sábado, 17 de setembro de 2011

Coluna Canto da Amazônia - ZUNIDOR

ZECA CONCEIÇÃO

ZECA A coluna registra com pesar o falecimento ocorrido ontem (16.09.11), às 06h00, em Contagem-MG, do agrimensor, recentemente aposentado, José Conceição Silva dos Santos, o Zeca, ex-atleta do Guarani Atlético Clube. Zeca era irmão dos amigos Nazaré, Carlos e Joca, João e Santa (Geóloga que atualmente mora na Austrália). Zeca (61 anos) era casado com Wandira (filha do saudoso professor Waldir Lira) e deixou três filhos. Estava sendo esperado pela família em Macapá em outubro, ali no Laguinho, onde gozava de grande prestígio.

CONCERTOS DE VERÃO

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Manoel Cordeiro, Fineias Nelluty, Israel, Bibi e Markinhos Sansi

Ocorreu ontem no Largo dos Inocentes, atrás da igreja velha de São José, o show instrumental da banda Amazon Music, capitaneada pelo multiinstrumentista e arranjador Finéias Nelluty. Faz parte da programação dos Concertos de Verão, projeto promovido pela Confraria Tucuju. Na sexta passada quem deu o ar da graça por estas plagas foi o maestro Manoel Cordeiro, que lá se apresentou e como sempre foi só show. Pensar que tocamos juntos no conjunto “Os Inimitáveis”... Depois ele foi arranjador das músicas dos CDs do Grupo Pilão.

GARAGEM UNIVERSITÁRIA

1315579465_baner Galera do “Garagem Universitária” (projeto Pró-Estudante Cultura) comemorou ontem, em frente ao Auditório Multiuso da UNIFAP o seu primeiro ano. Começaram a partir da 14h00 prometendo 12 horas de shows com as bandas Descalços, Beatle George, Slide, Gravidade Zero, In Prax, Mental Caos, Seu Madruga, Veste Preto, Velho Johnns, Nova Ordem, Delinquentes (Pa) e LBR. A atração maior foi a conhecida banda de rock Garotos Podres.

PÉ NA ESTRADA

caminhão Show de bola foi a execução do projeto “Pé na Estrada”, do pianista Arthur Moreira Lima, na quinta-feira, ao lado do Teatro das Bacabeiras. Um mundo de gente interessada acompanhou o projeto do artista mundialmente famoso. AML executou clássicos e peças famosas de Bach, Bethoven, Villa-Lobos, Radamés Gnatalli/Garoto e de Pixinguinha, entre outros. A sua carreta que já viajou por 24 estados, em mais de 4000 apresentações vai ainda para Amapá, Calçoene e Oiapoque. Depois fecha o Brasil se apresentando em Roraima e Amazonas. Até o Zoth Cavalcante apareceu por lá. Veio ver os amigos.

VISITA

lucas_leonardo Leleo e Lucas Mont’Alverne em visita às obras de sua nova casa.

AMANDA Amandinha também.

LIVRE, LEVE E SOLTO

Juliele e Luana Juliele e Luana (solista da banda Mini Box Lunar) no show “Livre, Leve e Solto”, na Chopperia da Lagoa.

Claudia e Charles Chelala Charles e Claudia Chelala sempre presentes nesses eventos, valorizando nossas coisas.

Doacy e esposa O casal Doacy Jardim, também esteve presente. Agora já sei porque o serviço de lá é tão ruim: fotografei todos os garçons (juntos) assistindo a cantora, sem dar a mínima para os clientes, mas a foto não ficou boa.

VISITA 2

Aroldo Marinho Está em Macapá o professor Aroldo Marinho, que realiza amanhã, sábado, junto aos amig@s um chá de bebê.

SOBRAL, 50 ANOS DE MÚSICA

SOBRAL E zENAIDE Foi um sucesso de público o show de 50 anos de música do intérprete Manoel Sobral, na semana passada, na Casa de Choro Ceará da Cuíca. Sobral reuniu os amigos cantores e ainda trouxe de lambuja o violonista sete cordas Chico Cara-de-Cachorrro e sua esposa Zenaide, que integravam o grupo Café com Leite, muito requisitado nos anos 70/80. Parabéns, Sobral.

ELSON MARTINS EM MACAPÁ

Elson Martins e eu Encontrei no Largo dos Inocentes, na sexta passada o jornalista acriano Elson Martins, que veio fazer uma visita em Macapá, onde trabalhou por muitos anos. Na foto comigo, que lhe presenteei meu livro “Adoradores do Sol”.

INAUGURAÇÃO DO RU

Dep. Dalva O reitor José Carlos Tavares inaugurou o Restaurante Universitário com a presença da minha ex-aluna (do curso de pedagogia do antigo Núcleo de Educação da UFPA, em Macapá, que depois virou UNIFAP), professora Dalva Figueiredo, deputada federal que fez as emendas para a construção e equipamentos do RU.

RU Erramos ao colocar o prédio do Ginásio de Esportes da UNIFAP em vez do RU. Pedimos desculpas aos nossos leitores.

Entreouvido de um diálogo antes do show do pianista Arthur Moreira Lima: - Ouvi falar que esse cara é especialista em Bach.

- Ora, eu também sou. Eu vivo no bar do Abreu.

Inderê! Volto zunindo na semana que vem.

Coluna Canto da Amazonia - QUINTA PRIMAVERA DOS MUSEUS

quinta_prima Vai ser no dia 19 (segunda-feira), a partir da 18h30 no Museu Fortaleza de São José de Macapá, a abertura da exposição de pintura denominada “Transposição”, pelo grupo de artistas plásticas Juçara. Na ocasião a galeria será denominada oficialmente Professora Nazaré Trindade, talentosa educadora de Artes Visuais que nos deixou prematuramente.

O Grupo Juçara, coletivo artístico composto por artistas mulheres (Carla Marinho, Cristiana Nogueira, Ghazia Brito, Irê Peixe, Jonáta Lacerda, Rosiani Olivia e Maria José Queiroga), comprometido em discutir questões estéticas, sociais, políticas, gênero e culturais através de diversificada expressividade e categorias artísticas das Artes Visuais, foi convidado pela gerência do Museu Fortaleza de São José de Macapá a compor o evento 5ª Primavera dos Museus. Dessa forma, a exposição “TRANSPOSIÇÃO” apresentará ao público questões, sobretudo a cerca do papel da mulher na sociedade e na contemporaneidade.

“A Quinta Primavera dos Museus (de acordo com folder explicativo do MFSJM) com seu tema Mulheres, Museus e Memórias, é um espaço de indagação sobre como o gênero, a mulher e o feminino estão sendo pensados na contemporaneidade. Com que memórias nossos museus individuais e coletivos estão sendo estruturados?” O período da exposição será de 19 a 30 de setembro

Coluna Canto da Amazônia - RELAÇÕES LUSO-BRASILEIRAS PARA A CULTURA EM 2012

Terreno fértil na aproximação entre Portugal e o Brasil, a cultura é palco de dezenas ou centenas de eventos todos os anos. Mas quem está a ganhar mais com isso?

Jorge Horta

Lisboa – A cultura será, provavelmente, uma das áreas mais férteis das relações luso-brasileiras. E, mais ainda do que no plano económico, os intercâmbios culturais têm evidenciado que a Independência do Brasil nunca se traduziu num afastamento de Portugal. De um lado e do outro do Atlântico o consumo de cultura do país irmão está a crescer. Mesmo que por vias diferenciadas.

A Lisboa chegaram nas últimas décadas os enredos das novelas brasileiras, inspirando o modo de se fazer e de se consumir entretenimento televisivo em Portugal. E todos os anos, não sendo tendência recente, passam pelos palcos portugueses dezenas de músicos brasileiros, dos mais bem sucedidos aos pequenos nomes de circuitos mais alternativos.

E se é um facto que a cultura brasileira tem encontrado mercado em Portugal (quer entre a comunidade emigrante, quer entre os próprios portugueses), não deixa de ser verdade que, nos tempos mais recentes, muitos escritores lusos têm gozado de algum prestígio no Brasil, ainda que nem todos cheguem ao grande público.

embaixadorbrasilmariovilalva-notMário Vilalva, embaixador do Brasil em Portugal, sublinhou em julho, numa entrevista à revista “O Brasileirinho”, a importância de descentralizar a cultura brasileira que chega ao mercado luso, e que tem tido como destinos principais Lisboa e Porto. “Acho muito importante descentralizar a atuação da Embaixada, com o apoio de nossos consulados em Lisboa, Porto e em Faro. Este último começará a funcionar em breve. Também gostaria de forjar parcerias na Madeira e nos Açores em termos de divulgação cultural”, afirmou o diplomata.

“Como Portugal não é um país geograficamente tão grande e possui boa estrutura de transportes, não fica difícil levar atracções culturais para outras cidades. Já há iniciativas em outras localidades, como em Santarém, onde Pedro Álvares Cabral morou, e Belmonte, onde ele nasceu. Essas cidades estão mais afastadas dos grandes centros e seriam excelentes palcos para eventos ligados ao Brasil”, acrescentou Mário Vilalva.

Por Lisboa e pelo Porto passam, quase todos os anos, nomes como os de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Martinho da Vila, Maria Rita. Daniela Mercury e Ivete Sangalo. Os meses quentes de junho a setembro, altura em que se concentram os maiores festivais musicais de Verão de Portugal, têm proporcionado aos nomes consagrados da música brasileira, mas também a novas promessas, oportunidades para se darem a conhecer perante públicos menos conhecedores.

O CASO DA MÚSICA

E ao contrário? A verdade é que a nova música portuguesa, se no mercado doméstico conquista dezenas de milhares de fãs, no Brasil parece ter mais dificuldade em vingar. Casos esporádicos de concertos em palcos brasileiros nos últimos anos incluíram músicos lusos como JP Simões, Mariza, Clã, The Gift, entre outros, mas nunca com a capacidade de assumir proporções de fenómenos no mercado brasileiro.

A expressão da música portuguesa no Brasil tem estado confinada aos pequenos espectáculos de fado para a comunidade da saudade, um público feito de emigrantes e seus descendentes à procura de pontos de contacto com um Portugal distante.

Ainda no passado mês de Julho, o novo ministro português dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, esteve em Brasília. A promoção da cultura portuguesa no Brasil praticamente ficou de fora da bagagem levada por Portas ao Brasil. “Sou muito focado em diplomacia económica. O essencial é construir uma excelente diplomacia económica e melhorar a percepção de Portugal no exterior”, afirmou na ocasião o governante português.

Mesmo assim, para 2012, o “Ano de Portugal no Brasil e do Brasil em Portugal “, as expectativas são altas. O ministro disse desejar que os eventos que vierem a ser realizados “tenham nível, sejam exigentes”. Mas, questionado sobre as dificuldades financeiras em que se encontra o Instituto Camões - organismo responsável pela promoção e divulgação da língua e da cultura portuguesa no exterior -, Paulo Portas foi, neste caso, parco nas palavras de resposta: “melhorar com menos”.

Com uma história de independência de 189 anos e agora a atravessar anos de significativo crescimento económico, com um mercado interno cada vez maior e uma diplomacia mais ágil, o Brasil é já uma referência global. Os agentes culturais portugueses, aparentemente, ainda não tiraram daí o proveito que poderiam ter, na partilha de uma língua comum. Já os artistas brasileiros têm em Portugal um ponto de passagem obrigatório nas suas agendas de espectáculos na Europa, onde talvez os cachets sejam até mais generosos.

O ano 2012 poderá trazer alguma mudança na relação de proximidade e interdependência da cultura dos dois países. Para tal será necessária uma dupla alavancagem: o capital brasileiro e a vontade portuguesa de fazer melhor do que o que existe hoje. (Fonte: Portugal Digital)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Coluna Canto da Amazônia - FESTA DO SAIRÉ EM ALTER-DO-CHÃO

image A festa religiosa tem seus momentos profanos, com danças, derrubada de mastro e Marabaixo

A mais antiga manifestação cultural da Amazônia, o Sairé, que acontece há mais de 300 anos, começou nesta quinta-feira (15), na vila de Alter-do-Chão, no município de Santarém, oeste do Pará. A festa une religião e cultura e expressões como rituais beatos, danças, músicas, culinária e teatro. O evento intriga, emociona e encanta turistas de diversas partes do mundo.

O Sairé acontece durante cinco dias. A programação de abertura começa às 8 horas, seguida de um café da manhã comunitário e show musical. No início da noite, é feita uma procissão pela praça de Alter-do-Chão com o símbolo do Sairé, levado por uma mulher chamada de saiapora até a “barraca do Sairé”, onde acontecem as ladainhas religiosas. Seguindo esse ritual, acontecem apresentações de danças folclóricas, shows musicais e degustação da culinária local.

Uma novidade no Sairé deste ano é o show Terruá Pará, promovido pelo governo do Estado, que aconteceu dia 15, no Sairódromo, a partir das 22 horas, reunindo 45 artistas paraenses de várias vertentes musicais, com entrada franca. Um dos destaques foi o violonista santareno Sebastião Tapajós. Outras atrações foram Gaby Amarantos, Edilson Moreno, Charme do Choro e Dona Onete, dentre outros.

Origem - O historiador Hélcio Amaral explica que a festa do Sairé surgiu da tentativa dos jesuítas de catequizar os indígenas, quando padres jesuítas prosseguiam com a missão evangelizadora pela bacia do rio Amazonas. “Os catequizadores tentaram fazer de uma forma ‘material’ com que os índios entendessem sobre a santíssima trindade”, explica.

image Daí vem a explicação para o símbolo do Sairé, que é constituído por um semicírculo e confeccionado com cipó torcido, algodão, flores e fitas coloridas. Uma cruz no topo do semicírculo e outras três cruzes ao centro completam o emblema, representando Deus no topo e o mistério da Santíssima Trindade. A essa manifestação, os índios acrescentaram uma programação festiva, com músicas, danças e gastronomia.

Com o passar dos anos, os moradores da vila, descendentes dos índios Borari, acrescentaram aos festejos outras manifestações, como as danças do curimbó, puxirum, lundu, camelu, desfeiteira, valsa da ponta do lenço, marambiré, quadrilha, cruzador tupi, macucauá, cecuiara, entre outros. “É a parte da festa do Sairé que as pessoas costumam caracterizar como profana”, diz Hélcio.

Disputa - Uma dessas atrações agregadas e ponto alto da festividade é a disputa dos botos Tucuxi e Cor-de-Rosa, um espetáculo no qual duas associações da comunidade apresentam a lenda do homem boto, um jovem e belo rapaz de vestes brancas e chapéu na cabeça, que seduz a mais bela cabloca ou cunhâ – como são chamadas as moças da região. Todos os anos as associações escolhem uma temática para nortear a trama, que acontece no Sairódromo.

“Para deixar o Sairé ainda mais bonito para os turistas que chegam para a festa, fazemos a disputa das apresentações entre os botos Tucuxi e Cor-de-Rosa, mas a disputa se resume ao dia do espetáculo. Durante todo o ano, trabalhamos juntos para as apresentações e dos demais momentos da festa”, explica o presidente do Centro Comunitário da Vila, Mauro Vasconcelos, que coordena as últimas ações para o início da festa.

No último dia, uma segunda-feira, acontecem a “varrição da festa”, a derrubada dos mastros, o marabaixo, a quebra-macaxeira e um grande almoço de confraternização chamado de “cecuiara”. O encerramento da programação é à noite, com a festa dos barraqueiros. O Sairé já aconteceu em várias datas, mas atualmente é sempre na primeira quita-feira após o dia 7 de setembro, período em que as chuvas da região são reduzidas e formam- se as praias, outra atração turística da cidade. (Manuela Viana – Secom. Fonte: Agência Pará/ Site chupaoosso.com.br) )

Coluna Canto da Amazônia – SONORA BRASIL

SONORA BRASIL REALIZA TERCEIRA ETAPA EM MACAPÁ NESTA SEGUNDA‏

panfleto sonora congoNesta segunda-feira, dia 19 ocorrerá a terceira etapa do projeto Sonora Brasil, no auditório da Escola SESC, situada na rua Jovino Dinoá, bairro do Beirol, às 20h00.

O grupo que vai se apresentar será a “Banda de Congo e Panela”, do estado do Espírito Santo

A “Banda de Congo Panela de Barro” tem seu calendário iniciado no dia oito de dezembro, quando segue em procissão em direção à mata para a cerimônia da cortada do mastro, ato simbólico que é acompanhado pelos devotos. No dia 25 de dezembro, o grupo segue em procissão até a igreja católica local para a cerimônia da fincada do mastro. Junto com este, então decorado e com a bandeira de São Benedito, seguem o andor com a imagem do santo, o barco e a corda. Na igreja, o mastro recebe a benção e é fincado num local previamente escolhido, onde fica até o domingo de Páscoa, quando em nova cerimônia acontece a retirada do mastro. Em todas essas etapas são entoados cânticos de devoção ao santo e após cada cerimônia a população segue com a festa cantando dezenas de músicas tradicionais das bandas de congo, de caráter profano, que aludem a diversas situações do cotidiano. (Fonte: Nilson Melo da paixão/SESC)

Coluna Canto da Amazônia - A VOLTA DA BONEQUINHA DE PANO NO TB

24611bonequinha2 Sábado e domingo, dias 17 e 18 de setembro às 19:00 retorna ao palco do Teatro das Bacabeiras uma das maiores produções já idealizadas por uma companhia de artes genuinamente amapaense. Trata – se do espetáculo teatral Bonequinha de Pano, primeiro e único texto de Ziraldo escrito especialmente para ser encenado, é a mais recente produção do Ói Nóiz Aqui Traveiz. Capitaneando o espetáculo temos o encenador Claudio Silva, que na ocasião pôde contar com o talento a sensibilidade da atriz Sabrina Zahara, que vive dois personagens: a bonequinha Pitucha e sua dona, Leninha, narrando com humor e emoção, a trajetória da criança ao mundo adulto, com todas as suas alegrias, mas também com os seus momentos difíceis. Na equipe constam ainda as participações do cantor e compositor Cléverson Baía que assina a produção e direção musical, Bruno Nunes nos figurinos e adereços e o artista visual Agostinho Josaphat na cenografia.

A peça é dividida em dois atos. No primeiro, a bonequinha Pitucha, há muitos anos esquecida no sótão da casa da avó, relembra os momentos marcantes da vida da menina Leninha. No segundo ato, a menina, já adulta, reencontra sua antiga bonequinha, descobrindo que o espírito de criança ainda vive dentro dela. Neste reencontro as duas revivem as lembranças de grandes momentos da infância: as brincadeiras de criança, a separação dos pais e o primeiro beijo são apenas alguns dos acontecimentos da vida de Leninha, narrados pela boneca, que conta ainda o seu próprio nascimento, quando sua avó a fez.

Rica em imagens e conteúdos como deve ser uma peça infanto-juvenil, Ziraldo em sua obra trata temas importantes que geralmente são ensinados para as crianças de forma pejorativa, assim, a encenação valoriza todos estes temas abordados pelo autor a fim de garantir um espetáculo para o público de todas as idades.

Esta rodada de apresentações marca o inicio do programa de sustentabilidade do grupo, tendo em vista que o estado ignora a existência de uma demanda e de um mercado cultural, e faz vista grossa para a necessidade de consolidação de uma política publica de estado, não de governo, que permita a experimentação artística, a circulação de bens, produtos e serviços culturais, a formação de platéia e a profissionalização de nossos artistas e técnicos. Na ocasião, estará a disposição dos interessados: CD com a trilha sonora do espetáculos, bonecas de pano, imã de geladeira, bolsas e outros souvenires do grupo.

O Ói Nóiz Aqui Traveiz, passou por um processo de reformulação, e passará a partir do presente momento a ser denominado “Ói Nóiz Akí – AgitaçãoCultural”. Somos filiados ao Coletivo de Artistas, Produtores e Técnicos em Teatro do Estado do Amapá - CAPTTA, à Rede Nacional de Teatro Infantil – RENAIN e à Rede Brasileira de Teatro de Rua – RBTR. (Fonte: Ascom Captta.) 

SERVIÇO

Peça Teatral Bonequinha de Pano

No Teatro das Bacabeiras / Dias 17 e 18 de Setembro / Às 19:00 Horas

Ingressos: R$ 20,00 (Inteira)

Imagem disponível em: http://www.correaneto.com.br

Coluna Canto da Amazônia – Controle da Mídia

PROJETO DE CONTROLE DA MÍDIA É CRITICADO NO SENADO

image Controle da mídia é inconstitucional, afirma senador Pedro Taques

A última convenção do Partido dos Trabalhadores, realizada no final de semana passado, trouxe à pauta a proposta de um novo marco regulatório da mídia. A legenda anunciou que pretende fazer uma “campanha forte” para aprovação do projeto no Congresso, entretanto, a possibilidade de controle sobre os veículos de comunicação recebeu críticas no parlamento.

Elaborado pelo ex-ministro da Secretaria de Comunicação, Franklin Martins, o projeto ainda está sendo analisado no Ministério das Comunicações e deve ser submetido este ano a apreciação da presidente Dilma Rousseff. O PT ressalta que o setor precisa de novas regras e que os principais itens do marco seriam a delimitação da propriedade cruzada dos veículos, a garantia do direito à opinião na imprensa e a proibição de que parlamentares sejam donos de emissoras.

Uma das preocupações de parlamentares como o senador Pedro Taques (PDT-MT) é com a intenção de impor censura aos meios de comunicação. Taques é contrário à proposta e defende que qualquer tentativa de restringir a liberdade de expressão afronta a Constituição. “É óbvio que liberdade rima com responsabilidade. Agora, não se pode falar em regulamentação da imprensa sob pena de violarmos a Constituição ”, disse, em plenário.

À Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Taques falou sobre a propriedade cruzada dos veículos e a legislação que regula o setor. Confira abaixo os principais trechos da entrevista.

Qual a opinião do senhor sobre o marco regulatório da mídia?

Quando se fala em controle de conteúdo da mídia, com certeza, há um desrespeito à Constituição que garante o direito à liberdade de expressão, inclusive dos meios de comunicação. Acredito que a tentativa de controlar o trabalho dos veículos representa uma censura, o que é inaceitável. Aliás, qualquer tentativa de cerceamento à livre opinião é inconstitucional.

O senhor concorda com algum ponto da proposta do PT?

Em tese, a resolução do PT fala em proibir que senadores e deputados sejam proprietários de veículos de comunicação, o que é correto porque a prática ofende o processo democrático. O artigo 54 da Constituição deixa a questão explícita quando afirma que os parlamentares não poderão firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público. O tópico, no entanto, em nenhum momento representaria uma interferência no papel da mídia.

É realmente necessário regulamentar a mídia?

O Brasil realmente não tem uma lei de imprensa para regular a atividade. Mas propor o controle do conteúdo não entraria nesta discussão. Imagino que algumas regras deveriam mudar, como maior agilidade em garantir o direito de respostas. Isso sim deveria ser discutido e não a tentativa de censurar ou de limitar a liberdade de expressão, que parece ser um dos principais pontos da moção do PT. (Fonte/Foto: José Cruz/Agência Senado
Assessoria de Comunicação da Abert)

Coluna Canto da Amazônia - ASSASSINATO DE JORNALISTA

252x336-images-stories-wanderley A Procuradoria-Geral do Ministério Público do Estado do Amazonas vai solicitar nesta sexta-feira (15) à 4ª Regional de Delegacia da Polícia Civil de Tabatinga informações sobre o assassinato do radialista Vanderley Canuto Leandro, ocorrido no último dia 1º. De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, a medida está relacionada a suposto envolvimento de políticos da cidade no crime.
Se confirmada a suspeita, a Procuradoria passará a investigar o caso. Por enquanto, a investigação está sob o comando do delegado da 4ª Regional, Jaime Lima. De acordo com ele, ainda não há pistas concretas sobre o mandante do crime.
Vanderlei Canuto Leandro comandava o programa "Sinal Verde", da rádio bilíngue Frontera, e havia procurado o Ministério Público para  denunciar ameaças recebidas. Ele foi assassinado com oito tiros, no município de Tabatinga, na Tríplice Fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru. O crime foi executado por dois homens em uma moto. Ele costumava denunciar irregularidades na administração local.

Leandro é o quinto profissional de imprensa morto no país neste ano. Somente no primeiro semestre, foram assassinados Luciano Leitão Pedrosa (morto em Pernambuco, em abril), Valério Nascimento (interior do Rio, em maio), Edinaldo Filgueira (Rio Grande do Norte, em junho) e Auro Ida (Mato Grosso, em julho).

Fonte: Assessoria  de Comunicação da Abert.

Coluna Canto da Amazônia - Ildefonso Guimarães

FUNDAÇÃO TANCREDO NEVES LANÇA SELO E LIVRO DE ILDEFONSO GUIMARÃES

image Com o Auditório Pará, no HANGAR, totalmente lotado, aconteceu no sábado, dia11, em Belém do Pará, o lançamento do Selo Literário Ildefonso Guimarães e de seu livro “Crônicas de Rua: Memória de um Repórter de Polícia”.

Durante a cerimônia João de Jesus Paz Loureiro e Nilson Chaves falaram da importância do Selo para os escritores do Pará, da obra e da forma literária refinada que Ildefonso escreveu suas obras. Loureiro comentou: “A grande maioria dos escritores paraenses vem do interior, como Ildefonso, trazendo consigo a cultura interiorana que enriquecem ainda mais a literatura paraense”.

Tanto Nilson como Loureiro, mostraram-se contrários a divisão do Pará e Nilson Comentou: “Eu aprendi que a ação coletiva se dá pela união e não pela divisão e este Selo é uma forma de união e não de divisão do Pará.”

Seu filho, Ildefonso Guimarães Filho, falou da obra de seu pai, da sua dedicação à literatura, do tempo em que viveu em Óbidos, do reconhecimento que pai está recebendo dando nome ao Selo e agradeceu às pessoas que contribuíram para o lançamento do Livro.

O Selo

A Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves através do selo literário Ildefonso Guimarães, procura de estimular a leitura e produção literária, prestando homenagem a um dos maiores expoentes da literatura paraense.

O livro

image O livro “Crônicas de Rua” tem como ponto de partida fatos do cotidiano da cidade de Belém, no período que vai do final da década de 40 à década de 80, onde são resgatados fatos deste período.

Ildefonso Guimarães dá aos acontecimentos um lirismo sem igual, constituindo às crônicas curtas uma mistura de suspense, humor e lições de vida. Criando personagens a partir da realidade, dando aos tipos sociais vida plena, criticando valores, costumes e os mais diversos comportamentos.

Constrói um retrato de Belém de outros tempos, que nos remete a narrativa de Dalcídio Jurandir em “Belém do Grão Pará”, ou de Machado de Assis em seus “Contos Fluminenses” descrevendo o Rio de Janeiro, Jorge Amado a Bahia em seus romances. Não é nenhum exagero afirmar a competência em construir narrativas breves e de uma densidade profunda, preocupado no texto em deixar ao leitor sempre uma mensagem propositiva, apesar de narrar “crimes” dessa época.

Outro aspecto marcante na obra é o recurso usado pelo autor da intertextualidade. Ildefonso Guimarães faz uma retomada a grandes mestres da literatura, dando a sua obra um elo entre o regional e o universal, partindo de situações locais como o caso de um falso cristão que roubava as esmolas doadas à igreja, para refletir como o leitor a sua condição ética e moral.

Com uma capacidade ímpar no uso da linguagem, Ildefonso recria situações que estão presentes em sua memória de “repórter de polícia”, usando o fluxo da memória de forma alinear, constituindo narrativas em estruturas psicológicas, prendendo o leitor a cada parágrafo do texto, fazendo com que o mesmo não deixe de chagar ao seu final na espectativa do desfecho de cada história.

A modernidade se faz presente na obra de Ildefonso Guimarães, com uma temática do cotidiano de uma cidade em transformação, com uma linguagem criativa, passando por diversos níveis de elaboração, desde o erudito ao popular, conseguindo dar à temática regional, uma dimensão de valores universal, em qualquer lugar ou qualquer pessoa, de qualquer idade, se identificará com as “Crônicas de Rua”, com seus personagens, seus conflitos, seus dilemas e acima de tudo, com a felicidade das mensagens aprendidas em cada experiência de vida por todos aqueles que compõe estas crônicas, pois são na verdade parte de um todo que formamos e que somos, com nosso vícios e virtudes, em síntese, Ildefonso resume nesta obra a essência do comportamento humano, ou como ele escreve “isto é uma questão de idiossincrasia”.

image Ildefonso Guimarães

Por fim o lirismo, tão presente no gênero poético, aparece de forma maestral em um livro de crônicas, só um escritor com grande genialidade no uso da palavra, é capaz de transformar temas relacionado ao sofrimento como: a prisão, o delito, o desvio de comportamento, em algo lírico, belo e alentador no ato da leitura.

“Quem em seu senso próprio dirá que a vida não tem seus ires e vires”.

(Ildefonso Guimarães – Crônicas de Rua)

“Quando tudo é quietude e corre cinzento o senso da gente, embolorando a alma e pondo tentares sombrios na vida da pessoa”.

(Ildefonso Guimarães – Crônicas de Rua)

Sem dúvida esta obra ficará marcada na história da literatura do Pará. (Bella Pinto)

O Autor

Ildefonso Guimarães é natural de Santarém e passou a maior parte de sua vida em Óbidos, cidade que era a principal inspiração de suas crônicas, romances e contos. Trabalhou como jornalista, venceu vários concursos literários nacionais. Faleceu e 2004 aos 85 anos. (Informações e fotos de João Canto
www.chupaosso.com.br)

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Idelfonso Guimarães e eu no lançamento do meu livro “O Bálsamo e outros contos insanos”, em 1995. Belém-PA

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

sábado, 3 de setembro de 2011

É BIG! É BIG Heraldo Almeida

 Heraldo Almeida Parabéns ao radialista Heraldo Almeida que faz aniversário hoje. Sucesso!

Ana Martel no Lokau – 06/09

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Terça-feira (06), véspera de feriado, é dia de curtir a bossa, o samba e o requinte de Ana Martel, no Lokau American Bar (em frente à Secretaria de Turismo).

Na companhia de Valério de Lucca (bateria), Hian Moreira (contrabaixo), Fabinho (guitarra) e Hugo Moreira (violão), Ana promete uma noite com muito suingue.

De 22:00 às 00:00h, Ana Martel vai interpretar canções de seu CD “Sou Ana” e de grandes compositores da MPB.

Coluna Canto da Amazônia - Zunidor

VISITAS

Quero agradecer aos internautas, amigos e seguidores deste blog pelos 63 mil acessos a que chegou. Isso renova o compromisso de postarmos cultura amazônica que tanto precisa ser divulgada, além de outras notícias e artigos de interesse de tod@s. Eu e Sônia agradecemos mesmo e aceitamos sugestões para a melhoria desta página. ABS A TODOS.

Rádio Educadora

O passado
Prédio Atual Educadora finalizada
Imagem disponível em www.porta-retrato-ap.blogspot.com
A decadência
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O presente
300820111252 A cidade se transforma: vejam estás fotos do lugar que foi a gloriosa Rádio Educadora São José de Macapá e mais tarde a Gráfica São José. Parece estar tão perto a recordação da voz do padre Jorge Basile com aquele forte sotaque italiano (Não lembro o nome do programa dele); a calma do padre Bottan, um engenheiro eletrônico que tomava grappa (o aguardente de uva que vinha da Itália); as brincadeiras do Hélio Pennafort, os destaques sociais do J. Ney e Cristina Homobono, Conceição Medeiros e Nazaré Trindade, as crônicas de Alcy Araújo narradas pela educada voz do Pedro Silveira, que um dia o Alcy o reinventou com o cognome de Pedro Affonso da Silveira Júnior (“Um tema na ordem do dia”); as narrações esportivas de Luca Melo e Luca Roberto; da Naíde Farripas, do poliglota Ciro Pennafot (que falava até japonês); do João Lázaro, do poeta e guerrilheiro Odilardo Lima e do dramaturgo, ator e compositor Saulo Mendes; do Eulálio Modesto e de tantos outros que construíram o rádio no Amapá. Quem não se lembra disso? Gostaria que quem souber os nomes dos programas com seus respectivos apresentadores, me informe ou mande um comentário. Agradeço antecipadamente. Em tempo: soube que no lugar da rádio será construída uma grande loja de departamentos. E a memória poff! Puff!
270820111235 A Casa de Choro do Ceará da Cuíca continua bombando com shows de artistas locais. Na semana passada se apresentaram Osmar Júnior e Zé Miguel com o show “Pardais Urbanos”. Marcaram presença os amigos Nira e Vicente Cruz.
300820111254 A greve dos servidores continua na UNIFAP. Os companheiros estão mesmo dispostos a ir até o fim. As atividades consideradas essenciais não pararam por força de lei. Os professores voltaram às atividades depois de conseguirem algumas de suas reivindicações. A luta continua!
alexandre negreiros
O sociólogo, músico e compositor Alexandre Negreiros proferiu palestra sobre direitos autorais na música na quinta-feira, no auditório da FECOMÉRCIO, tendo como plateia compositores, intérpretes, poetas, jornalistas, comerciantes e outros interessados no tema. Arrancou aplausos ao descascar o Escritório de Arrecadação de Direitos Autorais – ECAD, com as suas irregularidades. Também mostrou propostas que podem ajudar a melhorar esse setor econômico injusto com a grande maioria dos artistas brasileiros. Ele mais arrecada do que distribui.

CPI DA ECAD

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020920111274  Na sexta-feira foi realizada na Assembleia Legislativa do Estado a sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga o ECAD e colhe depoimentos dos artistas por todo o Brasil. A CPI é presidida pelo senador amapaense Randolfe Rodrigues, que trouxe junto o também jovem senador Lindenberg Faria. A casa ficou lotada de artistas, empresários do setor de eventos e demais interessados que esperam ver as mudanças necessárias para socializar esse bolo arrecadado (principalmente os compositores e autores). Foi proposta a regionalização da distribuição, pois dos mais de 432 milhões de reais que arrecada por ano, quase nada vem para a mão dos compositores, autores e intérpretes, além dos direitos conexos inerentes ao processo de comercialização das músicas. Agora a CPI vai fazer sessão de depoimentos na Bahia, São Paulo e Rio de janeiro. É a quarta CPI que ocorre sobre essa famigerada instituição. Temos esperança que essa também não acabe em pizza.
sobral
Dia 09 tem o show de “50 Anos de Música e Emoções” do cantor MANOEL Sobral, no Ceará da Cuíca. Não esqueçam.
Senzalas
Dia 09 também vai ocorrer o show do Grupo Senzalas, formado por Amadeu Cavalcante, Val Milhomem e Joãozinho Gomes. Traz os convidados Patrícia Bastos e Enrico di Micelli, na sede dos oficiais da Polícia Militar.
020920111275Quem também veio para depor na sessão da CPI do ECAD foi o nosso conhecido cantor e compositor Nilson Chaves, que agora exerce o cargo de presidente da Fundação Tancredo neves do Governo do Pará.
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A coluna manda um grande abraço para o Dr. Raimundo Lopes, presidente da Academia de Medicina do Amapá e da Academia Maçônica de Letras do Estado do Amapá. Forte como um trator, já está na ativa, se recuperando de um baque profundo. Na foto com o Pádua, da dupla “Os Cabuçus”.
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Vai um Inderê para o Leleo Mont’Alverne, que aparece na foto com um jabutizinho. Olha o IBAMA, rapaz!
bonfim
O jornalista “Marquês” Bonfim Salgado agora bebe a cachaça de Lula, feliz com o presente que ganhou do Carlos Lobato. Santé!
Inderê! Volto zunindo na semana que vem.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Coluna Canto da Amazônia - SENADO HOMENAGEIA REDE AMAZÔNICA DE RÁDIO E TELEVISÃO

image O Senado realizou nesta quinta-feira sessão solene para comemorar os 39 anos da Rede Amazônica de Rádio e Televisão. A geradora foi a primeira do Brasil a implantar a TV a cores e atualmente atinge os Estados de Rondônia, Roraima, Acre e Amapá.

O requerimento para a homenagem partiu do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AC). Durante a solenidade, ele destacou a trajetória do idealizador da emissora, jornalista Phelippe Daou.

Randolfe lembrou que a criação da TV Amapá, afiliada da Rede Amazônica, foi idealiza em resposta a uma enquete em que a população identificou a falta de "uma televisão" para viver melhor.

“Em 1974, uma rudimentar televisão conseguiu exibir os jogos da Copa do Mundo de Futebol em videotape, com cerca de quatro horas de atraso. Os jogos eram gravados em Belém, na TV Guajará, e trazidos pela equipe em grandes e pesados rolos de metal e fita em avião do governo, que ficava à disposição da empreitada”, relatou.

O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) elogiou o trabalho da Rede Amazônica, que integra 61% do território nacional, segundo ele. O senador Geovani Borges (PMDB-AP) destacou o empreendedorismo de Phelippe D. Já o senador Jorge Viana (PT-AC) disse que a história da Rede se confunde com a história da região. “O rádio sempre foi um dos bens mais preciosos das famílias que moram nas áreas rurais e florestais”, declarou Viana.

Phelippe Daou agradeceu  a homenagem.  O empresário explicou que a Rede está inteiramente digitalizada. “A Rede Amazônica é muito mais ideal do que empresas com objetivos puramente mercantis. Entendemos que a Amazônia precisa ser mostrada. O Brasil será muito mais importante do que é hoje no dia em que der a devida importância à Amazônia”, afirmou o empresário.

O presidente do Senado, José Sarney disse ter acompanhado as dificuldades enfrentadas por Daou para implantar a Rede Amazônica. Segundo ele, muito do que hoje é a Zona Franca de Manaus se deve à defesa feita pelo empresário.

Foto: Waldemir Barrego/Agência Senado

Fonte: Assessoria de Comunicação da Abert com informações da Agência Senado

Coluna Canto da Amazônia LANÇAMENTO DE EDITAL FRANCO-BRASILEIRO‏

É hoje, às 10h00, no salão nobre do Palácio do Governo, o lançamento do Edital Franco-Brasileiro, promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amapá, a Fundação Tumucumaque, que atualmente tem como presidente o prof dr. Jadson Porto.

O Edital visa apoiar a implementação de atividades de cooperação internacional por meio de intercâmbio de técnicos e pesquisadores (estudantes ou professores) de programas strictu sensu, de Instituições Públicas de Ensino Superior e/ou de Pesquisa, em projetos conjuntos para permitir formações administrativas, científicas, tecnológicas e de inovação. Serão dadas prioridades às áreas de Biodiversidade, Sociedade e Saúde, Agroecologia, Meio Ambiente, Biotecnologia, Sensoriamento Remoto, Linguagem, Pesca e Aquicultura, Comércio Exterior, Defesa e Sanidade Vegetal e Desenvolvimento Econômico e Socioambiental. Fonte: jadsonporto@yahoo.com.br)

Coluna Canto da Amazonia - PRÊMIO CNI DE JORNALISMO

Estão abertas as inscrições para o Prêmio CNI de Jornalismo. Nesta
primeira edição, serão contemplados os melhores trabalhos nas
categorias jornal, rádio, revista, TV e internet. Haverá ainda prêmios
para destaques regionais e para matérias sobre educação profissional
voltadas à indústria e sobre inovação para a competitividade
industrial. O melhor trabalho entre todos os inscritos levará o Grande
Prêmio José Alencar de Jornalismo e R$ 40 mil. Ao todo, serão
distribuídos R$ 240 mil aos vencedores.

Promovido e organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI),
o Prêmio CNI de Jornalismo tem por objetivo reconhecer o papel da
imprensa e seu compromisso com a agenda do desenvolvimento do país. Poderão concorrer reportagens publicadas/veiculadas em veículos de
empresas jornalísticas entre 1º de abril de 2011 e 31 de março de
2012. Serão considerados os trabalhos cuja pauta tenha relação direta
com o setor industrial e com a agenda estratégica definida no
documento A Indústria e o Brasil - Uma agenda para Crescer Mais e
Melhor.

A agenda é constituída por 12 pilares estratégicos: segurança
jurídica; macroeconomia; tributação e gasto público; financiamento;
relações do trabalho; infraestrutura; educação; inovação; comércio
exterior; meio ambiente; burocracia; e micro e pequena empresa.
INSCRIÇÃO - A ficha de inscrição preenchida e os trabalhos
jornalísticos deverão ser enviados até 5 de abril de 2012 para a sede
da CNI, em Brasília. Todas as informações e o regulamento estão no
site Prêmio CNI de Jornalismo. Contatos e dúvidas podem ser
encaminhados para premiojornalismo@cni.org.br ou pelo telefone (61)
3323-1072. (Fonte: Comunicação Sistema FIEAP. fone: 3084-8944.

Coluna Canto da Amazônia – Ricardo Teixeira

teixeira_ricardo FUTURO DE RICARDO TEIXEIRA SERÁ DECIDIDO NA PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA

O Procurador Geral da República, Roberto Gurgel,  tem uma importante missão pela frente: ler e analisar uma representação criminal contra o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que também preside o Comitê Organizador da Copa-2014.

O pedido de investigação foi assinado por  Marcos Pereira, dirigente do Partido Republicano Brasileiro (PRB) e professor de Direito Penal. Se a investigação for aberta, o processo por corrupção na Fifa que cita João Havelange e Ricardo Teixeira pode ser enviado ao Brasil, para ajudar nas apurações.

Faz mais de 40 dias que o pedido foi protocolado com número 004689/11 na PGR, do Distrito Federal. Gurgel decidirá se as alegações de Marcos Pereira são consistentes e, em caso positivo, deverá encaminhar a investigação para o Ministério Público do Rio de Janeiro, sede da CBF e da residência de Teixeira.

Fontes ligadas à PGR argumentam que o caso deve ser encaminhado ao Rio de Janeiro e os procuradores regionais decidiriam pela abertura de uma investigação ou pelo arquivamento. “Tudo depende da solidez da denúncia e das provas juntadas”, explicou um assistente da PGR.

O pior dilema para Teixeira, que vive uma espécie de inferno astral nesses três anos que restam até a Copa-2014, é a possibilidade de o Ministério Público Federal pedir à Justiça Suíça documentos que comprovariam o recebimento de suborno tanto do presidente da CBF quanto de seu ex-sogro e fonte inspiradora, João Havelange.

Essa documentação que trata de corrupção no futebol mundial colocou a Fifa nas páginas policiais e gerou um documentário produzido pelo escritor e jornalista Andrew Jennings, para a rede BBC, de Londres. O material de Jennings foi republicado no Brasil e a rede Record acabou produzindo uma série com todas as denúncias contra Ricardo Teixeira e suas empresas.

Segundo Jennings, Ricardo Teixeira e Havelange teriam feito um acordo com a Justiça Suíça para devolver cerca de US$ 9 milhões, dinheiro recebido em operações ilegais. (Fonte: Uol Esporte)

Coluna Canto da Amazônia - ALMOÇO INAUGURAL NO RU

RU A inauguração do restaurante Universitário da UNIFAP, que estava prevista para o dia 29 passado foi transferida para o dia 09 de setembro em função de problemas técnicos. De acordo com as informações da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários a festa ocorrerá com um almoço inaugural para toda a comunidade acadêmica, que estará isenta de pagamento.

Coluna Canto da Amazônia - MESTRADO EM ARTES VISUAIS

O Colegiado do Programa Associado de Pós-graduação em Artes Visuais UFPB/UFPE (PPGAV-UFPB/UFPE) torna público a abertura do Processo Seletivo para o ingresso de estudantes regulares. A Seleção será regida pelas normas constantes deste Edital, pelas disposições do Regulamento Geral dos Programas de Pós Graduação da UFPE (Resolução Nº10/2008-CCEPE), pelo Regulamento do PPGAV-UFPB/UFPE (Resolução Nº 06/2009-CONSEPE), da UFPB (Resolução Nº12/2000-CONSEPE) e da por este Colegiado e demais normas complementares.

O Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV-UFPE-UFPB), em regime de solidariedade com o PPGAV/UFBA, destina-se a graduados em Artes Visuais, Educação Artística, Artes, áreas afins ou outras áreas (Licenciatura, Bacharelado e Curso Técnicos de Nível Superior, regulamentados pelo MEC), ou seja : aqueles cursos que têm estudos e atuação convergente com as Artes Visuais.

Informações mais detalhadas sobre a estrutura do Curso e o seu funcionamento poderão ser obtidas na Secretaria do PPGAV, pelo telefone (83) 3216-7053 na UFPB e (81) 2126. 8755, na UFPE, na sua página http://www.cchla.ufpb.br/ppgav ou pelo e-mail artescchla@.gamil.com.

ALACID E A CIDADE

macapa office

Macapá Office, localizado na Avenida Fab, esquina com a Rua Jovino Dinoá

Quem acompanha o desenvolvimento urbano de Macapá não pode ficar desatento às modificações estruturais na sua paisagem. A Avenida FAB, por exemplo, há um pouco mais de trinta anos mudou completamente de função, sendo que para ser a principal via da cidade precisou ser construída desde a transferência do velho aeroporto até se caracterizar como o centro das decisões políticas. Nela estão sediadas as principais secretarias de governo, o palácio do Governo, a Prefeitura, a Câmara dos Vereadores, a Assembleia Legislativa, o Ministério Público Estadual, O Tribunal de Justiça, o Tribunal de Contas, a Justiça Federal, sem contar os mais tradicionais colégios da capital, igrejas instituições particulares e praças.

Mas não é exatamente sobre isso que quero me reportar neste texto, pois mudanças históricas e urbanas ocorrem a toda hora. Quero mesmo é lembrar que ao lado de tantas construções civis umas se destacam das outras pelo excessivo mau-gosto dos projetos, mas também pelo nome daqueles que as projetaram. O bonito prédio da Secretaria de Infraestrutura tem a assinatura do famoso arquiteto Villas-Boas Artigas, assim como um certo edifício amarelo construído com seus seis andares num tempo em que nenhum governante municipal queria aumentar o gabarito das construções. O Macapá Office só pôde ser realizado após inúmeros argumentos sócio-urbanísticos que foram aceitos mediante o estrangulamento da expansão urbana constatado pelos técnicos da PMM, que se renderam aos fatos e realizaram o Plano Diretor - uma exigência do Ministério das Cidades. A Avenida FAB é uma das poucas vias da cidade que tem esgoto sanitário. E foi daí que veio a munição para o convencimento que culminou na decisão, já que menos de 5% de Macapá possui esgoto.

O jogo político existente por trás disso tudo tem o papel e a sagacidade de um empreendedor que ousou mudar a perspectiva de novas habitações macapaenses e dar a ela uma visão mais realista sobre a paisagem, e ainda no incremento de um processo econômico novo e promissor. Falo aqui do arquiteto Alacid Farias Canto, um empresário determinado, que antes de ser apenas um construtor, visualizou formas e possibilidades de habitação para inúmeras famílias de classe média baixa, para ajudá-las na concretização do sonho da casa própria. Sua empresa foi uma das primeiras a aquecer o mercado imobiliário local com a venda supernegociada de lotes, dinamizando, assim, esse mercado muitas vezes considerado cruel, por visar apenas o lucro e nunca o aspecto socioeconômico dos compradores.

Acompanho esse processo mais ou menos de perto e sei da sua importância para a harmonia da cidade, que mesmo nem sempre obedecendo as leis urbanas, vai se adequando com a aplicação de penalidades aos que transgridem essas leis.

Considero que da mesma forma que os arquitetos Oscarito, Chikahito Fujishima e Ubiratan Homobono mudaram a cara da cidade nos anos 80, com seus projetos residenciais para a classe média, o trabalho criativo de Alacid Canto também estartou a mudança da paisagem urbana de Macapá, mesmo enfrentando a limitações expostas atrás, onde a proibição de construção de edifícios altos se dava pelo critério mais político do que técnico. Era uma política desprovida da visão de desenvolvimento, que não acompanhava a condição de uma cidade amazônica de porte médio em franco crescimento.

Embora o processo capitalista se estabelecesse de forma rápida e avassaladora, o mercado imobiliário não acompanhou o ordenamento urbano e muitos prédios construídos assim – e fora do restrito centro urbano - ficaram sem esgotos. Têm apenas fossas, que por sua vez comprometem o lençol freático em vários pontos da cidade. Isso sem contar com os problemas que causam ao seu redor por não possuírem estacionamento.

No caso da Dumond Engenharia há um preparo integral de planejamento nas construções, ganhando destaque a escolha dos terrenos onde passa água e esgoto, pelo estudo de impacto ambiental, calçadas largas e acessibilidade ao público, estudo de sombreamento e ventilação, etc. Se todos os construtores assim o fizessem, certamente Macapá seria a realização do sonho arquitetônico de Gaspar João Gronfelts, o arquiteto alemão que traçou a primeira planta da então vila de São José, em 1763, com praças e arborização para amenizar o calor. Isto posto, quero me congratular com o arquiteto Alacid Canto e sua empresa pelo trabalho profícuo que realiza nestes 15 anos de empreendimentos sustentáveis, mesmo sabendo o quanto é difícil realizar trabalhos dessa natureza, onde nem sempre a burocracia possibilita que se implemente o correto, pela própria “natureza” de quem fiscaliza. (Texto de Fernando Canto)

É BIG! É BIG! Alacid Canto

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Hoje é aniversário do obidense, arquiteto e empresário Alacid Canto. Sucesso!!!

Amanhã 03/09 tem Reggae em Macapá

 

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