação de aniversário será a primeira Bienal Brasil do Livro e da Leitura de Brasília, de amanhã, 14, a 23 de abril, das 9 às 22 horas, na Esplanada dos Ministérios, dentro de uma estrutura coberta de 14 mil metros quadrados, dividida em quatro pavilhões, com 157 expositores, sessões de autógrafos, exibição de peças e filmes, seminários, debates, palestras e shows de música popular brasileira. Entrada franca. Os promotores do evento aguardam meio milhão de visitantes.

Estarão presentes 120 editoras e autores de todos os continentes. Nomes consagrados autografarão seus trabalhos, como o Nobel nigeriano Wole Soyinka, autor de O Leão e a Joia; o norte-americano Daniel Polansky, autor da trilogia Cidade das Sombras; o britânico Richard Bourne, autor da biografia Lula do Brasil; e o argentino Mempo Giardinelli, de Luna Caliente. Haverá também debates com escritores como a norte-americana Alice Walker, de A Cor Púrpura; e o chileno Antonio Skármeta, de O Carteiro e o Poeta. Entre os autores brasileiros convidados estão Milton Hatoum, Cristovão Tezza e Marçal Aquino.

No circuito alternativo da bienal, estarei autografando dois livros: O casulo exposto (LGE Editora, Brasília, 2008, 153 páginas, R$ 28) e Trópico Úmido - Três contos amazônicos (edição do autor, Brasília, 2000, 116 páginas, R$ 20), no estande da Cope Espaço Cultural, ao lado da Biblioteca Nacional e defronte ao estande da Livraria Arco-Íris. 
Ray Cunha, defronte ao Congresso Nacional - Foto de Ed Alves - 2009

Brasília como ela é  
A Brasília que emerge das páginas do livro de contos O casulo exposto é uma alegoria à redoma legal que engessa o Patrimônio Cultural da Humanidade, a ninfa de Lúcio Costa, golpeada no ventre, as vísceras escorrendo como labaredas de roubalheira, luxúria, depravação e morte nos subterrâneos de Brasília. A fauna que transita na esfera política e chafurda nos subterrâneos da cidade-estado é heterogênea. Amazônidas que deixaram a Hileia para trás e tentam sobreviver nfotoa fogueira das vaidades da ilha da fantasia, jornalistas se equilibrando no fio da navalha, políticos daquele tipo mais vagabundo, que não pensa duas vezes antes de roubar merenda escolar, estupradores, assassinos, bandidos de todos os calibres, tipos fracassados e duplamente fracassados, misturam-se numa zona de fronteira fracamente iluminada. Contudo, a ambientação de sombra e luz tresanda também a perfume e romance.

“Ray Cunha trabalha, desde 1987, como jornalista, em Brasília, cobrindo amplamente a cidade e o Congresso Nacional. Seus romances e contos são, geralmente, ambientados na Amazônia, mas, como o escritor acaba envolvido ao meio onde vive, surgiu, assim, O casulo exposto” – diz a quarta-capa do livro, prefaciado pelo escritor Maurício Melo Júnior, apresentador do programa Leituras, da TV Senado. A capa é assinada pelo artista plástico André Cerino. 

Deu no Correio Braziliense 
LÚCIO FLÁVIO

Nascido em Macapá (AP), mas radicado em Brasília desde 1987, o jornalista e escritor Ray Cunha conhece como poucos as cicatrizes da capital brasileira. Experiência adquirida em mais de duas décadas como repórter de cidades e na cobertura intensa do Congresso Nacional. Por isso, não deixa de ser oportuno que o seu mais recente trabalho, o livro de contos O casulo exposto, chegue às livrarias justamente no momento em que o Senado passa por uma de suas piores crises.



“Embora seja todo ficção, o livro fala de um momento atual. Essa politicalha na qual estamos mergulhados vem do país inteiro, mas Brasília é a síntese", comenta o autor, que reúne 17 contos escritos desde 1989. "Nenhum dos meus trabalhos anteriores foram inspirados em ocorrências jornalísticas. Esse sim. Mas tudo o que acontece na vida de um escritor acaba entrando, de um jeito ou de outro, na ficção”, observa.

A unidade das tramas esbarra no submundo de Brasília. Ray Cunha, autor também dos romances A casa amarela e O lugar errado, explica que o título remete a utopia que se transformou na capital do país. Tal ideia está nitidamente expressa no primeiro conto do livro, por meio do encontro de dois homens, um guia e um engenheiro, num lugar onde, num futuro não muito distante, será construído o sonho de JK. “O senhor acha que vai dar certo, gente de toda parte se mudar para cá?”, pergunta o guia ao engenheiro. “Sim. Aqui, todos serão iguais”, responde.

“O desenho de Brasília também lembra o de uma borboleta. E a primeira passagem da vida de uma borboleta é o casulo. Um casulo que expõe suas vísceras que são os subterrâneos”, explica. “Uma Brasília engessada”, emenda.

A intimidade do autor com a cidade é denunciada não apenas por meio dos temas abordados - seja a política ou as mazelas da cidade -, mas também pela geografia desenhada em histórias que têm como personagens as vias da cidade como a W3 Sul e a W3 Norte ou um encontro aparentemente casual na Churrascaria Porcão. “Sou um observador privilegiado da cidade”, diz.

Ray Cunha, como ele é 

ALDEMYR FEIO, Jornalista

 Um breve bate papo com Ray Cunha, para os amigos do Jornal do Feio. Aldemyr Feio é um veterano jornalista que mora no famoso bairro belenense de Icoaraci, que batizou de Vila Sorriso, e pegou.

O que o levou a escrever O casulo exposto?
Costumo ambientar meus livros na Amazônia, especialmente Belém, minha cidade predileta. Porém vivo em Brasília, desde 1987. Do início de 1996 ao fim de 1997, voltei a morar em Belém, mas por questões profissionais retornei a Brasília. Uma estada tão longa nos leva a conhecer bem o ambiente onde vivemos; assim, é natural que comecemos a escrever algumas histórias com a geografia da cidade onde moramos. Em 2008, observei que já escrevera 17 contos ambientados em Brasília e com personagens que são, quase sempre, migrantes, que transitam nas ruas e nos meios jornalísticos e políticos da cidade-estado. Submeti os 17 contos à leitura do Maurício Melo Júnior, escritor talentoso e crítico literário bem-preparado. Ele escreveu a apresentação do livro e sugeriu que o levasse ao Antonio Carlos Navarro, diretor da LGE Editora, que resolveu editá-lo.

Maurício Melo Júnior, ao apresentar o livro, afirma que "O que interessa ao escritor são os resultados daquelas experiências, são os personagens que ficaram depois das epopeias”. Por que?
Um dos fios condutores de O casulo exposto são as personagens, em geral migrantes, às vezes frustrados ou duplamente frustrados. As epopeias a que Maurício se refere é a construção de Brasília - uma fase da cidade que já acabou. Restaram os candangos bem-sucedidos, como o empresário Paulo Octávio, dono de boa parte da cidade, e muita gente que mora em assentamentos e invasões. Migrantes continuam chegando, mas agora tudo está lotado. Os contos, portanto, não enfocam uma epopeia, mas a miudeza do dia-a-dia na capital da república.

Maurício também afirma: "Ray Cunha ainda lhes dá um tratamento recheado de um humor cáustico, em alguns momentos até cruel". O que ele quis dizer com isso?
Algumas das personagens dos contos são tragicômicas. Outras, apenas trágicas. Creio que o humor cáustico a que Maurício se refere é o que costumamos chamar de humor negro, quando situações, apesar de dramáticas, ou trágicas, contêm, mesmo assim, viés risível.

Seus romances e contos são, geralmente, ambientados na Amazônia. Qual a sensação de escrever um livro "candango", ou seja, produzido com as coisas que acontecem em Brasília?
É a mesma sensação de trocar pirão de açaí com dourada frita por pão de queijo, ou de trocar a Estação das Docas por shopping. São duas situações absolutamente diferentes. No meu caso pessoal, caio de joelhos por tudo o que diz respeito à Amazônia, mas também curto Brasília. Assim, sinto-me perfeitamente à vontade tanto na Amazônia como em Brasília.

"O casulo é uma alegoria à redoma legal que engessa o Patrimônio Cultural da Humanidade..." mas "também tresanda a perfume, romance e esperança, nas luzes da grande cidade". Dá para explicar?
O casulo do título evoca o fato de que Brasília é reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade. Em termos práticos, não se pode mudar a arquitetura original do Plano Piloto de Brasília, que compreende o projeto do urbanista Lúcio Costa, excluindo-se as cidades-satélites. Então, o Plano Piloto é protegido sob uma redoma legal, um engessamento legal. É Patrimônio Cultural da Humanidade, mas nas suas ruas e nos seus subterrâneos não há romantismo, como em toda metrópole brasileira, inchadas e perigosas. Apesar disso, há contos de puro perfume, romance e esperança. O conto que encerra o livro, A Caça - que inclusive já foi publicado pela Editora Cejup (de Belém do Pará) -, quase no fim, refere-se às luzes de Brasília e termina no quarto de um bom hotel.

Você acha que o leitor vai entender as suas colocações contidas no Casulo?
Certamente que sim. A literatura, como qualquer arte, tem algo maravilhoso. No seu caso específico, as palavras remetem o leitor a mundos que são somente dele. O escritor é um mero porteiro. Lembrei-me de um caso que ocorreu com William Faulkner. Alguém o informou que leu duas vezes um livro seu e não entendeu a história. Faulkner sugeriu que lesse mais uma vez.

Nos "casos" relatados no livro você teve alguma participação ou foram vivenciados apenas superficialmente?
O senso comum mistura atores com personagens e acredita que ficção é o que conhecemos como realidade. Se assim fosse, quantos escritores não estariam atrás das grades por assassinato? O fato é que até nas autobiografias há mais ficção do que realidade. O escritor que faz seu trabalho com seriedade não está interessado em jornalismo. Estou certo de que pelo menos 75% do que os jornais publicam originam-se de interesses dos donos, de ideologia, de conjecturas, de boatos, ou de mentiras pura e simplesmente. Também o escritor não está interessado em si mesmo, pois todos os escritores são pessoas comuns e, muitas vezes, introvertidas. Qual a participação que um escritor pode ter numa história que se passa em outro planeta? Como Antoine de Saint-Exupéry criou O Pequeno Príncipe? Esta é a diferença: as antenas especiais com que os escritores nascem, o que permitiu, por exemplo, que Ernest Hemingway criasse uma mulher abortando, em Adeus às Armas, ou que John Steinbeck desse vida a uma mulher que acaba de perder seu bebê recém-nascido e dá de mamar a um ancião que está morrendo de fome, em Vinhas da Ira.

Quem é Ray Cunha?
Nasci em Macapá, na margem direita do estuário do rio Amazonas, cortada pela Linha Imaginária do Equador, em 7 de agosto de 1954. Fui educado na Amazônia. Conheço a Hiléia razoavelmente, por longa leitura e por ter estado lá. Vivo em Brasília por uma questão de mercado de trabalho. Aqui, consigo oferecer à minha família razoável padrão de vida, sustentado pela minha profissão, jornalismo. Literatura, para mim, é minha missão pessoal. Embora morando em Brasília, a internet me permite ficar ligado o tempo todo à Amazônia. Tenho ligação íntima com Belém, um dos meus grandes amores, e, naturalmente, com Macapá. Quanto a Brasília, já somos velhos namorados. Brasília me deu duas mulheres fundamentais: minha esposa, e minha luz, Josiane, e uma flor, minha filha Iasmim.

Amazontech 2012 no Amapá

Amapá sedia Amazontech 2012 e busca parcerias estratégicas no Amazonas
Representantes do Sebrae no Amapá, em Roraima e no Amazonas articulam parceria com Sect, Inpa, Senai, Suframa, CBA e Fucapi
Márcio Vieira

Uma comitiva de diretores e representantes do Sebrae dos estados do Amapá, Amazonas e Roraima visitaram, nesta quarta-feira (11), a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), com a finalidade de garantir apoio da autarquia para a realização do Amazontech, um dos maiores eventos de negócios, inovação e tecnologia da Amazônia Legal voltado para as micro e pequenas empresas.

Em reunião com o superintendente adjunto da Suframa, Gustavo Igrejas, a comitiva entregou o projeto básico do Amazontech e ofereceu espaço na programação do evento para a inclusão de palestras, ações e projetos de interesse da Suframa. “Queremos a Suframa conosco, não só nos apoiando, mas participando efetivamente do evento, pois a Suframa é um órgão estratégico para toda a Amazônia”, destacou o diretor-superintendente do Sebrae no Amapá, João Carlos Alvarenga.

“Sabemos que a Suframa participa tradicionalmente do Amazontech e agora vamos aguardar uma solicitação formal do Estado que vai sediar o evento para decidir de que forma vamos apoiar”, disse o Gustavo Igrejas.

O Amazontech 2012 vai ocorrer num complexo de centros de convenções, na região conhecida como Marco Zero, em Macapá (AP), no período de 13 a 17 de novembro deste ano. Segundo Alvarenga, já há recursos da ordem de R$ 4,3 milhões para a realização do evento que deverá reunir empresários, pesquisadores, estudantes profissionais, parlamentares e gestores públicos de todos os Estados da Amazônia Brasileira.

Desde a última segunda-feira (09), o grupo de diretores do Sebrae Amapá e o consultor geral do evento pelo estado de Roraima está em Manaus, acompanhado do Sebrae local, cumprindo uma agenda de trabalho que inclui visitas a órgãos e instituições relacionados ao tema Amazônia, e que possam oferecer recursos, conhecimento e parcerias a fim de ampliar o leque de negócios e oportunidades do Amazontech. Depois do Amazonas, a comitiva segue para o Estado do Pará.

Na capital amazonense, a comitiva já se reuniu com representantes do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), da Fundação Centro de Análises, Pesquisas e Inovação Tecnológica (Fucapi), da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia (Sect), do Amazon Sat, do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Ainda de acordo com o diretor do Sebrae Amapá, uma das metas do Amazontech nesta oitava edição (desde a primeira edição em 2001, o evento vem percorrendo todos os Estado da Amazônia, exceto Rondônia) é reforçar os espaços de discussão e proposições de conhecimento.

“O Amazontech vem com dois eixos de atuação prioritários: primeiro, a questão de tecnologias para micro e pequenas empresas; e, segundo, ampliar as ofertas de fóruns e debates temáticos sobre inovação, ciência, pesquisas, entre outros. Tudo isso sem esquecer a maior meta que é a geração de negócios”, finalizou. ( Fonte: Márcio Vieira
Gerente de comunicação e marketing do Sebrae no Amazonas (92) 2121-4991 / 8429-7933)

quinta-feira, 12 de abril de 2012

CURSO DE DIREITO

Será no dia 19 de abril, com solenidade especial em Brasília, que a Ordem dos Advogados do Brasil – OAB Nacional, vai conceder ao curso de Direito da UNIFAP o selo de qualidade. O selo concretiza a recomendação como um dos melhores cursos de Direito do país. Na oportunidade a Universidade será representada pelo vice-reitor Antônio Filocreão nesse acontecimento que se constitui mais uma vitória educacional da UNIFAP.

PÁSCOA DA UNIFAP

Foi hoje de manhã a Páscoa dos servidores da UNIFAP. Dezenas de católicos participaram do ritual cristão celebrado pelo padre Aldenor, que também é professor do curso de jornalismo da instituição.

TICA LEMOS, RAINHA DO FACE

Misto de jornalista e artista plástica, pelos desenhos exclusivos que usa na confecção de camisas, Tica Lemos não se desgruda do facebook, ferramenta que usa para divulgar seu trabalho. Os trabalhos de Tica são de primeira, muito bem elaborados na linha do regionalismo, com ênfase para os padrões estéticos etnológicos das fases arqueológicas dos índios que habitaram as terras do Amapá. “Tica, disseram lá no bar do Geraldo, tu estás falando demais. Pára de falar, não queira que nós “t(i)e calemos”.

AS DUAS NEGAS DO LAGUINHO

Nega Vânia, a prestigiada Rainha da Bateria Pororoca, da Universidade de Samba Boêmios do Laguinho, foi uma das convidadas da festa de aniversário do radialista Célio Alício. A festa também contou com a presença sempre simpática da Nega Biluca, que agora virou uma das mais (bem) faladas quituteiras do bairro moreno.

Zunidor - EX-ALUNOS DA UMAT CRIAM ASSOCIAÇÃO


      Foi criada recentemente a Associação dos Ex-alunos da Universidade da Maioridade da UNIFAP, a AAUMAP, que tem como primeiro presidente o Sr. Barreto e como diretor técnico de Desportos Umbelino Palheta Lobato. A festa de confraternização da fundação da entidade será realizada no próximo dia 28 no câmpus Marco Zero. Dos 100 alunos da primeira turma (2010), cujos critérios de entrada pelo processo seletivo são possuir o segundo grau e ter mais de 60 anos, 98 concluíram o curso com aproveitamento acima da média, um faleceu e outro não pôde terminar porque se acidentou em 2011.
       Umbelino Lobato está batalhando participar em São Luís do Maranhão do 50º Campeonato Brasileiro de Masters de Natação, em maio próximo. O atleta, que se notabilizou pelas memoráveis travessias da baía da Guajará pela Tuna Luso Brasileira, de Belém, e de outros campeonatos paraenses, já venceu 32 campeonatos de masters em nível nacional e quatro sul-americanos nas categorias crawl, costas e borboleta. Sem dúvidas, Umbelino é um dos mais respeitáveis atletas que a natação amapaense possui. Só falta ser mais reconhecido.

BAR DO ABREU VOLTA PRO LAGUINHO

         Conhecido por ser itinerante, o conhecido Bar do Abreu vai se deslocar para o bairro do Laguinho, onde começou a funcionar há quase 30 anos. Iniciou na esquina da Odilardo Siva com Ernestino Borges, foi para a esquina da Jovino Dinoá com Ernestino e depois para a Rua Eliezer Levy (antiga casa do Paulino Ramos). Mais tarde se transferiu para o bairro do Trem, na mesma Eliezer Levy com a Avenida Ataíde Teive, foi para a Avenida FAB, na Galeria Comercial e depois se arredou para outra loja na mesma Galeria, onde permaneceu por 13 anos.
         Nessa andança, os fregueses (que não são poucos) sempre acompanharam o bar, talvez pela simpatia dos proprietários, que começou com o seu Orlando; talvez pelos tira-gostos especiais feitos na hora; quem sabe pela educação das garçonetes ou pelos jogos televisivos que normalmente não passam nos canais abertos de TV. Mas certamente um bar que tem 30 anos tem tradição, tem histórias para serem contadas e um milhão de motivos para sobreviver nessa competição comercial que nem todo mundo suporta.
         Agora o Bar volta a se instalar no Laguinho, em um galpão na Rua Jovino Dinoá, ali entre as avenidas Mãe Luzia e vereador José Tupinambá (antiga Nações Unidas), com muitos planos para a programação semanal: shows de musicas regionais às quintas, pagode aos domingos, e extensa atividade futebolística na TV, com diversos jogos dos campeonatos nacionais, regionais e internacionais transmitidos simultaneamente por diversos canais. Para quem gosta de se sentir num estádio lotado ou, preferencialmente ouvir uma boa música regional é um prato feito.
         Segundo o Ronaldo Abreu, gerente-propietário do bar, a programação cultural não vai parar só em shows e pagodes: vai continuar a apoiar as exposições de artes plásticas, lançamentos de livros e o bloco carnavalesco “Carroça do Abreu”, que se integra à “A Banda”, nas terças-feiras gordas.
         Este é o sétimo local que o Abreu se estabelece com seus fregueses-cachorrinhos, em 30 anos de atividades culturais e etílicas.

REITOR ASSUME CADEIRA NA ACADEMIA NACIONAL DE FARMÁCIA

         O reitor da Univesidade Federal do Amapá, Prof. Dr. José Carlos Tavares Carvalho vai ser empossado no dia 11 de maio como membro titular da cadeira nº 47 da Academia Nacional de Farmácia, na Seção de Ciências Físicas e Químicas, cujo patrono é o acadêmico Dr. Gerardo Magela Bijos. A solenidade ocorrerá no Auditório Multiuso da UNIFAP, no Câmpus Marco Zero do Equador, às 19h00. Na ocasião também tomará posse da cadeira nº 14, como acadêmico titular, o professor José Jeová Freitas Marques, na Seção de Farmácia, que tem como patrono o acadêmico Dr. Pedro Batista de Andrade.
         Os novos acadêmicos serão saudados pelo acadêmico Dr. João Paulo S. Vieira e empossados pelo presidente da Academia Dr. Lauro Moretto.

WILSON SENA

Decano do jornalismo amapaense e fundador da Associação dos Jornalistas do Amapá, Wilson Pontes de Sena, completou 80 anos recentemente. Sena continua normalmente suas atividades, sempre empenhado com os empreendimentos do Esporte Clube Macapá, time tradicional do Estado que carrega nas costas há um bom tempo.



INDERÊ! Volto zunindo outro dia.

Zunidor - MAURO

 Meu amigo RB, Mauro Cordeiro (Irmão do Nico, Nicomedes) veio visitar sua cidade e se abastecer de novidades. Leva CD’s, DVD’s, e uma poção de lembranças para Porto Velho onde milita como advogado e empresário. Saudosista que é, Mauro eventualmente liga para os amigos com saudade da terra e se derrama em prantos. Coisa de amapaense apegado.

Zunidor - CÉLIO ALÍCIO

O radialista e historiador Célio Alício completou mais um ano na sua preciosa existência, como diriam os locutores do Carnê Social de outrora nas rádios locais. Reuniu os amigos na sua casa no Jacareacanga, com muita feijoada e cerveja. E ainda viu o Flamengo ganhar do Vasco na TV. Depois foi só soprar a velhinha, digo, a velinha, para a festa se tornar mais animada com o pessoal dos Boêmios e até a Tica Lemos presente. Parabéns, amigo. Deus te dê saúde e felicidade para você e família.

Zunidor - TADEU PELAES

Ainda sofrendo com a quase desclassificação do Flamengo na Libertadores, o sindicalista Tadeu Pelaes tem aparecido muito no Laguinho. Não sei se é o samba ou o marabaixo que o chamam, só sei que sua presença melhora um pouco o papo do “Calçadão” do Valdir. Sei também que ele e o Pierre Alcolumbre têm tentado levar o professor Munhoz para outros caminhos, dizendo a ele: - Munhoz, traz mulher pra nós. Mas o Munhoz resiste, resiste...

Zunidor - BEIRA-RIO


 Quem viu a maré-lançante desta segunda-feira na Beira-Rio se assustou. As águas do Amazonas ficaram furiosas e transbordaram na avenida desde o Aturiá até o Perpétuo Socorro (antigo Igarapé das Mulheres). Apreciei ali o cair da tarde e os seres andantes driblarem as ondas que debruçavam violentamente no muro de arrimo. Foi a maré-lançante mais forte do ano, causado pela lua cheia que sempre sai sorridente entre as nuvens de chuva.

Zunidor - MARABAIXO

O Domingo da Páscoa, primeiro marabaixo do ciclo anual, foi marcado por uma bonita festa na casa de um dos festeiros do Laguinho, na casa da Dona Biló, a única filha do Mestre Julião ainda viva. O que me impressionou foi a presença de crianças e jovens participando da dança e cantando os novos e velhos “ladrões”. Aparecerem convidados de comunidades mais distantes como Casa Grande e Ilha Redonda. Por incrível que pareça havia gente dançando o marabaixo do jeito que dançavam antigamente, com simulações da “Carioca”, uma representação gestual muito parecida com a capoeira da Bahia, que os negros dançavam na frente da igreja de São José. Por outro lado não dá para engolir que a aceleração do ritmo seja uma evolução. Parece-me mais uma deformação, embora haja quem afirme que isso esteja no bojo do mesmo processo que ocorreu com os sambas de enredo do carnaval: uma necessidade imperiosa para a dança. Vejo que o ritmo vem perdendo muito a cadência, apesar de saber que há vários deles, sendo que o mais rápido é o dobrado, dançado, sobretudo na Procissão da Murta, quando os dançarinos entrelaçam os braços e gritam, dançando nas ruas do Laguinho. Parece-me um gesto ancestral africano. É bem bonito de se ver. O ciclo recomeça daqui a uns 45 dias na casa da Dona Biló, na casa do Pavão (Laguinho) e no bairro de Santa Rita (Favela). 

sábado, 7 de abril de 2012

PEQUENO INSTANTE DE RETORNO A UM LUGAR CHAMADO PASSADO‏

Recebi de Luiz Jorge Ferreira o poema memorial “Pequeno Instante de Retorno a Um Lugar Chamado Passado”. Um texto impecável. Leiam.

FERNANDO,    BOA NOITE.    
                  
                   LENDO-LHE DE VOLTA NO “CANTO DA AMAZÔNIA”   REABRO A "COMUNICAÇÃO" COM MACAPÁ,

                   A QUAL COMPLEMENTO O ÁUDIO DA LEITURA (LEIO EM VOZ ALTA, ASSIM LEIO E OUÇO) COM O FILME QUE O JOÃO LAZARO

                   "PORTA-RETRATO" PROJETA PARA MIM CADA UMA DAS VEZES EM QUE

                   DEPARO-ME COM ESTA ENXURRADA (DE FOTOS) DE COISAS D'ONTEM POSICIONADAS HOJE.  RAPAZ, É UM SENSAÇÃO DE VOCÊ

                   ASSISTIR FLASH'S' DE COISAS QUE VOCÊ VIVEU,VER PESSOAS COM QUEM  VOCÊ CONVIVEU. MONTA-SE UM QUEBRA CABEÇAS,   

                   CIRCUNSTANCIAL DE UM PARTICULAR QUE É UNIVERSAL.  HOJE DAQUI DE LONGE, DAQUI DO HOJE, EU COMPREEENDO BEM ESTE 

                   MOTOR PERPÉTUO DE ACONTECIMENTOS... NASCE MORRE...  NASCE CRESCE... SURGE O NOVO... FINDA O JÁ DESGASTADO

                   APELIDADO DE "VELHO".
.
                   UM DIA DESTES ESPANTEI-ME OUVINDO UM SOM VINDO LÁ DO PECÓ. MAS ISTO É OUTRA ESTÓRIA.

                   EM TEMPO: OUTRO DIA DESTES, LI TEXTOS DE RAY, BELOS!        LUIZ JORGE.


PEQUENO INSTANTE DE RETORNO A UM LUGAR CHAMADO PASSADO
Poema de Luiz Jorge Ferreira

O som vem lá do Pecó. (*)
É a voz de Carlos Gonzaga cantando Diana.
Eu deitado, imberbe, na rede que fede a mim.
Balanceio entre o Trópico de Câncer e o de Capricórnio.
Em vão, procuro criar uma linguagem nova para conversar com as estrelas.
Cybelle, sob o sol tropical picha muros, ou apenas anda zigzagueando entre pedregulhos grávidos.
Atropelados por um pneu Firestone.
Portinari... Picasso... Dali... R. Peixe... Ray Cunha.
Estão por ali entre sombras da noite e fantasmas magros.
Todos gêmeos das paredes de madeira ruídas de cupins.
Copulam cores. Dentro do sol.
Dentro de mim a Babilônia se arrasta pela Ernestino Borges.
Vem da casa de Seu Paulino, Maiambuco, com Marabaixo, e Coló.
Eu em silencio, decorando a música de Carlos Gonzaga, vinda do Pecó.
Deitado na rede que tatua minha costa com listas e calombos.
Espreguiço entre a Fortaleza cicatrizada de tempo, e o tempo cicatrizado na Fortaleza.
Farto de azedos, gaguejo uma língua nova para a surda lua anciã.
Da alma ao ânus. Lavado de suor. Olho as unhas dos pés crescerem.
Sujas do chão do Pacoval.
Elas desnorteadas com o Norte mapeado aos seus pés.
Arranham em Si, o terceiro compasso.
Sou um homem negro. Pardo com duas orelhas. Páginas demais em branco.
Apaixonado por sereias. Versos de Drumonnd. Lendas do Isnard.
Refém do som do Pecó. Olhando as telhas.Dialogando com estrelas sujas de céu.
Xingo os tímpanos. Incomodado com o barulho da massa do pão lá na Padaria do Seu Osvaldo, ainda cru sendo esmagado na mesa.
Sobre bactérias indefesas. Gritando em Morse.
Vittorio Gassman. Zorro. Chaplin. Bardot.
Estimulam o diálogo das pulgas com o cão, em Braille.
Isto impede que eu decore a segunda parte da letra da música de Carlos Gonzaga, que vem do Pecó.
Que vem só. Respirando entre ruas e becos, lá do Igarapé das Mulheres, entre cheiros de peixe, e odores vaginais.
Quase amanhece debaixo do assoalho em que a música se esconde. Ernestino Borges. Odilardo Silva. Odilardo. Fernando Canto.
Nikita Kruschchev. Chefe Humberto. Cabralzinho.
Bongos... Uníssonos solfejam a semínima com que a música termina.
O barulho das tábuas estalando.
Impede que eu decore o resto.
Cuspo frases inteiras da música no saco de roupa, onde a camisa de ontem encharcada com um resto de chuva, não cabe mais em mim.
Mil e Novecentos. Outubro de 62.
(*) Pecó = prostíbulo em Macapá, cujo som emitido por vários alto-falantes inundava o silêncio das suas madrugadas na década de sessenta.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Zunidor - ARCÂNGELO

 – Tenho em mãos uma tela do artista plástico Arcângelo, cuja especialidade é pintar a o tema Macapá Antiga, baseando-se em fotos e paisagens urbanas que pesquisa. O artista me entregou a tela “Frente de Mazagão” e me presenteou com um prato de porcelana com paisagem da Fortaleza de São José e a Beira-rio em foto de 1908.



INDERÊ! Volto zunindo na semana que vem.

Zunidor - ARTES CÊNICAS NO AMAPÁ

 – O professor Romualdo Palhano lançará no próximo dia 13 de abril no Centro Cultural Franco-Amapaense, às 19h00, o livro “Artes Cênicas no Amapá – Teoria, Textos e Palcos”. É a primeira obra do gênero a ser posto à apreciação de alunos, atores e professores de artes no Estado. Trata-se de mais uma contribuição do professor Palhano que já publicou outros 11 livros, a maioria voltada para as artes cênicas.

Zunidor - QUADRILHAS

 – Segundo o Cláudio Vaz, que agora gerencia o bar da Tia Avó, na rua Guanabara, no Pacoval, mais de dez quadrilhas juninas de Macapá vão homenagear Luiz Gonzaga pela passagem dos seus cem anos de nascimento, em seus enredos. Logicamente que o cantor merece toda essa reverência, afinal foi o maior divulgador do forró nordestino e da música junina do seu tempo. Mas a quadrilha do Cláudio vai mudar o foco e promete trazer novidades para breve.

Zunidor - SONS DO EQUINÓCIO

 - Iniciaram no dia 04, quarta-feira, as aulas do curso de extensão Teoria Musical e Flauta Doce denominado “Sons do Equinócio” que será realizado nas dependências da Rádio Universitária. Foram ofertadas duas turmas de 30 alunos. É um projeto piloto que envolverá alunos de escolas públicas do entorno da UNIFAP e que traz a perspectiva de ampliação, tanto no sentido de se criar novos cursos na área das artes da instituição como de proporcionar oportunidade de aprendizado musical aos jovens participantes. O instrutor do curso é o experiente músico (e poeta) Obdias Araújo.

Zunidor - JULIELE

 – Foi muito festejada pelos fãs de Juliele a matéria veiculada no domingo (01.04.12), na primeira página do caderno “Magazine”, de O Liberal, de Belém. O texto retrata a trajetória da cantora, desde o início de sua carreira e enfoca o seu momento atual com o lançamento do CD “Balé de Luz”. Fala, também, dos projetos da artista para o futuro e dos compositores e músicos que participam do seu novo CD. Sucesso aí, Juli.

Zunidor - BOÊMIOS

 – A Universidade de Samba Boêmios do Laguinho se prepara para eleger nova diretoria. Há três interessados a disputar a presidência da Escola no páreo: Cláudio Baía, candidato da comunidade; Capixaba, candidato apoiado pelo menestrel Francisco Lino, que é o presidente de honra e fundador dos Boêmios e o Coronel Correia, que dizem ser o candidato apontado por um partido político. Entretanto há a possibilidade de o atual presidente ficar no cargo até 2013. Vicente diz que não aceita golpe e nem cogita um “racha” na entidade, do jeito que aconteceu em uma escola de samba do bairro do Trem. Ele diz ainda que quem quiser se habilitar ao cargo tem que ir para o fim da fila, da mesma forma que ele foi. Até que chegou. E olha que ele batalhou.

Zunidor POETA REBELDE

 – Leiam o poema do OB Araújo feito lá no Coração:
“Que Pasárgada, que nada!
Vou ficando por aqui.
Na foz do Rio Matapi
tem arara, aracuã,
De tardinha, de manhã
Dá pra ver a passarada
Numa algazarra danada
Saudando a antemanhã.”

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Zunidor - PAPOS DO ABREU

PAPO 1 – “O Jacaré” – Três fregueses dialogavam entre si a respeito de um jacaré que devorou um pescador no município de Amapá, amplamente divulgado na Internet.
Freguês 1: - O cara tava na hora errada no lugar errado.
Freguês 2: - Não! O jacaré que tava na hora certa no lugar certo.
Freguês 3: - Não! Nada disso. O cara parecia absorvente feminino: Tava no lugar certo na hora errada.

PAPO 2 – “o Jacaré 2” – Os mesmos fregueses.
Freguês 1(Do alto de sua sabedoria): Para acalmar um jacaré deve-se colocar um pano nos olhos dele.
Freguês 2 (Do alto de sua esperteza): Sim, mas quem é que vai colocar o pano?

PAPO 3 – “O Jacaré 3” – Os ditos cujos.
Freguês 1: - Digo isso porque tenho uma fazenda de boi-rasteiro.
Freguês 2: - Que diabo é isso, já?
Freguês 1: - Jacaré, ora!

Zunidor - GREVE DOS PROFESSORES DA UNIFAP

 - Reunidos em Assembleia Geral os docentes da Unifap aprovaram por unanimidade o indicativo de greve para o dia 15 de maio. A votação acompanhou o posicionamento do Setor das Federais do ANDES-SN em que algumas seções sindicais de docentes universitários já haviam apontado o indicativo de greve. A decisão é uma sinalização ao Governo Federal da insatisfação da categoria, pois o governo não quer discutir as reivindicações dos docentes para o ano de 2012, nem acatar o acordo firmado em 2011. Os professores universitários recebem hoje, proporcionalmente à titulação obtida, um dos menores vencimentos entre os servidores públicos federais e convivem com a implosão das universidades federais. A movimentação dos docentes é nacional e uma insurgência contra o desmonte do ensino superior público. Desmonte que se acelera com o corte de 3 bilhões do orçamento da educação impetrado pelo governo Dilma para o ano de 2012. (Fonte: http://sindufap.wordpress.com)

Zunidor - CICLO DO MARABAIXO

 – Inicia neste sábado o Ciclo do Marabaixo 2012, com programação agendada para os bairros do Laguinho e Santa Rita (antiga Favela). Os grupos folclóricos já preparam suas indumentárias coloridas e esticam o couro das caixas, que vão retumbar até o Domingo da Páscoa. Depois de menos de dois meses as atividades recomeçam pra valer. No ar o cheiro da gengibirra, as saias rodadas ao vento e muitos cânticos ancestrais repercutindo entre o sagrado e o profano dos rituais.

Zunidor - PUBLICAÇÃO DE LIVROS

 – Foi publicada na quarta-feira (04.04.12) a lista dos livros que serão editados pela Editora da UNIFAP em 2012, através do Programa de Edição de Livros de Autores da instituição. 23 títulos, entre dissertações de mestrado, teses de doutorado, pesquisas e textos coletivos e individuais serão contemplados com as respectivas publicações, que serão concretizadas após a licitação nacional. É mais um passo para a divulgação dos trabalhos científicos produzidos pela comunidade acadêmica unifapiana, quase sempre com temas voltados para a realidade amapaense.

Zunidor - SEMANA SANTA EM MAZAGÃO

 – Mazagão Velho é o lugar do Estado aonde se realiza a Semana Santa com várias características do passado. Quem tiver a oportunidade de ir até lá deve respeitar, sobretudo o silêncio dos dias santificados e participar de acordo com os rituais seculares (nos dois termos). A Procissão do Silêncio (ida ao Cemitério à Meia-noite), a Via Crucis, com a Verônica (personagem do Novo Testamento) cantando nas casas, chorando e carregando o pano com o rosto de Jesus, além de outras características que dão ao lugar um clima de Idade Média.

Zunidor - SEMANA SANTA EM MACAPÁ

 – Diversos grupos teatrais de Macapá se preparam para representar a vida de Cristo de formas variadas e em vários locais da cidade. A peça mais antiga, “Uma Cruz para Jesus”, tem aproximadamente 30 anos e começou encenando ao lado da Fortaleza de São José de Macapá, sob a direção do teatrólogo Amadeu Lobato.  O Grupo sempre contava suas experiências daquela época de muita carência e pouco apoio dos órgãos oficiais de cultura (que não era assim tão diferente nesse viés). Lembro que o primeiro “Jesus” era o ex-ator Vânio Lamarão, que teve que se esforçar para não se mexer “morto” na cruz de madeira que fora enterrara (armada) sobre um formigueiro. Vânio saiu de lá todo empolado, mas resistiu bravamente no seu papel.

GRUPO TEATRAL “CUTIARTES” ENCENA “VIA CRUCIS” EM CUTIAS DO ARAGUARI

Os últimos momentos da vida de Jesus Cristo serão recriados em uma encenação de rua no espetáculo intitulado “Via Crucis” em Cutias do Araguari. A peça será apresentada na próxima sexta feira, 06 de abril, a partir das 16hs. O evento já é tradição na cidade e atrai centenas de pessoas.
A realização é do Grupo Teatral “Cutiartes” que levará o espetáculo pelas principais ruas do município. Este ano a FATE, Federação Amapanse de Teatro, através do seu presidente, Daniel de Rocha convidou o diretor Thomé Azevedo para assinar a montagem do trabalho e, segundo ele a encenação contará com várias novidades e muita emoção.
A montagem da peça “Via Crucis” em Cutias têm no elenco os alunos do ensino fundamental e médio da escola estadual Lourimar Simões Paes, sob a supervisão da professora Val Pinheiro de filosofia e da professora Leda Maria de artes, além do apoio do corpo técnico da escola. A participação dos alunos conta pontos nessas duas disciplinas. A realização do evento conta ainda com o apoio institucional do Governo do Amapá, através da Secretaria de Cultura- SECULT.
Serão aproximadamente 80 pessoas envolvidas diretamente na programação, entre elenco, produção, apoio e equipe técnica. Para o município, onde o último censo (2010) apontou uma população aproximada de 4.600 habitantes os organizadores tratam como uma super produção.
A encenação será distribuída ao longo da Avenida Manoel Raimundo Pereira, iniciando na Praça Nelson Salomão e o encerramento, onde Cristo será crucificado, acontecerá na Praça Beira Rio. Fonte: Thomé Azevedo (Diretor Teatral) Conto em Cutias (96)9113-4673 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

PROFESSOR AMAPAENSE PUBLICA LIVRO DIDÁTICO DE SOCIOLOGIA

     Depois de dezesseis anos trabalhando como professor o amapaense Emerson Barbosa realiza mais um sonho ao publicar o livro didático Sociologia Fácil, considerado pelo autor um guia de estudo sociológico destinado aos estudantes que cursam o Ensino Médio e se preparam para o Vestibular e o Enem.
     Segundo Emerson os últimos sete anos de sala de aula foram dedicados exclusivamente ao ensino desta brilhante disciplina aos alunos de 1º. , 2º. e 3º. anos do Ensino Médio e ao Pré-Vestibular. “Tenho ex-alunos médicos, advogados, engenheiros, professores e tantos outros profissionais exemplares e sinto orgulho de ter participado da vida escolar de cada um deles. Este livro é fruto dessa paixão pelo ensino de Sociologia”, afirma o autor.
     Após centenas de aulas e muitos pedidos de alunos (as) por um material mais condensado e que pudesse atender às demandas do Ensino Médio, Enem e Pré-Vestibular Emerson Barbosa resolveu fazer este livro, pensando nos estudantes. Ele unificou os assuntos propostos pelo Parâmetro Curricular Nacional (PCN) e os temas mais cobrados nos vestibulares do Brasil, matéria obrigatória em qualquer exame e em qualquer graduação.
     O livro de 150 páginas apresenta mais de 300 assertivas, exercícios que estão entre as questões mais cobradas em vestibulares anteriores, dicas de estudo, frases de motivação e conteúdos sociológicos sobre Feudalismo, Renascimento, A Sociedade Industrial, O surgimento da Sociologia, Positivismo, Capitalismo, Comunismo, Movimentos Sociais, A ética do trabalho, Classes sociais, Ideologia, Meios de Comunicação de Massa, Globalização, Direitos Humanos, entre outros, Ilustrados com charges, História em Quadrinho, fotos, recursos que proporcionam uma leitura agradável.
     Há um ano, em março de 2011, Emerson Barbosa lançou o livro A origem do sistema penitenciário do Amapá: aspectos históricos e sociológicos e agora publica mais um trabalho denominado Sociologia Fácil. O autor é amapaense, sociólogo, acadêmico de direito, professor de sociologia, especialista em segurança pública pelo Ministério da Justiça, agente penitenciário e pesquisador do sistema penal amapaense há mais de oito anos.
Contatos com o autor: 91727883. (Fonte: Oscar Filho – assessoria de comunicação)

BANDA LARGA PARA TODO O PAÍS

Marco Antônio Raupp, ministro da Ciência e Tecnologia, durante a 4ª Cúpula do Brics (Bloco formado pelo Brasil Rússia, Índia, China e África do Sul), em um encontro que acontece na Índia, disse que o Brasil está preparando o lançamento de um satélite geoestacionário de comunicação que será o responsável por levar banda larga a todos os serviços de internet e telefonia móvel 3G em todo o território.

Os rumores dão conta que o país está buscando na Índia cooperação técnica para o satélite, que no caso, a construção será sob responsabilidade da Telebras e da Embraer, sendo que o custo é de aproximadamente 750 milhões de reais.

"Vamos fazer um concurso internacional que abre a possibilidade a uma cooperação tecnológica importante", disse o ministro.

Outro assunto também está sendo discutido pelo Brasil, Índia e África do Sul, o lançamento de outro satélite de observação do clima no Atlântico Sul, este será importante para realizar medições para conseguir decifrar as anomalias com o campo magnético da Terra que fazem com que as radiações ultravioletas consigam passar. O ministro esclareceu que um satélite deverá ser lançado ainda este ano e outro em 2014.

domingo, 1 de abril de 2012

É BIG! É BIG! Olivar Cunha

Olivar Cunha é um talentoso e premiadíssimo artista plástico e um grande amigo meu e de Fernando. Um amapaense que vive e Vitória-ES.
Temos a honra de possuir em nosso acervo telas belíssimas de suas inúmeras fases.
Olivar me presenteou com uma maravilhosa tela do Sagrado Coração de Jesus e hoje, devolvo o presente em imagens para aliviar um pouco a saudade que ele certamente sente desta terra.
Incluo no presente duas telas que fazem parte do acervo de Vicente Cruz.
Ontem (31/03) foi seu aniversário e daqui, enviamos um abraço imenso como o caudaloso Rio Amazonas em maré lançante e votos de muito sucesso. Parabéns, Olivar. (Sônia Canto)

Acervo de Fernando Canto




















Acervo de Vicente Cruz